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domingo, 12 de abril de 2026

RELIGIÃO OU EVANGELHO

"O tempo está cumprido, e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho" (Mc 1:15)

"O homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo" (Gl 2:16).

Existem várias religiões, mas um só Evangelho.

A religião é obra do homem; o Evangelho é dom de Deus.

A religião é o que o homem faz para Deus; o Evangelho é Deus fazendo tudo pelo homem.

A religião é o homem em busca de Deus; o Evangelho é Deus buscando o homem.

A religião consiste na tentativa humana de subir a escada de sua justiça própria;

O Evangelho diz que Deus desceu ao mundo mediante a encarnação de Jesus Cristo para encontrar os pecadores, como eu e você, no mais baixo nível da escala.

A religião pretende manifestar a boa vontade do homem; o Evangelho é a boa nova do amor de Deus.

A religião reforma o exterior; o Evangelho transforma o interior.

A religião branqueia a superfície; o Evangelho produz o novo nascimento, a verdadeira vida.

O “Evangelho… é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1:16). 

Jesus veio e “Evangelizou a paz a vós que estáveis longe e aos que estavam perto” (Ef 2:17).

Qual é essa paz? Trata-se do amor de Deus e da salvação que Ele oferece aos homens por meio de Jesus Cristo.

O ser humano não está só, nem deixado à própria sorte e pensamentos, pois Deus lhe estende a mão.

Aquele que crê no Filho de Deus recebe o perdão dos pecados (Atos 10:43).

Nossa fé é a plena confiança em um Salvador vivo, e isso nenhuma religião é capaz de produzir ou de imitar. 

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

DIGA NÃO À RELIGIÃO

“Todavia, falamos sabedoria entre os perfeitos; não porém a sabedoria deste mundo, nem dos intelectuais deste mundo, que se aniquilam; mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério...” (1Co 2.6-8).

Na verdade, Jesus em nenhuma parte da Bíblia diz que Ele é a religião que devemos seguir.

Ele afirma que é O CAMINHO, A PORTA, A RESSURREIÇÃO, A VIDA, O BOM PASTOR.

Fora dEle não há outro nem outra solução para o problema do pecado do homem que precisa ser resolvido diante de Deus.

Jesus é o Criador, o resto é criatura.

Jesus não está oferecendo a nós mais uma religião, mas nos dando gratuitamente a salvação com garantia de uma vida abundante aqui e agora e eternamente.

Se pararmos para pensar um pouquinho veremos que isso não existe em nenhuma religião do mundo e nunca houve.

Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (João 8:32).

Jesus falava (e nos fala agora) da liberdade do Espírito.

Essa, para quem não sabe, é a verdadeira liberdade.

Será que devemos optar pela nossa religião, que devemos ficar com a tradição que nossos pais nos legaram?

Ou será que o ensinamento de nossos antepassados é mais importante que o ensino do Autor da vida?

Vamos seguir apenas a Jesus, pois fora dEle não há a menor possibilidade de sermos salvos (Atos 4.12).

Senhor Jesus, Só tu tens as palavras da vida eterna (João 6.68).         

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 5 de março de 2023

A RELIGIÃO MUNDIAL DO FIM DOS TEMPOS

A religião mundial descrita em Apocalipse 17:1-18 como "a grande meretriz" será parte do cenário dos últimos tempos.

O termo meretriz é usado em todo o Antigo Testamento como uma metáfora da falsa religião.

A verdadeira identidade dessa religião tem sido debatida durante séculos e tem resultado em uma série de diferentes pontos de vista entre os comentaristas e teólogos bíblicos.

Existem argumentos convincentes de que essa religião mundial seja o catolicismo, o islamismo, o movimento da nova era ou alguma forma de religião nem sequer inventada ainda, e uma pesquisa na Internet produzirá muitas outras possibilidades e teorias.

Não há dúvida de que algum tipo de religião mundial sob o falso profeta será uma parte do fim dos tempos, talvez composta de um número de diferentes religiões, seitas e ismos que existem hoje.

Apocalipse 17:1-18 nos dá várias características dessa religião mundial.

