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sábado, 3 de maio de 2025

MUDANÇA PRÉVIA DE OPINIÃO

Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte. (2Co 7.10)

Arrependimento verdadeiro implica uma mudança de opinião com respeito à natureza do pecado;

Esta mudança de opinião vai seguida de uma mudança correspondente dos sentimentos com respeito ao pecado.

O sentimento é o resultado do pensamento.

A mudança de opinião é tal que produz uma mudança correspondente de sentimento;

Se a opinião é reta e há o sentimento correspondente, isto é verdadeiro arrependimento.

A opinião adotada agora deve ser uma opinião semelhante a que Deus tem com respeito ao pecado.

A tristeza segundo Deus, tal como Deus requer, deve proceder de um ponto de vista com respeito ao pecado como o que tem Deus.

Uma mudança de opinião com respeito à natureza do pecado.

Para o que se arrependeu verdadeiramente o pecado lhe parece algo muito diferente que a aquele que não se arrependeu.

O coração nunca vai a Deus com um verdadeiro arrependimento a menos que haja uma mudança prévia de opinião;

Não há arrependimento genuíno sem uma mudança de opinião.

O homem passa a ver o pecado em sua tendência, como destruidor para ele, e para os demais, a alma e o corpo, para o tempo e a eternidade, e discordando com tudo o que é bom e feliz no universo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Cristão pode envolver-se com política?


Muitos evangélicos já me criticaram por causa de minha postura diante de questões políticas. A maior parte das críticas dizia que cristão não podia envolver-se com política. No entanto, todos os que fazem parte da Igreja de Cristo precisam entender que pertencem a um contexto social.

A Bíblia apresenta o ser humano como um ser biológico, psicológico, sociológico e espiritual, mas a maioria dos evangélicos se limita a pensar sobre questões espirituais. Para estes digo que não podemos espiritualizar tudo e pensar que somos anjos e ainda não herdamos o céu.

Lamentavelmente, cresci ouvindo muitos dizerem que política é coisa do diabo. Mas isso não é culpa dos cristãos, e sim dos pastores que não ensinaram ao seu rebanho a importância de exercerem a cidadania. Por causa disso, todos que estão em evidência, os ministros, os políticos, os professores, os filósofos, a mídia e os artistas, podem influenciar o povo a respeito das eleições. Mas o pastor não, porque isso seria um equívoco.

Sempre fiz questão de acompanhar projetos que estão diretamente ligados à família, à liberdade de religião e de expressão e à saúde pública. Por diversas vezes, participei de audiências públicas no Congresso Nacional. Em uma delas, somei forças para ajudar a derrotar projetos que sancionavam o aborto e presenciei a discussão sobre o estatuto da família, que realizou amplo debate a respeito de um projeto de lei que favorece os homossexuais (o PL 122).

Faço isso porque gosto de estar atento à realidade política, acompanhar os noticiários, informar-me sobre os assuntos, analisar os fatos e participar das questões que influenciam a nossa sociedade e ferem os princípios cristãos e da família. É um direito meu e seu como cidadãos brasileiros e um privilégio, visto que muitas nações não respeitam a democracia.

Por isso, é também de suma importância termos pessoas que professam a nossa fé em cargos políticos, para expor nossa necessidade, defender nossa posição a respeito dos assuntos em pauta e defender leis que estejam em harmonia com a Lei de Deus.

Graças ao Senhor, os evangélicos começaram a compreender que não vivem isolados na terra, e despertaram para o exercício da cidadania. Afinal, existem questões para as quais não basta orar; é preciso também agir. Usufruamos, então, da democracia, para debater ideias até chegar a um consenso.

Claro que não alcançaremos a unanimidade. Nem mesmo Jesus, com Sua surpreendente sabedoria e Seu senso de justiça, agradou a todos. Mas, o que não podemos fazer é enclausurar-nos na igreja e pensar que as decisões políticas não nos atingirão.


Faz parte do nosso dever de cidadão ter uma firme e embasada opinião sobre os projetos, as leis e as decisões que regem nosso país. Estamos debaixo da lei máxima que guia nossa vida, a Palavra de Deus. Porém, enquanto estivermos na terra, deveremos respeitar a Constituição que rege o Brasil.

Já que podemos discutir e expressar nossa opinião, vamos apoiar as causas que defendem os princípios cristãos e, principalmente, zelar pelo voto consciente durante os pleitos eleitorais. Essa atitude significa sair da posição “isso não é comigo” e praticar a cidadania.

Pr. Silas Malafaia - Verdade Gospel

Transcrito por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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