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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

A FALTA DE PERDÃO É UMA PRISÃO

Quem não perdoa, está preso. Lemos em Mateus 18.34: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida”. A palavra verdugo significa “torturador”. Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição. A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa.

Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas: angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc.

Muita gente tem sofrido com a falta de perdão. Outro dia ouvi alguém dizendo que o ressentimento é o mesmo que você tomar diariamente um pouco de veneno, esperando que quem te magoou venha a morrer. A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu. Por isso sempre digo a quem precisa perdoar: – “Já não basta o primeiro sofrimento, porque acrescentar um outro maior (a mágoa)”?

lguns acham que o perdão é um benefício para o ofensor. Porém, eu digo que o benefício maior não é o que foi dado ao ofensor, mas sim o que o perdão produz na vítima, naquele que está ferido. Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada.

Em outra porção das Escrituras (onde o contexto dos versículos anteriores é o perdão), vemos o Senhor Jesus nos advertindo do mesmo perigo:

“Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo”. (Mt 5.25,26)

Não sei exatamente como é está prisão, mas sei que Cristo não estava brincando quando falou dela. A falta de perdão me prende e pode prender a vida de mais alguém. Isto é um fato comprovado. Tenho presenciado gente que esteve presa por tantos anos, e ao decidir perdoar foi imediatamente livre. Isto também pode acontecer com você, basta decidir perdoar.

SEGUINDO O EXEMPLO DIVINO

Como deve ser o perdão? A pessoa tem que pedir o perdão ou merecê-lo para poder ser perdoada? Não. Devemos perdoar como Deus nos perdoou: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou”. (Ef 4.32)

O texto bíblico diz que nosso perdão e reconciliação horizontal deve seguir o exemplo da que Deus em Jesus praticou para conosco. Então, basta perguntar: – “Fizemos por merecer o perdão de Deus? Não. Então nosso ofensor também não precisa fazer por merecer”.

O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento. O apóstolo Paulo falou aos efésios que o perdão é fruto de um coração compassivo e benigno. O perdão flui da benignidade do nosso coração, e não por haver ou não benignidade no ofensor.

Jesus disse que se eu souber que alguém tem algo contra mim, devo procurá-lo para tentar a reconciliação. Mesmo se tal pessoa não me procurar ou nem mesmo quiser falar comigo, tenho que ter a iniciativa, tenho que tentar. Deus ofereceu perdão gratuito a todos, independentemente de qualquer comportamento, e Ele é nosso exemplo!

Pr. Luciano Subira

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

domingo, 21 de abril de 2019

QUEM ERAM OS ESPÍRITOS EM PRISÃO?"


Os "espíritos em prisão" são mencionados no contexto do que Jesus fez no tempo entre Sua morte e ressurreição.

1 Pedro 3:18-20 diz: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito, no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão, os quais, noutro tempo, foram desobedientes quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca".

Note que o corpo de Jesus estava morto e aguardando a ressurreição, mas Ele estava espiritualmente vivo durante o tempo em que visitou os espíritos em prisão. Como pano de fundo

Sabemos quatro coisas sobre os espíritos mencionados em 1 Pedro 3:19. Eles são incorpóreos, estão presos, seu pecado foi cometido antes do dilúvio, e Jesus visitou o lugar do seu cativeiro para lhes fazer um anúncio. Quem exatamente esses espíritos eram tem sido objeto de alguma especulação ao longo dos anos.

Primeiro, vejamos a palavra espíritos. É uma tradução da palavra grega pneumasin, uma forma da palavra pneuma, que significa "ar, respiração, vento". É usada no Novo Testamento para se referir a anjos (Hebreus 1:14), demônios (Marcos 1:23), ao espírito de Jesus (Mateus 27:50), ao Espírito Santo (João 14:17) e à parte espiritual do homem (1 Coríntios 2:11).