A falsa religião dominará todos os "povos, multidões, nações e línguas" da terra (versículo 15), significando que terá autoridade universal, sem dúvida dada a ela pelo Anticristo, o qual governa o mundo naquele tempo.

Os versículos 2-3 descrevem a meretriz como cometendo adultério com os "reis da terra", referindo-se à influência da falsa religião entre os governantes do mundo e pessoas influentes.

A expressão "com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra" pode se referir àqueles que estão bêbados com o poder que recebem de adorar o deus falso desta religião, como Satanás frequentemente aprisiona aqueles que cobiçam poder.

As alianças forjadas pela religião falsa unirão a igreja e o estado como nunca antes.

O versículo 6 descreve a meretriz como "embriagada com o sangue dos santos" e o sangue dos que testificam de Jesus.

O assassinato de crentes durante a tribulação será parte do plano do Anticristo (Ap 6:9).

Muitos que se opõem à religião mundial serão decapitados (Ap 20:4), e aqueles que se recusarem a adorar o Anticristo ao aceitar a sua marca não poderão comprar e vender, tornando a sobrevivência muito difícil (Ap 13:16-17) .

Eventualmente, a meretriz perderá o favor com o Anticristo, o qual irá querer receber a adoração do mundo para si mesmo.

Ele não compartilhará a adoração do mundo com os profetas e sacerdotes da falsa religião, por mais obsequiosos que sejam.

Uma vez que o Anticristo ganhe a atenção do mundo pelo seu milagroso retorno dos mortos (Ap 13:3,12,14), ele se voltará contra o falso sistema religioso e o destruirá, estabelecendo-se como Deus.

O engano, Jesus nos diz, será tão grande que, se fosse possível, até mesmo os eleitos cairiam nele (Mt 24:24).

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

ELE SEMPRE EXISTIU

Jesus não disse que veio para trazer uma verdade. Ele disse: "Eu sou a verdade..." (Jo 14:6).

Jesus não veio trazer simplesmente uma religião, nem uma filosofia, ou um monte de regras como código de conduta. Jesus veio trazer Ele mesmo.

Ele é a ressurreição e a vida.

"E a vida eterna e esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (Jo 17.3)

Peça ao Espírito Santo que lhe ajude a conhecer Jesus, foi para isto mesmo que o Espírito veio.

“Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. Ele me glorificará, ...” (Jo. 16 13:15)

Jesus existia antes de todas as coisas - Jo 1:1-3 - No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez

Todos nós começamos a nossa vida quando somos gerados no ventre de nossas mães, antes não existíamos. Mas não foi assim com Jesus.

Ele existia muito antes de nascer em Belém. Não como homem, mas como o Verbo de Deus

O verbo nunca foi criado, Ele era Deus e sempre existiu. Foi ele quem criou todas as coisas.

“... Porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, ...tudo foi criado por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas. Grandioso é Jesus (Cl. 1.15-17)

A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas; (Hb 1:1-3)

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 28 de dezembro de 2019

SERVIR A DEUS


Servir a Deus é muito mais que, moda, religião, status ou palavras repetidas, servir a Deus é morrer para si mesmo e viver só para Ele, E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. 2Co.5.15, pertencer a Deus é negar-se a si mesmo, dia após dias, é abrir mão do seu eu pra viver a personalidade de Cristo, é renunciar o mundo, abandonar o pecado, E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Lc. 9.23 .

Viver para Deus é ter certeza do que lhe espera amanha, isto é, a convicção do seu coração lhe diz que se hoje for seu último dia na terra, ele estará em Lucro, Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Fp.1.21, no entanto muito de nós vivemos uma vida aparentemente cristã e achamos que estamos certos, se tão somente nossa recompensa vem de Deus, o que Ele nós dará se vivermos de aparência?

Certamente nós mesmos já nos condenamos, precisamos rever nossos conceitos do que é ser Cristão, aquele que serve a Deus tem que ser diferente dos que não servem, diferentes não na aparecia, pois poderíamos até enganar as pessoas, mais elas não nos salvará.

