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terça-feira, 16 de julho de 2024

MISERICÓRDIA E LONGANIMIDADE DIVINA

Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nEle para a vida eterna. (1Tm 1.16)

É uma glória saber que cada conversão expressa algo mais do amor de Deus.

A vida de todos os membros verdadeiros da igreja de Cristo é uma revelação do ser e dos atributos de Deus.

A vida de um verdadeiro cristão é sempre um estímulo para todo pecador que anseia por perdão e libertação do pecado.

A salvação é um testemunho eloquente da misericórdia e da longanimidade divina

O que seria de nós se Deus não tivesse retido sua ira durante os anos de pecado em que vivemos.

A misericórdia de Deus é essa característica do seu amor que o leva a socorrer aqueles que não podem fazer nada por si mesmos.

Toda conversão é fruto da misericórdia de Deus.

Se não fosse essa misericórdia não seriamos salvos.

Se Deus não tivesse agido em nosso favor, contemplando nossa escravidão ao pecado e incapacidade de sozinhos nos voltarmos para Ele, jamais alcançaríamos essa redenção.

Quão excelente é esse Deus! Digno de ser amado!

Que maravilha ver a redenção do homem à luz da revelação divina!

“Que é o homem para que dele Te lembres e o filho do homem para que o visites” (Sl 8).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


segunda-feira, 24 de maio de 2021

PACIÊNCIA COM AMOR

Longanimidade é a tolerância que suporta as injúrias e as ações malignas do outro sem permitir-se a ira ou a ânsia de vingança, é a paciência com amor.

Jesus, como homem, nos deixou exemplo de longanimidade quando lava os pés dos discípulos: Jo.13.3 a 5.

Se exercitarmos a longanimidade nas pequenas frustrações e nas pequenas irritações diárias, estaremos preparados para resistir grandes batalhas.

“Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade” ( Pv 16.32)

“Naquelas horas em que sangue ameaça ferver, lembremo-nos também que a pessoa raivosa suscita contendas, mas o longânimo, por ser sábio, apazigua a luta”: (Pv.15.18)

Sem o Espírito Santo, nossas obras são: as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões, as invejas (...) e outras coisas parecidas com essas (Gl. 5.19,20).

“Longânime" é "que tem grandeza de ânimo; bondoso; corajoso; magnânimo; generoso; sofredor, resistente, tenaz, resoluto, paciente, constante, perseverante, não vingativo".

A longanimidade é um misto de paciência e piedade, características em extinção nos dias atuais. A irritação, a aspereza, a rispidez têm tomado conta dos membros de nossa sociedade

Não devemos ser modelos de hipocrisia, mas de verdade, não devemos ser modelos de impaciência, mas de paciência: “Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna”: (1Tm. 1.16).

O oposto de longanimidade é: impaciência, inquietude, enfado, caseira, mau gênio, mau humor, irritabilidade, impetuosidade, desassossego e vingança.

Já as distorções são: Indulgência, condescendência, transigência e permisividade.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O Fruto do Espírito

“MAS O FRUTO DO ESPÍRITO é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança(domínio próprio). Contra essas coisas não há lei” (Gl 5.22-23).

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no cristão à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o cristão) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido: 2 Co 6.6; Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,
Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz: Ef 4.2,3; porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade Ef, 5.9; Cl 3.2-15; 2 Pe 1.4-9). 

O fruto do Espírito inclui:
(1) “Amor” (gr. agape), i.e., o interesse a busca do bem de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1 Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que creem em Cristo (Sl 119.16; 2 Co 6.10; 12.9; 1 Pe 1.8).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o cristão e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1 Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2 Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1 Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13). 

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1 Tm 6.12; 2 Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com equidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2 Tm 2.25; 1 Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2 Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

(9) “Temperança” (domínio próprio) (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1 Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O cristão pode – e realmente deve – praticar essas virtudes continuamente.

Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos. 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


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Reflexões Evangélicas

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