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domingo, 6 de outubro de 2013

Faça a sua escolha ...

Certo dia, um casal ao chegar do trabalho encontrou algumas pessoas dentro de sua casa. Achando que eram ladrões, marido e mulher ficaram assustados, mas um homem forte e saudável, com corpo de halterofilista disse:
- Calma pessoal, nós somos velhos conhecidos e estamos em toda parte do mundo.
– Mas quem são vocês? – pergunta a mulher.
- Eu sou a Preguiça – responde o homem másculo. – Estamos aqui para que vocês escolham um de nós para sair definitivamente da vida de vocês.
– Como pode você ser a preguiça se tem um corpo de atleta que vive malhando e praticando esportes? – indagou a mulher. – A preguiça é forte como um touro e pesa toneladas nos ombros dos preguiçosos, com ela ninguém pode chegar a ser um vencedor.

Uma mulher velha curvada, com a pele muito enrugada, que mais parecia uma bruxa diz:
- Eu, meus filhos, sou a Luxúria.
– Não é possível! – diz o homem – Você não pode atrair ninguém com essa feiúra.
– Não há feiúra para a luxúria, queridos. Sou velha porque existo há muito tempo entre os homens; sou capaz de destruir famílias inteiras, perverter crianças e trazer doenças para todos até a morte. Sou astuta e posso me disfarçar na mais bela mulher.

E um mau-cheiroso homem, vestindo roupas maltrapilhas, que mais parecia um mendigo, diz:
- Eu sou a Cobiça, por mim muitos já mataram, por mim muitos abandonaram famílias e pátria; sou tão antigo quanto a Luxúria, mas eu não dependo dela para existir.

- E eu, sou a Gula. – diz uma lindíssima mulher com um corpo escultural e cintura finíssima. Seus contornos eram perfeitos e tudo no corpo dela tinha harmonia de forma e movimentos. Assustam-se os donos da casa, e a mulher diz:
- Sempre imaginei que a gula seria gorda.
– Isso é o que vocês pensam! – responde ela. – Sou bela e atraente, porque se assim não fosse seria muito fácil livrarem-se de mim. Minha natureza é delicada, normalmente sou discreta, quem tem a mim não se apercebe, mostro-me sempre disposta a ajudar na busca da luxúria.

Sentado em uma cadeira num canto da casa, um senhor, também velho, mas com o semblante bastante sereno, com voz doce e movimentos suaves, diz:
- Eu sou a Ira. Alguns me conhecem como cólera. Tenho muitos milênios também. Não sou homem, nem mulher, assim como meus companheiros que estão aqui.
– Ira? Parece mais o vovô que todos gostariam de ter! – diz a dona da casa.
– E a grande maioria me tem! – responde o vovô. – Matam com crueldade, provocam brigas horríveis e destroem cidades quando me aproximo. Sou capaz de eliminar qualquer sentimento diferente de mim, posso estar em qualquer lugar e penetrar nas mais protegidas casas. Mostro-me calmo e sereno para mostrar-lhes que a Ira pode estar no aparentemente manso. Posso também ficar contido no íntimo das pessoas sem me manifestar, provocando úlceras, câncer e as mais temíveis doenças.

- Eu sou a Inveja. Faço parte da história do homem desde a sua criação,  - diz uma jovem que ostentava uma coroa de ouro cravada de diamantes, usava braceletes de brilhantes e roupas de fino pano, assemelhando-se a uma princesa rica e poderosa.
– Como inveja, se é rica e bonita e parece ter tudo o que deseja?  - diz a mulher da casa.
– Há os que são ricos, os que são poderosos, os que são famosos e os que não são nada disso, mas eu estou entre todos. A inveja surge pelo que não se tem e o que não se tem é a felicidade. Felicidade depende de amor, e isso é o que de mais carece a humanidade... Onde eu estou, esta também a Tristeza.

Enquanto os invasores se explicavam, um garoto, que aparentava cerca de cinco a seis anos, brincava pela casa. Sorridente e de aparência inocente, característica das crianças, sua face de delicados traços mostravam a plenitude da jovialidade, olhos vívidos... E você, garoto, o que faz junto a esses que parecem ser a personificação do mal? O garoto responde com um sorriso largo e olhar profundo:
- Eu sou o Orgulho.
– Orgulho? Mas você é apenas uma criança? Tão inocente como todas as outras. O semblante do garoto tomou um ar de seriedade que assustou o casal, e ele então diz:
- O orgulho é como uma criança mesmo, mostra-se inocente e inofensivo, mas não se enganem, sou tão destrutível quanto todos aqui, quer brincar comigo?

A Preguiça interrompe a conversa e diz:
- Vocês devem escolher quem de nós sairá definitivamente de suas vidas. Queremos uma resposta. O homem da casa responde:
- Por favor, dêem dez minutos para que possamos pensar.