Deus conhece o intuito do coração, os dias tem sido difíceis é preciso que, todo os filhos de Deus na face da terra, se lance diante Dele com coração arrependido em clamor e peça misericórdias, pois muitos de nós tem passados anos em templos mais está distante do que é servir a Deus, necessitamos entender que Deus está distante de tudo aquilo que diz respeito ser do mundo, apesar de estamos aqui, se somos de Deus a vida Dele precisa ser vista em nós.

Muitos tem se cansado de Deus, tem negligenciado a fé, notem que, aquela viúva só foi atendida, porque ela persistiu, e você o que tem feito?

O QUE VOCÊ QUER RECEBER DE DEUS?
Saiba que neste mundo todas as coisas estão de passagem, porém, o que está dentro de você é eterno, qual será a recompensa que você receberá?

Pra Elza Carvalho

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

O QUE É CRER EM DEUS?


A grande questão a ser respondida, no que tange à religião, não é se cremos ou não na existência de Deus, porque a tal respeito, os próprios demônios não precisam crer, pois sabem que Ele existe, e isto de nada lhes aproveita.

Além disso, o ponto de vista de Deus é o que conta, e não aquilo, que a humanidade por Ele criada, considera como verdade para responder a questões tais como as seguintes:

– Há vida após a morte física?
– Há realmente no homem um espírito eterno?
– Há um juízo divino sobre cada pessoa?

Todavia, enquanto o homem pensa de tal modo, Deus afirma na Bíblia, relativamente ao homem que:
– Foi criado à Sua imagem e semelhança, e por isso é dotado de um espírito.
– Contudo, este espírito está morto, porque não carrega nele, naturalmente, a vida de Deus, que pode ser obtida, somente pela fé em Jesus Cristo.
– Na condição de morto, o espírito está debaixo de uma condenação que é designada por morte eterna, ou impossibilidade de ser reconciliado com Deus e ganhar, assim, a vida eterna.

Deste modo, a oferta do evangelho aponta sobretudo para a obtenção desta vida eterna que há em Jesus Cristo. Mas não se deve pensar nela, como o ato de se achar o santo graal da eternidade, e beber nele o sorvo que fará com que se viva para sempre.

Porque para isto, não há qualquer necessidade, porque o espírito humano não pode ser aniquilado. Ou ele vai pro céu, ou para o inferno.

É a verdade curta e grossa, exposta claramente na Palavra divina.

Ou bênção eterna, ou maldição eterna. Ou salvação eterna, ou condenação eterna. Ou alegria e glória eternas, ou vergonha e horror eternos. É o que está na Bíblia, e deve ser declarado.

Então em todos estes questionamentos se interpõe ainda um pensamento final, quanto ao que se deve pensar sobre o que seja Deus e a Sua vontade.

Jesus veio para nos revelar a pessoa e a vontade de Deus Pai.

Está no Novo Testamento registrado que não se ama a Deus se não amamos Sua Palavra, Seus mandamentos.

Então a verdadeira fé em Deus, ou em Cristo, dá no mesmo, é fé na Sua Palavra revelada, tal como  ela se encontra registrada na Bíblia.

“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos;” (João 8.31)

Alguém dirá:
“Mas eu não creio nisto. Não creio que Jesus seja Deus. Não aceito os Seus mandamentos como sendo verdadeiros”

E daí, isto muda o céu? Muda o inferno? Muda a realidade? Muda a verdade?

O que penso não tem o poder de alterar um só milímetro tudo o que se refere ao desígnio e ao poder divino.

A morte física é coisa certa ou é uma quimera. O que pensamos altera a realidade desta morte?

E o que penso pode mudar o que se refere à morte espiritual e eterna?

Pr Silvio Dutra

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

FAÇA A SUA OPÇÃO


A religião tem preocupado bastante os cristãos autênticos, pois constantemente confunde-se profundidade espiritual com religiosidade intensa. A religião legalista prefere viver tranquila em sua mentira a perder prestígio por causa de verdades reveladas.

