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quarta-feira, 5 de novembro de 2025

CURA DO CORAÇÃO

A história de José é uma das mais emocionantes de toda a Bíblia.

Ele era o filho querido por seu pai e invejado pelos irmãos, que o venderam como escravo e uma caravana que o levou para o Egito.

Desprezado e humilhado, escravo e prisioneiro durante anos, Deus mudou sua situação e José acabou se tornando governador do Egito.

Autoridade, prestígio e honra eram agora o seu cotidiano.

Tinha poder para fazer o que quisesse sem ser questionado.

Então vieram os irmãos ao Egito. Precisavam arranjar comida, porque em Canaã havia fome.

Sem saber do paradeiro do irmão, vieram “comer da mão de José”.

Ah! Era a oportunidade para a vingança de José por todos os seus sofrimentos.

A princípio, parece que é isto que ele vai fazer: colocou o dinheiro deles de volta na bagagem, prendeu um irmão por seis meses, obrigou-os a trazer aquele que ficara em seu lugar no coração do pai.

Deixou-os em apuros!

Isto foi necessário para que o arrependimento pudesse amadurecer nos corações deles.

Mas no coração de José não prevaleceu a amargura, mas o perdão e a bondade.

Ele deixara Deus curar seu coração, e podia ver sua mão transformando o mal em bênção:

“Para preservação da vida Deus me enviou adiante de vós” (Gn. 45.5).

Na hora preparada por Deus, a reconciliação pode acontecer.

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

EXPERIMENTANDO A BONDADE DIVINA

“Provai e vede que o Senhor é bom; bem aventurado o homem que nele confia”, Sl 34.8

É maravilhoso saber que podemos experimentar a bondade de Deus.

Neste salmo, Davi nos convida a fazer prova de Deus no que diz respeito à sua bondade.

A Bíblia ensina que a bondade do Senhor é muito grande e acessível aos que o temem.

Oh! quão grande é a tua bondade, que guardaste para os que te temem, a qual operaste para aqueles que em ti confiam na presença dos filhos dos homens! Sl 31: 19;

Ensina que a bondade de Deus dura para sempre e que devemos nos converter a ela, abandonando o caminho da maldade como estilo de vida para alcançar a vida vitoriosa.

Existe muita gente que pratica o mal como desculpa para sobreviver num mundo perigoso como o nosso.

A Palavra de Deus é clara: “Por que te glorias na maldade, ó homem poderoso? Pois a bondade de Deus dura para sempre.”

Devemos confiar na bondade de Deus.

Devemos viver louvando a Deus em todo tempo porque sua bondade está à nossa disposição em todo o tempo e porque ela realiza, a nosso favor, milagres e maravilhas, Sl 107: 8; Jr 31: 14.

Você pode, se quiser e tiver fé, experimentar a bondade de Deus,

Por isso também rogamos sempre por vós, para que o nosso Deus vos faça dignos da sua vocação, e cumpra todo o desejo da sua bondade, e a obra da fé com poder; 2 Ts 1: 11.

Faça, hoje, prova de Deus, entregando sua vida nas mãos dele e deleite-se em sua bondade maravilhosa.

“Provai e vede que o Senhor é bom”

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 28 de abril de 2022

O ESPÍRITO PRODUZ A BONDADE

O salmo 33.5 diz que a terra está cheia da bondade de Deus. Esta bondade está presente na Sua criação.

O universo reflete a bondade de Deus.

O ser humano reflete a bondade de Deus.

Nós sabemos pouco sobre a natureza humana, mas o pouco que sabemos mostra que nela está presente a bondade de Deus, bondade que injeta no homem o desejo de ser bom.

É por isto que o Espírito Santo produz bondade.

Ele produz algo que a natureza humana deseja, mas não consegue produzir por si só.

Deus, portanto, está presente no desejo do bem e está presente na capacitação para a prática deste bem.

Este desejo humano é uma decorrência da bondade de Deus.

A Bíblia afirma a sua bondade como algo que dura para sempre (Sl 106.1; 107.1; 118.1; 136.1).

A voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo e a voz da esposa, e a voz dos que dizem: Louvai ao Senhor dos Exércitos, porque bom é o Senhor, porque a sua benignidade dura para sempre (Jr 33.11)

Diz mais ainda a Bíblia, agora pela boca do Filho Jesus Cristo, que só Deus é bom (Mc 10.18; Lc 18.19)

Só produzimos o bem pela presença do Espírito conosco. Fora dEle, nossa inclinação é para o caos, não para a beleza; é para a maldade, não para a bondade.

O caos e a maldade são naturais; a beleza e a bondade são espirituais.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 11 de junho de 2021

A MATRIZ DE NOSSA BONDADE

Pelo Espírito Santo, podemos produzir bondade, embora não sejam bons.

Produzimos bondade quando reconhecemos a bondade de Deus, que nele significa perfeição absoluta e generosidade completa.

Se queremos produzir bondade, precisamos meditar na bondade de Deus.

Produzimos bondade quando reconhecemos que a bondade Deus nos alcançou e nos alcança.

Quando nos lembramos que é a bondade de Deus que permite que estejamos vivos e ativos (Lam 3.22), nosso compromisso muda.

Produzimos bondade quando deixamos de nos considerar os crentes padrões.

Se, porém, tu, que tens por sobrenome cristãos; repousas no evangelho; te glórias em Deus; conheces a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído no evangelho; estás persuadido de que és guia dos cegos, luz dos que se encontram em trevas, instrutor de ignorantes, mestre de crianças, tendo no evangelho a forma da sabedoria e da verdade; porque (....) não te ensinas a ti mesmo? Por que tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Por que dizes que não se deve cometer adultério e o cometes? Por que abominas os ídolos e lhes roubas os templos? Por que tu, que te glórias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? (Rm 2.17-23)

Produzimos bondade quando temos interesse em perfumar a terra com ela. Podemos pensar as nossas vidas como sendo frascos de perfume. Enquanto o perfume está fechado, não passa de um frasco de perfume.

Ninguém sabe qual é o seu cheiro. Às vezes, o frasco é lindo. Às vezes, a marca é charmosa. Há muitos cristãos frascos.  Precisamos ser cristãos perfumes.

Se nos contentamos em ficar fechados em nós mesmos, não produzimos bondade.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

terça-feira, 1 de junho de 2021

SERVO BOM E FIEL

 Biblicamente, afirmar que alguém é bom é dizer que esta pessoa é semelhante a Deus. É a qualidade do cristão em ser generoso, de atitudes gentis, para com os outros sem interesses escusos, mas de maneira natural, como consequência de um caráter bondoso.

Jesus no trato com as pessoas agia de forma bondosa a ponto de afirmarem sobre ele: "Ele é bom", Jo. 7.12.

O Salmo 23:6 nos diz que certamente a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. Barnabé foi descrito como homem bom, cheio do Espírito e de fé: At 11.24.

Segundo o Senhor Jesus em Mt. 25.21, o servo mais digno de elogio é o “servo bom e fiel”. Mt. 12.32 declara que “O homem bom tira do tesouro bom coisas boas”.

As pessoas boas exercem uma influência silenciosa comparadas ao sal. Ser “Sal” é ser diferente do mundo nas atitudes essenciais de coração e mente. O cristão é comparado à luz que é manifesta, enquanto o sal fica escondido. As pessoas devem ver as nossas boas obras, pois a bondade cristã é ativa.

É por causa dos atos de bondade que uma pessoa bondosa é reconhecida, sem a prática de atos de bondade não se reconhece, não se identifica uma pessoa bondosa, por mais benigna que ela seja. Não basta aos cristãos serem benignos, têm que ser também bondosos.

Sorrir, ser simpática, cordata e amável pode tornar uma pessoa benquista, mas não é suficiente; A benignidade precisa ser externada através de ATOS de bondade. Daí porque a benignidade está intimamente ligada à bondade.

Atos de bondade, na intenção de Deus, são atos praticados sem se exigir (ou mesmo querer) lucro, recompensa ou retorno. Mais uma vez se faz necessário lembrar que SEM o Espírito de Deus ninguém consegue praticar essa bondade, não faz parte da essência do ser humano.

A Bíblia afirma a bondade como algo que dura para sempre (Sl.106.1; 107.1; Jr.33.11). Diz mais ainda em Mc.10.18, agora pela boca do Filho Jesus Cristo, que só Deus é bom.