Enquanto a Bíblia deixa claro que os seres humanos possuem espíritos (Hebreus 4:12), a Bíblia nunca se refere aos seres humanos como simplesmente "espíritos". Em contraste, nunca se diz que o Espírito Santo, os anjos e os demônios sejam possuidores de espíritos. Na verdade, eles são espíritos. Então, o significado padrão da palavra espíritos na frase espíritos em prisão argumenta que os espíritos não são seres humanos.

Os espíritos em prisão não podem ser os santos anjos porque eles não pecaram e nem estão presos. E, se os espíritos em prisão não são os espíritos dos seres humanos falecidos, isso nos deixa com uma opção - os espíritos em prisão são demônios. Agora, é claro que nem todos os demônios estão presos.

O Novo Testamento dá muitos exemplos de atividade demoníaca na terra. Portanto, os espíritos em prisão devem ser um seleto grupo de demônios que, ao contrário do resto de seus aliados demoníacos, estão sendo mantidos em cativeiro.

Qual seria ser uma boa razão para que alguns, mas não todos, dos demônios fossem presos? Judas 1:6 nos dá uma pista importante: "e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia". Há alguns anjos caídos que cometeram um crime flagrante de algum tipo.

Judas 1:6 não dá detalhes, mas o pecado desses demônios estava relacionado com a forma como eles "não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio". Apocalipse 9:1-12, 14-15 e 2 Pedro 2:4 também falam de um grupo de anjos muito perversos que estão atualmente presos.

O pecado que os espíritos em prisão cometeu pode ser o mencionado em Gênesis 6:1-4, que registra os "filhos de Deus" se acasalando com as "filhas dos homens" e produzindo uma raça de gigantes, os nefilins. Se os "filhos de Deus" fossem anjos caídos, então o pecado de Gênesis 6 envolveu os anjos deixando o lugar ao qual pertenciam em um ato de desobediência antes do dilúvio - e isso corresponde ao que o apóstolo menciona em 1 Pedro 3:19. Parece provável que os demônios que convivem com mulheres humanas foram presos por Deus para impedir que repetissem esse pecado e para desencorajar outros demônios de tentarem o mesmo.

De acordo com 1 Pedro 3:19, Jesus "pregou" a esses espíritos em prisão. A palavra traduzida como "pregou" significa "declarar publicamente" ou "anunciar". Pedro diz que Jesus foi ao Abismo e proclamou a Sua vitória aos anjos caídos presos lá. Eles perderam, e Ele ganhou. A cruz triunfa sobre todo o mal (veja Colossenses 2:15).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 23 de março de 2018

A FALTA DE PERDÃO É UMA PRISÃO


Quem não perdoa, está preso. Lemos em Mateus 18.34: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida”. A palavra verdugo significa “torturador”. Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição. A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa.

Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas: angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc.

Muita gente tem sofrido com a falta de perdão. Outro dia ouvi alguém dizendo que o ressentimento é o mesmo que você tomar diariamente um pouco de veneno, esperando que quem te magoou venha a morrer. A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu. Por isso sempre digo a quem precisa perdoar: – “Já não basta o primeiro sofrimento, porque acrescentar um outro maior (a mágoa)”?

Alguns acham que o perdão é um benefício para o ofensor. Porém, eu digo que o benefício maior não é o que foi dado ao ofensor, mas sim o que o perdão produz na vítima, naquele que está ferido. Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada.

Em outra porção das Escrituras (onde o contexto dos versículos anteriores é o perdão), vemos o Senhor Jesus nos advertindo do mesmo perigo:
“Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo”. (Mateus 5.25,26)

Não sei exatamente como é está prisão, mas sei que Cristo não estava brincando quando falou dela. A falta de perdão me prende e pode prender a vida de mais alguém. Isto é um fato comprovado. Tenho presenciado gente que esteve presa por tantos anos, e ao decidir perdoar foi imediatamente livre. Isto também pode acontecer com você, basta decidir perdoar.