Por isso o cristianismo deve tomar muito cuidado com as generalizações. O desafio para os cristãos é não permitir que o cristianismo se torne uma farsa. Só assim haverá esperança de existir na terra um povo santo. Leis e regras sem a unção divina produz morte na alma, pois, a religião pode mudar o comportamento ético das pessoas mas não lhes altera a vontade.

Com esforço próprio, o homem abandona seus vícios. Outras coisas lhe são exigidas. E, ele, sem qualquer transformação interior, está sempre pronto a obedecer. E, aí o legalismo passa a dominá-lo, e produzir seus efeitos maléficos, capazes de tornar-lhe a vida pior.

Algumas pessoas parecem ter ficado mais feias depois da “conversão”. Já não sorriem nem brincam; não cumprimentam mais os vizinhos e amigos não crentes. Agora consideram a todos como criaturas do diabo. Tomam essas atitudes em nome da fé, dizendo-se convertidos. Mas será este tipo de vida que Jesus veio trazer-nos? Foi para isso que Ele morreu na cruz?

Infelizmente, essa é a vida que o legalismo reserva aos que se lhe submetem. C.S. Lewis escreve: “Os pecados da carne são maus, mas são os menos maus dos pecados. Os piores são puramente espirituais. O prazer em fazer os outros sentirem que estão errados, em ser mandão, caluniador e orgulhoso. É por isso que uma pessoa fria, farisaica e arrogante, e que frequenta regularmente a igreja, pode estar mais perto do inferno que uma prostituta.”

Foram os líderes da religião que levaram Jesus à cruz. A santidade vem da graça, não da lei; da ação do Espírito de Cristo no homem, não de impactos causados por regras impostas. Nem tudo que os fariseus pregavam era errado ou mentira: “Observai, pois e praticai tudo o que vos disserem” (Mt. 23.3)

O discurso deles era bom, mas atitude, hipócrita. Todas as formas de religião que falam de Jesus, apresentam verdades. O problema não é o discurso, que é bom: “Jesus é o Senhor”, “Jesus cura”, “Jesus liberta”, “Jesus salva”, “Jesus batiza com o Espírito Santo”, etc.  Isto deveria tornar-nos um povo cada vez mais santo, mas tal não acontece quando há algo errado na prática. Mas a prática não condiz com o discurso: O amor e o perdão não existem, a liberdade anunciada não passa de outro tipo de escravidão, e o socorro prometido não vem.

Se não há quebrantamento, santidade; Se não há transformação – de dentro para fora – que perdure ao longo da vida, ou se a beleza de Cristo não brotou na face da alma, então tudo não passou de um agradável momento religioso. Não atribuamos ao Senhor da glória tal fenômeno emocional.

Que o mesmo poder que ressuscitou a Jesus Cristo dentre os mortos, jogue por terra os elementos mortais da religião, e faça surgir vidas lavadas no sangue do Cordeiro, e santificadas no Espírito para a glória de Deus Pai.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

O QUE FAZER COM LITERATURAS DE SEITAS?

“Muitos também dos que tinham praticado artes mágicas ajuntaram os seus livros e os queimaram na presença de todos; e, calculando o valor deles, acharam que montava a cinquenta mil moedas de prata.” (Atos 19.19)

Frequentemente ouvimos a seguinte queixa de pessoas que deixam as seitas “O que devo fazer com a literatura da minha antiga religião?”

A resposta a esta pergunta não é tão simples. Muitos ex-membros de seitas investiram uma grande quantidade de dinheiro em livros e artefatos, incluindo bibliotecas de obras inteiras (por exemplo, adventistas, mórmons e Testemunhas de Jeová) de seus antigos líderes e profetas. A eliminação desse material todo representa a perda de grandes quantidades de dinheiro e também dá muito trabalho.

A SEGUIR DAMOS ALGUMAS DICAS DO QUE FAZER COM A LITERATURA HERÉTICA:

DOAR AOS MINISTÉRIOS APOLOGÉTICOS – Ministérios apologéticos frequentemente coletam livros de seitas para fins de pesquisa. Uma vez que essas seitas muitas vezes mudam o conteúdo de seus livros com impressões sucessivas, é útil possuir cópias de versões antigas e fora de impressão comparando com a nova versão a fim de verificar se houve alteração de doutrinas ou mudanças em algum ensinamento específico. 