Só produzimos o bem pela presença do Espírito conosco. Fora dEle, nossa inclinação é para o caos, não para a beleza; é para a maldade, não para a bondade.

O caos e a maldade são naturais; a beleza e a bondade são espirituais.

A palavra bom significa ser como Deus. Bondade é amor em ação, demonstra justiça fazendo o que é certo.

Pelo poder do Espírito Santo, a longanimidade, benignidade e bondade andam juntas e são marcas do caráter de Cristo, que devem estar refletidos em nós.

Por Litrazini

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Graça e Paz

terça-feira, 20 de abril de 2021

ENTÃO ELE NOS SALVOU

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares (Sl 46.1-2)

Para que saibais, e me creiais, e entendais que Eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. (Is 43.10)

Não porque fôssemos suficientemente bons para sermos salvos, mas por causa da sua bondade e compaixão - quando nos lavou dos nossos pecados e nos deu a nova alegria de sermos a morada do Espírito, que Ele derramou sobre nós com maravilhosa abundância - e tudo por causa daquilo que Jesus Cristo nosso Salvador fez. – (Tito 3.5-6)

Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de cânticos; então, se dizia entre as nações: Grandes coisas fez o Senhor a estes! Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres. (Sl 126.2-3)

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação que nós mesmos somos consolados por Deus (2 Co 1.3-4)

Porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração. (1 Sm 16.7)

Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz, no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo (João 16.33)

O qual (Cristo) é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades, tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. (Col 1.15-17)

Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade, porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra, teu é, Senhor, o reino, e tu te exaltaste sobre todos como chefe. E riquezas e glória vêm de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder, e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo. (1Cr 29.11-12)

Aquele que nem mesmo ao seu próprio filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas? (Rm 8.32)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 18 de junho de 2020

O OLHO DA DIVINA PROVIDÊNCIA

“Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados.” (Mt 10.29,30)

Vamos aprender a ver e a reconhecer a mão de Deus em tudo o que temos, e em tudo o que tivermos que enfrentar. Tal persuasão profunda e permanente de Deus, o Altíssimo, ordenando e governando sobre todas as nossas circunstâncias, como a luz que difunde um brilho e beleza sobre tudo o que nos rodeia.

Para considerarmos cada conforto da vida, como um efeito e uma prova do favor de Deus em relação a nós, que, como a pedra mágica da fábula – transforma todos os nossos bens em ouro, e carimba um valor sobre as coisas que o olho comum pode julgar como insignificantes.

O olho da Divina Providência está sobre cada pardal voando no campo. Também não podemos chamar propriamente quaisquer circunstâncias de nossas vidas como pequenas, uma vez que tais coisas a par de parecerem ser muito insignificantes em si mesmas, costumam dar à luz as coisas que se tornam mais importantes.

Por outro lado, para ser capaz de descobrir a sabedoria e a bondade de nosso Pai celestial, através da nuvem mais escura das angústias e aflições; ver todos as nossas provações designadas para nós – em número, peso e medida; nada nos vindo por acaso, nada sem necessidade; nada para nos apoiar; nada sem uma vantagem designada – que grande suporte deve ser esta verdade para a alma!

Tire esta verdade – e o homem é o mais desesperado, impotente e miserável objeto no mundo! Ele estaria ansiando por tudo o que ele não tem! Ele estaria igualmente sofrendo sob a pressão dos acontecimentos – e o medo do que poderá vir a acontecer! Ele seria responsável perante milhares de perigos insuspeitados – e ainda sendo incapaz de se proteger contra aqueles que são mais óbvios!

Vamos aprender o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, “O Pai celestial sabe o que é necessário, antes mesmo de lhe pedirmos!” “A terra é sua, e toda a sua plenitude;” e Sua bondade é igual ao Seu poder.

Em Cristo, Ele já nos tem dado mais de dez mil mundos! Você está pobre? Fique satisfeito por carregar o nome do Senhor. Seria muito fácil para Ele lhe dar grandes propriedades – como lhe suprir com o pão que você come, ou para manter a sua respiração em suas narinas. Mas Ele, vê que a pobreza é o melhor para você – Ele vê que a prosperidade poderia causar a sua ruína!

Portanto Ele lhe tem designado – a honra de ser a este respeito, conforme o seu Senhor, que, quando na Terra, “não tinha onde reclinar a cabeça!”

