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terça-feira, 2 de agosto de 2022

INGRATIDÃO E DESRESPEITO COM DEUS

Quando começamos a murmurar é sinal de que estamos duvidando de Deus e acabamos dando brecha para o inimigo, fazemos exatamente o que ele quer.

Por vezes quando as coisas não saem do jeito que queremos e não entendemos o propósito de Deus, começamos a reclamar, erramos, pois reclamar não vai resolver o problema.

Lembremo-nos do povo de Deus, que passou quarenta anos no deserto por causa da murmuração.

Geralmente, quando murmuramos, nos esquecemos que o Deus que servimos é capaz de fazer muito mais do que pedimos, ou pensamos (Ef. 3.20).

Deus sabe das nossas necessidades e o que é melhor para nós.

Não se engane, o caminho da murmuração é a semente do próprio demônio, plantada no coração.

Troque a murmuração pelo louvor, pela adoração!

A murmuração é uma declaração de insatisfação para com Deus e, quase sempre descamba numa reclamação contra Deus.

Revela a falta de gratidão, respeito, sabedoria e falta de fé.

A murmuração, além de não resolver, só agrava o problema, e é uma declaração antecipada de derrota. 

É uma afirmação de incredulidade. Quando murmuramos, estamos dizendo de forma indireta para Deus que não confiamos nele, nem nos seus propósitos.

Devemos descansar em Deus e confiar.

Nunca duvide do poder de Deus, é justamente em circunstâncias difíceis que percebemos como é grande o poder de Deus, para sua honra e glória.

Nunca duvide do amor de Deus, o amor de Deus por você é incondicional. Ele o amará em todas as circunstâncias.

Nunca murmure diante de Deus, quanto mais você murmurar, mais demorará a libertação de Deus para sua vida.

Sempre escute a voz de Deus, preste atenção no que Ele está falando, através das pessoas, da Bíblia, das circunstâncias.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

    

sábado, 9 de abril de 2011

Deus guarda a quem ama por onde quer que vá

Então Natã disse a Davi: Tudo quanto tens no teu coração faze, porque Deus é contigo. (1Cr.17.2)

Que coisa gloriosa!! Seria esse um dos motivos de Davi ser um homem segundo o coração de Deus?

E nós, ouviríamos isso do Senhor?

De que temos enchido o nosso coração?

De sentimentos que em vez de agradar a Deus, O entristece? Tipo:

Mágoa, ressentimento, ódio, ira, tristeza, revolta, murmuração..., ou de amor, alegria, bondade, misericórdia, perdão e por aí vai...

Tem uma ilustração que deixa isso muito claro, veja:

O neto aproxima-se do avô cheio de raiva no coração porque seu melhor amigo havia cometido uma injustiça: O velho diz:

- "Deixe-me contar-lhe uma história."

- "Muitas vezes senti grande ódio daqueles que 'aprontaram' especialmente quando percebia a maldade ou quando eles não se arrependiam. Todavia, com o tempo aprendi que o ódio nos corrói, mas não fere seu inimigo. É como tomar veneno ao desejar que o inimigo morra. Passei a lutar contra esses sentimentos". E o experiente homem continuou:

- "Tenho a sensação de que existem dois lobos dentro de mim."

- "Um dos lobos é bom, só quer o bem, e não magoa ninguém. Esse lobo vive em harmonia com o universo ao seu redor, e não se ofende, não fica vendo, no que não entende, agressões. Esse lobo só luta quando é certo lutar, e quando luta, o faz da maneira correta."

- "Mas, ah!, o outro lobo é cheio de raiva. Mesmo pequeninas coisas provocam sua ira! Ele briga com todos, o tempo todo, sem motivo. Ele não consegue nem pensar, porque sua raiva e seu ódio são tão grandes que ocupam toda sua energia mental. É uma raiva inútil, porque essa raiva não mudará o mundo!"