Recomendamos que pessoas que se libertaram das seitas ou estão em vias de libertação e que desejem dispor de seus livros, entrem em contato com o CACP ou algum ministério que trabalhe com o evangelismo de seitas para a doação deste material. Por outro lado, mesmo os apologistas só podem armazenar certo número de livros.

JOGAR NO LIXO – Jogar fora os livros ou mesmo reciclá-los é uma opção, mas este método de dispor-se da literatura herética pode resultar em perigo às pessoas que eventualmente possam achar esses livros em lixos e lê-los.

DOAR ÀS BIBLIOTECAS OU SEBOS – Doar as bibliotecas municipais ou vendê-los em sebos é um problema ainda maior; eles tornam-se acessíveis para pessoas interessadas em religião, mas despreparadas apologeticamente a um preço muito reduzido!

DEVOLVER A SEITA – Outro erro é devolver às bibliotecas da seita ou aos membros dela que ainda estão em atividade. Lembre-se: o que você não quer de ruim para você, não faça aos outros.

DESTRUÍ-LOS – Quando a pessoa não conseguir dispor da literatura herética pela primeira opção, então somente destruindo-os garante que ninguém mais possa lê-los. Os livros de seitas, tais como os do espiritismo, da teosofia, dos mórmons, dos adventistas, dos Testemunhas de Jeová e de outras seitas similares, ensinam heresias. 

Na maioria das vezes esses escritos são frutos da imaginação de falsos profetas que deturparam a Escritura e o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. A teologia derivada de suas visões e endossos não é o evangelho de vida da expiação substitutiva e da obra acabada do Senhor Jesus na cruz. Pelo contrário, é uma mistura sincrética de graça e boas obras, obediência a organização e devoção ao líder da seita.

Os crentes em Éfeso nos dão um exemplo claro de uma forma apropriada de dispor da literatura herética. Livros que ensinam heresias, de acordo com o exemplo do livro de Atos, devem ser destruídos. 

Ao destruir essas literaturas que pervertem a verdade bíblica, a pessoa está demonstrando obediência à Palavra de Deus. É um ato de proteção e preocupação para com seus vizinhos, amigos e a sociedade em geral. Ao se livrar da literatura perniciosa das seitas, que, do ponto de vista espiritual, se configura como doutrinas de demônios, você está fazendo uma escolha entre a vida e a morte.

Prof. Paulo Cristiano da Silva

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

FARISEUS HIPÓCRITAS - A RELIGIÃO DOS QUE FAZEM E NADA SÃO

"Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1ª Tm 4.1)

Muitos acreditam que este alerta de Paulo pra Timóteo está relacionado com libertação de incrédulos ou ainda falsos crentes na igreja, mas não! Está relacionado com AUTORIDADES e PREGADORES.

Hoje existem muitos púlpitos que estão AFASTANDO as pessoas de Deus. É isso que significa o termo “apostatar”. Esse termo em grego: “aphistemi” significa fazer retroceder, desviar-se ou afastar-se da fé. E a única condição de fazer isso com alguém está nas mão das autoridades instituídas
.
Os "espíritos enganadores” dessas autoridades, distorcem a compreensão e trocam a intenção da Palavra de Deus. Por isso hoje há uma distorção clara do Evangelho nos púlpitos das igrejas. Se o pregador pensar que não pode trazer uma mensagem verdadeira pensando que vai escandalizar seu irmão, nunca irá pregar as verdades bíblicas por causa dos débeis na fé (Rm 14.1).

A igreja está vivendo os últimos dias na face da terra e prestes a vivermos o arrebatamento, mas muitos líderes espirituais não tiveram a coragem de falar as verdades bíblicas. Ficam enganando os outros com coisas fúteis e entretenimento gospel. E dizendo: "É irmãos, a nossa igreja é assim, sempre pensamos desta maneira aqui!”.