SEGUINDO O EXEMPLO DIVINO
Como deve ser o perdão? A pessoa tem que pedir o perdão ou merecê-lo para poder ser perdoada? Não. Devemos perdoar como Deus nos perdoou: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou”. (Efésios 4.32)
O texto bíblico diz
que nosso perdão e reconciliação horizontal deve seguir o exemplo da que Deus em Jesus praticou para conosco. Então, basta perguntar: – “Fizemos por merecer o perdão de Deus? Não. Então nosso ofensor também não precisa fazer por merecer”.

O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento. O apóstolo Paulo falou aos efésios que o perdão é fruto de um coração compassivo e benigno. O perdão flui da benignidade do nosso coração, e não por haver ou não benignidade no ofensor.

Jesus disse que se eu souber que alguém tem algo contra mim, devo procurá-lo para tentar a reconciliação. Mesmo se tal pessoa não me procurar ou nem mesmo quiser falar comigo, tenho que ter a iniciativa, tenho que tentar. Deus ofereceu perdão gratuito a todos, independentemente de qualquer comportamento, e Ele é nosso exemplo!

Pr. Luciano Subira

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 22 de junho de 2014

A providência de Deus

Espero visitá-los [em Roma] de passagem e dar-lhes a oportunidade de me ajudarem em minha viagem para lá [Espanha]. [Romanos 15.24]

Os capítulos 27 e 28 de Atos são importantes porque nos falam da providência de Deus e ilustram a seguinte verdade: “Não há sabedoria alguma, nem discernimento algum, nem plano algum que possa opor-se ao Senhor” (Pv 21.30). A providência de Deus pode ser constatada nestes capítulos de duas maneiras: ao trazer Paulo a Roma e ao fazê-lo prisioneiro, em uma combinação inesperada de circunstâncias.

Primeiramente, Lucas pretende nos deixar tão admirados quanto ele com o salvo-conduto obtido por Paulo para ir a Roma. Jesus havia dito a ele, em Jerusalém: “Coragem! Assim como você testemunhou a meu respeito em Jerusalém, deverá testemunhar também em Roma” (At 23.11). Contudo, as circunstâncias pareciam indicar que isso seria impossível. Paulo foi arrastado para a prisão, ameaçado de morte, quase se afogou no Mediterrâneo, quase foi executado pelos soldados e foi picado por uma serpente.

Por trás de todos esses incidentes, havia a ação de forças demoníacas (representadas pelo mar bravio) tentando evitar que Paulo realizasse o propósito de Deus, o plano que Deus havia reservado para ele. Mas Deus impediu que o diabo obstruísse seu plano.

A cena é empolgante! Conseguirá Paulo realizar o propósito de Deus? Sim, ele vai conseguir! Mas como? Paulo chegou a Roma como um prisioneiro. Como isso poderia ser compatível com a providência de Deus? Deus havia dito a Paulo que ele testemunharia em Roma, diante de César (At 27.24), e isso seria impossível, a não ser que Paulo chegasse a Roma como prisioneiro, para ser julgado.

Entretanto, a prisão de Paulo também contribuiu para enriquecer seu testemunho de uma outra forma. Enquanto ele estava na prisão ele escreveu três importantes cartas, Filipenses, Efésios e Colossenses, como um legado à posteridade. Não que ele precisasse passar um tempo na prisão para escrever! Mas, na providência de Deus, há algo de notável nessas cartas da prisão. Elas expressam de forma mais poderosa que qualquer outro texto o senhorio supremo, soberano, inigualável e incomparável de Jesus Cristo.

A pessoa e a obra de Cristo passam a ter uma dimensão cósmica, pois, através de Cristo, Deus criou e redimiu todas as coisas. Além disso, tendo se humilhado até a cruz, ele foi exaltado por Deus ao mais alto lugar, e Deus colocou todas as coisas debaixo de seus pés.

A experiência de Paulo na prisão ajustou sua perspectiva, ampliou seus horizontes, esclareceu sua visão e enriqueceu seu testemunho.

O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência. (Colossenses 1.15-18)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.