Texto de John Newton, traduzido e adaptado por Silvio Dutra.

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 25 de maio de 2016

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE MISERICÓRDIA E GRAÇA?

Misericórdia e graça são frequentemente confundidas. Embora os termos tenham significados semelhantes, graça e misericórdia não são a mesma coisa.

Para resumir a diferença: a misericórdia é Deus não nos castigando como merecem os nossos pecados e a graça é Deus nos abençoando apesar de não merecermos. Misericórdia é a libertação do julgamento, enquanto graça é estender bondade aos indignos.

Segundo a Bíblia, todos nós pecamos (Eclesiastes 7:20, Romanos 3:23, 1 João 1:8). Como resultado do pecado, todos nós merecemos a morte (Romanos 6:23) e julgamento eterno do lago de fogo (Apocalipse 20:12-15). Com isso em mente, todo dia que vivemos é um ato de misericórdia de Deus.

Se Deus nos desse tudo o que merecemos, todos estaríamos, agora, condenados por toda a eternidade. No Salmo 51:1-2, Davi clama: "Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado."

Um apelo a Deus por misericórdia é pedir a Ele que suspenda o julgamento que merecemos e, ao invés, conceda-nos o perdão que não merecemos.

Não merecemos nada de Deus. Deus não nos deve nada. Qualquer coisa boa que tivermos em nossas vidas é um resultado da graça de Deus (Efésios 2:5). Graça é simplesmente um favor imerecido. Deus nos dá coisas boas que não merecemos e que nunca poderíamos ganhar por nós mesmos.

Resgatados do julgamento pela misericórdia de Deus, a graça é tudo o que recebemos além dessa misericórdia (Romanos 3:24). A graça comum refere-se à graça soberana que Deus concede a toda a humanidade independentemente da sua posição espiritual diante dele, enquanto que a graça salvadora é a dispensa especial da graça pela qual Deus soberanamente concede imerecida assistência divina sobre os seus eleitos para a sua regeneração e santificação.

Misericórdia e graça são mais bem ilustradas na salvação disponível através de Jesus Cristo. Merecemos o julgamento, mas se recebermos Jesus Cristo como o nosso Salvador, recebemos a misericórdia de Deus e somos libertos desse julgamento.

Em vez de julgamento, pela graça recebemos a salvação, perdão dos pecados, vida abundante (João 10:10) e uma eternidade no céu, o lugar mais maravilhoso que se possa imaginar (Apocalipse 21-22).

Por causa da misericórdia e graça de Deus, nossa resposta deve ser cair de joelhos em adoração e ação de graças. Hebreus 4:16 declara: "Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade."

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O Fruto do Espírito

“MAS O FRUTO DO ESPÍRITO é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança(domínio próprio). Contra essas coisas não há lei” (Gl 5.22-23).

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no cristão à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o cristão) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido: 2 Co 6.6; Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,
Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz: Ef 4.2,3; porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade Ef, 5.9; Cl 3.2-15; 2 Pe 1.4-9). 

O fruto do Espírito inclui:
(1) “Amor” (gr. agape), i.e., o interesse a busca do bem de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1 Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que creem em Cristo (Sl 119.16; 2 Co 6.10; 12.9; 1 Pe 1.8).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o cristão e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1 Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2 Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1 Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13). 

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1 Tm 6.12; 2 Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com equidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2 Tm 2.25; 1 Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2 Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

(9) “Temperança” (domínio próprio) (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1 Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O cristão pode – e realmente deve – praticar essas virtudes continuamente.

Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos. 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini
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Graça e Paz

sábado, 24 de novembro de 2012

Quando nós os amamos, nós o amamos


 “Quando vocês fizeram uma destas coisas a alguém negligenciado ou ignorado, era eu – vocês o fizeram a mim”.(Mt. 25.40) (MSG) 

Há muitas razões para ajudar os necessitados. 

“A benevolência é um bem para o mundo”. 

“Todos nós flutuamos no mesmo oceano. Quando a maré sobe, ela beneficia a todos”. 

“Livrar alguém da pobreza é liberar o potencial dessa pessoa como um pesquisador, professor ou médico”. 

“Quando diminuímos a pobreza e a doença, reduzimos a guerra e as atrocidades. Pessoas saudáveis e felizes não ferem umas às outras”. 