- "As vezes, é difícil conviver com os dois lobos dentro de mim, porque ambos tentam dominar meu espírito"

O garoto - atento - olhou intensamente nos olhos do Avô e carinhosamente perguntou:

- "Qual deles vence, Vovô?"

O Avô sorriu e respondeu baixinho:

- "Aquele que eu alimento mais freqüentemente" (A.D.)

Qual lobo está mais gordo na sua vida?

Lembrando sempre que fazemos o ambiente que convivemos, se for festa, mesmo com nosso interior triste, não digo que ficaríamos alegres, mas pelo menos ameniza a tristeza; Se for a um velório, por mais alegre que esteja, seria contagiado pela atmosfera fúnebre; daí a necessidade de estar sempre expurgando as coisas ruins e motivando, senão cultivando as boas em nossas vidas.

Ao proceder dessa forma, damos autoridade á Deus para renovar todas as coisas através da benção, mesmo em meio aos problemas (geralmente, instrumentos divinos de crescimento).

Ao murmurar damos autoridade à Satanás, pois estamos entristecendo o coração do Pai Celestial, contrariando e desobedecendo a sua Palavra que nos alerta a dar graças em todas as coisas, inclusive naquelas que aparentemente são ruins.

Portanto para ser uma pessoa que agrade ao Senhor e para usufruir de sua presença, precisamos estar constantemente vigilantes no que falamos ou fazemos, reciclar os nossos sentimentos, pedir para o Espírito Santo do Senhor selar os nossos lábios, uma vez que Lucas nos adverte em LC. 6.45: O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.

Que possamos estar empenhados em buscar a Deus, principalmente em agradar o seu coração e estar no centro de sua vontade e, fazer do versículo de 1Cronicas 18.6b que diz: ... e o SENHOR guardava a Davi, por onde quer que ia, uma realidade nas nossas vidas.

Graça e Paz

Lidiomar T. Granatti

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Insatisfação? Servos? Ahhh!! Filhos!!

“... aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez”. (Fp. 4.11,12).

A insatisfação tem sido um dos traços mais marcante da vida de muitos que se abrigam na casa de Deus. Vivem sob o teto do Pai, procuram servi-lo e obedecer-lhe, mas intimamente se sentem descontentes e frustrados. Vivem a murmurar, a reclamar, a remoer os insucessos, as injustiças e os desafetos, numa disposição de alma amarga e sombria.

Há um grande número de pessoas cuja relação com Deus se reduz tão somente a sentimentos de obrigação e segurança. Seguem-no por medo ou por costume. Servem-no por dever ou por interesse.

O resultado é uma vida sem alegria, sem abundância, sem realizações, uma vida insatisfeita. E é claro que não é esse tipo de existência que o Senhor quer para seus filhos. Ele quer que vivamos satisfeitos.

Quando a nossa insatisfação se traduz em reclamações, amargura de alma, murmurações e pessimismo, estamos declarando a Deus que ele, afinal de contas, não é um pai tão bom assim. Aquele que serve a Deus por obrigação, por vezes, duvida da alegria do crente sincero, simples e profundamente abençoado. Sente-se preterido, discriminado, menos amado pelo Senhor.

Há muitos que vivem insatisfeitos, mas, são incapazes de admitir o fato para si mesmo, para outros e muito menos para Deus.

”Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (Jo. 15.15). Ele quer mais do que servos; quer filhos.

O Pai celestial quer filhos que possam desfrutar da sua comunhão e das suas misericórdias em amor. Porém, com freqüência, manisfestamos um coração de servo, e não de filho; uma disposição de interesse, e não de amor.

Quando nos regemos pela obrigação, experimentamos insatisfação e migalhas, deixamos de gozar da vida abundante que Cristo conquistou para nós na cruz.

Deus se relaciona conosco pelo amor, não pela obrigação. Trata com gente, não com coisas e, opera através de relacionamento.

O amor é a essência da vida cristã e não há outra forma de vivermos contentes e satisfeitos a não ser, amando a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.