O casal se dirige para seu quarto e lá fazem várias considerações. Dez minutos depois retornam.
– E então? – pergunta a Gula.
– Queremos que o Orgulho saia de nossas vidas. O garoto olha com um olhar fulminante para o casal, pois queria continuar ali. Porém, respeitando a decisão dirige-se para a saída. Os outros, em silêncio, iam acompanhando o garoto quando o homem da casa pergunta:

- Ei! Vocês vão embora também? O Menino, agora com ar severo e com a voz forte de um orador experiente, diz:
- Escolheram que o Orgulho saísse de suas vidas e fizeram a melhor escolha, Porque onde não há orgulho não há Preguiça pois os preguiçosos são aqueles que se orgulham de nada fazer para viver, não percebendo que na verdade vegetam.
- Onde não há orgulho não há luxúria pois os luxuriosos têm orgulho de seus corpos e julgam-se merecedores. Onde não há orgulho, não há cobiça pois os cobiçosos têm orgulho das migalhas que possuem, juntando tesouros na terra e invejando a felicidade alheia, não percebendo que na verdade são instrumentos do dinheiro.
- Onde não há orgulho, não há gula pois os gulosos se orgulham de suas condição e jamais admitem que o são, arrumam desculpas para justificar a gula, não percebendo que na verdade são marionetes dos desejos. Onde não há orgulho, não há ira, pois os irosos com facilidade destroem aqueles que, segundo o próprio julgamento, não são perfeitos, não percebendo que na verdade sua ira é resultado de suas próprias imperfeições. Onde não há orgulho não há inveja, pois os invejosos sentem o orgulho ferido ao verem o sucesso alheio seja ele qual for; precisam constantemente superar os demais nas conquistas, não percebendo que na verdade são ferramentas da insegurança.

Saíram todos sem olhar para trás, e, ao baterem a porta, um fulminante raio de luz invadiu o recinto.

Transcrito Por Litrazini:


Graça e Paz

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Masturbação é ou não uma prática pecaminosa?


Abordar o tema masturbação à luz da Palavra de Deus não é algo simples. E, por pastores, líderes e pais fugirem desta responsabilidade, não discutindo o assunto por medo, tabu ou falta de informação, o conflito na mente de muitos jovens persiste.

A consequência disso é que alguns desses jovens, desinformados, poderão adotar tal prática, sucumbindo à culpa neurótica ou refugiando-se na educação secular e em padrões mundanos, que contrariam os princípios que Deus estabeleceu para o desenvolvimento sadio e equilibrado do ser humano. Isso traz sérios problemas à vida espiritual, psíquica e emocional.

A masturbação é uma prática pecaminosa à luz da Palavra de Deus. E, talvez a maior dificuldade de alguns para lidar com a questão seja a inegável realidade da explosão hormonal na puberdade e o fato de a Bíblia não proibir explicitamente esta prática — o que não nos impede de deliberar sobre o assunto, com base em textos mais genéricos, como os que estão em Gênesis 2.24, 38.6-8, Romanos 6.12, 1 Coríntios 6.12 e 1 Tessalonicenses 4.3-5.

Em Gênesis 2.24, somos informados de que Deus criou o homem e a mulher. Eles foram criados com órgãos genitais distintos e a libido, o desejo de união sexual, a fim de saciarem os seus desejos mais íntimos de companhia, de intimidade e de afetividade — necessidades que só são plenamente satisfeitas a partir do casamento, da união legal entre um homem e uma mulher que deixaram afetiva, econômica e geograficamente os pais, ou seja, que atingiram a maturidade. Sendo assim, o ato pelo qual alguém exercita sua sexualidade solitariamente, proporcionando a si mesmo o orgasmo, é uma prática contrária ao projeto de Deus para a vida do ser humano. 

Além disso, alguém consegue masturbar-se sem imaginar um ato sexual, sem ter fantasias eróticas e sem deixar-se dominar pela lascívia ou pela luxúria? Após ceder à masturbação, a pessoa consegue ficar isenta da vergonha e da culpa?

Em Gênesis 38.6-8, encontramos o caso de Onã, que, agindo de maneira egoísta, tinha relação sexual com a esposa, mas derramava o sêmen na terra. Era uma masturbação disfarçada. Por isso, outro nome que dão à masturbação é onanismo.

Deus dotou o ser humano com um código moral, e toda vez que o infringimos há tristeza, dor, culpa, porque o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23). E quando uma pessoa é subjugada por algo, ainda que seja um desejo legítimo, ela se torna escrava (2 Pedro 2.19). 

Daí a recomendação de Paulo em Romanos 6.12: Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências. A conclusão do apóstolo é salutar: Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma (1 Coríntios 6.12).

Em suma, não apenas a masturbação, mas qualquer prática sexual sem o compromisso do casamento entre um homem e uma mulher está fora do projeto de Deus, é pecaminosa e traz consequências funestas para o ser humano.

SUGESTÕES DE LEITURA:

Lucas 19.10; Gálatas 5.16,24; Colossenses 3.5; 1 João 2.17

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz




Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.