A compaixão tem uma dúzia de defesas. Mas para os cristãos, nenhuma é superior a esta: quando amamos os necessitados, estamos amando Jesus. É um mistério além da ciência, uma verdade além da estatística. Mas é uma mensagem que Jesus deixou clara como cristal: quando nós os amamos, nós o amamos. 

Este é o tema do seu último sermão. A mensagem que ele deixou por último. Ele deve querer este ponto carimbado em nossa mente. Ele descreveu a cena do juízo final. O último dia, o grande Dia do Juízo. Nesse dia Jesus emitirá uma ordem irresistível. Todos virão. De navios naufragados e de cemitérios esquecidos, eles virão. De túmulos reais e de campos de batalha cobertos de grama, eles virão. De Abel, o primeiro a morrer, à pessoa sendo enterrada no momento em que Jesus chamar, todos os seres humanos da história estarão presentes. 

Todos os anjos estarão presentes. Todo o universo celestial testemunhará o evento. O desfecho surpreendente. Em algum momento Jesus “separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes” (Mt. 25.32). Os pastores fazem isto. Eles andam pelo rebanho e, um a um, com o uso de uma vara conduzem os bodes em uma direção e as ovelhas em outra. Gráfico, este pensamento do Bom Pastor percorrendo o rebanho da humanidade. Você. Eu. Nossos pais e filhos. “Max, vá por aqui”. “Ronaldo, lá”. “Maria, deste lado”. 
 

Como uma pessoa pode imaginar este momento sem o aparecimento repentino desta pergunta imprescindível:

O que determina sua escolha? Como Jesus separa as pessoas? 

Jesus dá a resposta. Aqueles à direita, as ovelhas, serão aqueles que o alimentaram quando ele estava com fome, que o trouxeram água quando ele estava com sede, que lhe deram hospedagem quando ele estava solitário, roupa quando ele estava nu e consolo quando ele estava doente ou preso. A marca do salvo é a sua preocupação com os necessitados. A compaixão não os salva – ou nós. A salvação é a obra de Cristo. A compaixão é consequência da salvação. 

As ovelhas responderão com uma pergunta sincera: quando? Quando nós o alimentamos, visitamos, vestimos ou consolamos (versículos 34-39)? 

Jesus relatará, um a um, todos os atos de bondade. Cada ação feita para melhorar a situação de outra pessoa. Mesmo as menores. Na verdade, todas elas parecem pequenas. Dar água. Oferecer comida. Compartilhar roupa. As obras de misericórdia são ações simples. E ainda assim, nestas simples ações nós servimos Jesus. Espantosa é esta verdade: nós servimos Cristo servindo as pessoas necessitadas. 

Algumas delas moram em nossa vizinhança; outras moram nas selvas onde você não consegue entrar e têm nomes que você não consegue pronunciar. Algumas delas brincam em favelas de papelão ou vendem sexo em uma rua movimentada. Algumas delas caminham por três horas para conseguir água ou esperam o dia inteiro por uma dose de penicilina. Algumas delas trouxeram suas aflições para si mesmas e outras herdaram a confusão dos seus pais. 

Nenhum de nós pode ajudar todas as pessoas. Mas todos nós podemos ajudar alguém. E quando as ajudamos, nós servimos Jesus. Quem gostaria de perder uma chance de fazer isso? 

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo. Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar” (Mt. 25.34-46) (NTLH). 

Senhor, onde eu o vi ontem... e não o reconheci? Onde eu o encontrarei hoje... e falharei em o identificar adequadamente? Meu Pai, dê-me olhos para ver, um coração para responder e mãos e pés para servi-lo em qualquer lugar que o senhor me encontrar! Transforme-me, Senhor, pelo seu Espírito em um servo de Cristo, que se alegra em atender as necessidades dos que estão ao meu redor. Faça de mim um letreiro da sua graça, um anúncio vivo das riquezas da sua compaixão. Eu almejo ouvi-lo dizer para mim um dia, “Muito bem, servo bom e fiel”. E eu oro para que hoje eu seja esse servo fiel que faz bem ao fazer o bem. Em nome de Jesus eu oro, amém.

Autor: Pr. Max Lucado

Por Litrazini:
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Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.