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terça-feira, 27 de maio de 2025

FIRME CONTRA AS CILADAS DO MALIGNO

Todo cristão vive entre o já e o ainda não.

Por um lado, já somos salvos pelo Senhor Jesus Cristo e já vencemos Satanás, mas ainda não estamos totalmente livres de seus ataques.

O cristão é o combatente que vive exatamente nesse período.

A batalha decisiva foi travada e ganha no Calvário, Cl 2.13-15.

Mas daí até o final de toda a guerra ocorre o intervalo em que o cristão tem de mostrar sua firmeza e confiança na Palavra, Jo 16: 33, 1 Co 3: 10-15.

Sempre temos de nos lembrar de que:

O inimigo está vencido.

Ele opõe-se ao Evangelho, Mt 13.19; cega e engana, 2 Co 4.4; aflige, Jó 1.12 e tenta o povo de Deus, 1 Ts 3.5.

Mas Jesus já o venceu na cruz, 1 Jo 3.8.

O inimigo é limitado.

Ele não é onipotente, onipresente e nem onisciente, atributos unicamente divinos, Is 40.12-15; Sl 139.1-16; Jr 23.23,24.

Há vitória no sangue de Jesus, Ap 12: 11.

Devemos assumir a posição de guerreiros e expulsar toda influência de Satanás de nossas vidas, Tg 4.7-8; Mt 12.25-29.

A armadura de Deus mantém o cristão firme contra as ciladas do diabo e lhe dá condições de vencer essa batalha de fé, Ef 6.10-20.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

INABALÁVEIS CONTRA ATAQUES MALIGNOS

A Palavra de Deus é uma espada de dois gumes (Hb. 4.12) poderosa contra os ataques do inimigo. É necessário que usemos esta nossa arma espiritual em qualquer tipo de luta em que o inimigo nos desafiar.

Jesus utilizou a Palavra, para derrotar o diabo na tentação do deserto. (Mt. 4.1-11). Cite as Escrituras e ele fugirá de vós; Use-a como uma espada e você afastará as tentações para bem longe de você.

Fale tudo com sabedoria, mas só após orar. Comece, continue e termine tudo com oração. A arma mais poderosa, a artilharia mais pesada que temos é a Oração. “Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica...” (Ef. 6.18).

Podemos orar tanto com o intelecto quanto com as línguas que Deus nos conceder.

Em qualquer situação, a qualquer momento, por qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, devemos orar.

Quando o Espírito nos dirige, podemos orar em toda e qualquer ocasião. A oração é um míssil que o diabo nunca pode interceptar.

O leão está sempre atento à procura dos mais fracos. Da mesma forma os demônios vivem à caça de pessoas para oprimi-las.

Os poderes do mal são muito fortes e cruéis. Mas jamais nos esqueçamos que as armas, as quais Deus nos deu, são suficientes para enfrentarmos todo o ataque do inimigo. Ele até poderá nos ameaçar, a fim de insinuar que não conseguiremos vencer

“Dar-te-eis as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus”. (Mt. 16.19).

“Chamou Jesus os doze e passou a enviá-los de dois a dois, dando-lhes autoridades sobre os espíritos imundos”. (Mc. 6.7)

“Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados”. Mc. 16.17.

Nossas orações minam o território do diabo e com as armas invencíveis do Todo poderoso, permanecemos inabaláveis.

“Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem: em meu nome, expelirão demônios; falarão movas línguas; pegarão em serpentes; se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados”. Mc. 16.17.

“Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo poder do inimigo, e nada, absolutamente, vos causará dano”. (Lc. 10.19).

Lidiomar T. Granatti / Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Podemos repreender Satanás?

PODEMOS e devemos. O relato de Judas 9 não é motivo para entendermos que os espíritos malignos não podem ser repreendidos pela igreja. 

Está escrito: “Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda” (Judas 9).

Um leitor apressado concluirá que os crentes não devem repreender Satanás, uma vez que o arcanjo Miguel, superior em poder, não o fez.

Há uma diferença fundamental entre ver e enxergar; entre ouvir e escutar; entre ler e meditar. Para enxergar e escutar, os sentidos da audição devem estar bem apurados, focados no que se deseja ver e ouvir. 

A Bíblia diz que são felizes e prósperos – não se confunda aqui prosperidade com riqueza material – os que meditam na lei do Senhor (Sl 1). Pela meditação, com ajuda do Espírito Santo, o estudante da Bíblia penetra fundo na verdade revelada. Na meditação, pensamos, repensamos, indagamos. Qual a essência da verdade que o texto revela? Essa verdade está de conformidade com outras passagens da Bíblia, ou está conflitante?

O homem poderá até conhecer toda a Bíblia, decorar tudo. Terá um conhecimento intelectual e será admirado por muitos. Porém, sem meditação, ficará sujeito a cometer muitos erros de interpretação. 

O arcanjo “não se atreve a pronunciar juízo de maldição contra o diabo”. Para passar à segunda parte do versículo, precisa o leitor, antes, entender o que significa “juízo de maldição”. Vejamos o que dizem algumas bíblias:
(1) Bíblia de Jerusalém, escrita por teólogos católicos e evangélicos: “O arcanjo não se atreveu a pronunciar uma sentença injuriosa contra Satanás”;
(2) Bíblia de Estudo Pentecostal, comentários: O arcanjo não intentou insultar Satanás com palavra (juízo) difamatória;
(3) Testemunhas de Jeová: “O arcanjo Miguel não se atreveu a lançar um julgamento contra ele, em termos ultrajantes, e disse: Jeová te censure”.

Entende-se que o arcanjo Miguel não se atreve a repreender o diabo com injúrias, difamações, insultos, desafios e palavras abusivas de ódio, de condenação, ou com gracejos e piadas. Portanto, a igreja, em suas palavras de ordem contra o Maligno, não deve usar esse tipo de repreensão. 

Em segundo lugar, convém conhecermos o significado de “repreender”. Do grego `epitamao´, significa “advertir”, “reprovar”. A repreensão pode ser severa, difamatória, agressiva e até com violência física, como alguns pais fazem com seus filhos. Ou pode ser uma repreensão branda, tolerante e persuasiva. É exemplo a recomendação em 2 Timóteo 4.2, que ordena repreender com longanimidade (paciência). 

Vejamos dois casos em que Jesus “repreendeu” demônios:
(1) “E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele” (Mc 1.25).
(2) “E repreendeu Jesus o demônio, que saiu dele [do lunático], e desde aquela hora o menino sarou” (Mt 17.18). 

Usando os poderes que nos foram outorgados por Jesus, conforme Marcos 16.17, a igreja repreende os espíritos malignos com palavras de ordem. Em nome de Jesus, ordenamos que fiquem calados, ajoelhados, com as mãos para trás e finalmente os expulsamos. Admito que a maior repreensão lançada contra o diabo é expulsá-lo de uma pessoa por ele escravizada. 

Os demônios ficam em situação confortável em igrejas que os tratam respeitosamente. Sabem que podem entrar e sair delas com suas vítimas, sem serem incomodados.

Portanto, podemos e devemos repreender Satanás com palavras de ordem, em nome de Jesus, sem necessidade de insultos, difamação e outras atitudes abusivas

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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