Satanás, Pai da mentira, introduziu no meio cristão um tipo de evangelho corrupto, farisaico, fácil, ascético e mentiroso, enganando centenas de irmãos. O ministério dos fariseus continua em alta ainda hoje nas igrejas.

O termo fariseu pode ser, previamente, entendido como “os separados”. Tratava-se de uma seita que se vangloriava de ter a correta interpretação da lei de Moisés. Consideravam-se os protetores da lei de Deus e achavam que podiam determinar os limites dentro dos quais os judeus crentes deveriam viver.

A estes fariseus, super-religiosos, que davam o dízimo de tudo, que faziam várias orações diariamente, que dirigiam o louvor na igreja, que perdiam qualquer reunião social para participarem de uma reunião na igreja e que, sobretudo, julgavam e mediam todas as pessoas, a estes Jesus chamou de HIPÓCRITAS.

A palavra hipócrita vem do grego e pertence ao vocabulário das artes cênicas. Significa artista, ator, mascarado, duas caras, fingimento, aquele que está atuando, aquele que parece, mas, no fundo no fundo, não é. Assim é o super-religioso. Ele apenas parece. E por parecer e não ser, não faz o que deveria fazer, mas deixa de fazer o que esperado seria. Preocupado com a aparência, não com o conteúdo. Um discurso dissonante da práxis. Uma pantomima sacra. Um sepulcro bem caiado.

Ser rotulado como fariseu na época de Jesus gerava orgulho. Seria o equivalente hoje ao radicalismo cristão, a santidade exagerada, à super valorização do fazer ao invés do ser, dos partidários da teologia do “nada pode”, com um discurso tão paradoxal que dá até a impressão que foi o Diabo quem criou o mundo, e não Deus. Penso que para estes hoje, Jesus ainda diria assim….coadunando com o Apóstolo Paulo pra Timóteo:

"Fujam dos que dizem serem meus representantes, mas que as suas práticas não condizem com o meu discurso. Fujam dos religiosos hipócritas. Fujam dos super-homens. Fujam dos super-crentes. Acautelem-se dos hipócritas. Cuidado com os que impõem sobre outros, cargas que eles mesmos não conseguem carregar. Fujam dos que dizem que Jesus ama, que você deve amar, mas eles mesmo nunca amam ninguém.

Fujam dos que dizem que Jesus perdoa, que você deve perdoar, mas eles mesmo nunca perdoam ninguém. Fujam dos que dizem que Jesus não se importava com o bens materiais, que você não deve se importar, mas eles mesmo nunca abrem mão de nada que possuem. Fujam dos que dizem que Jesus ama a igreja, que você deve amar, mas que eles mesmo fazem com a Noiva o que bem entendem. Fujam dos que dizem que Jesus obedeceu, que você deve obedecer, mas eles mesmo já não ouvem mais a voz do Sumo Pastor.”

Eles são os “espíritos enganadores”, nada pode ser mais demoníaco do que afastar as pessoas do bem mais precioso da terra, à saber… A Palavra de Deus e a Sua Graça Salvífica!

Bruno dos Santos

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

A RELIGIÃO NOS EMPRESTA MUITAS CARAS E NENHUMA DELAS É A CARA DE DEUS

Atemorizados pela presença dos filisteus e amorreus na terras que lhes foram designadas por Moisés, os danitas não requisitaram a sua herança no território de Judá. Emfim resolveram avaliar esta possibilidade e enviaram espias para se infiltrarem entre o povo local e procurarem uma fraqueza capaz de facilitar a invasão.

Descobriram na casa de Mica uma mistura da religiosidade judaica com as crenças locais. Perceberam também, que os amorreus e os filisteus já não estavam presentes naquelas terras férteis e que o povo habitava ali distraidamente.

Para completar o pacote argumentativo resolveram acrescentar um componente profético, pedindo ao velho amigo levita, que fizesse uma previsão favorável aos danitas. Ele usou o chavão profético, que os israelitas procuravam ouvir antes de sair para a batalha: “Disse-lhes o sacerdote: Ide em paz; o caminho que levais está sob as vistas do Senhor.” Juízes 18:6.

Falsas profecias, como esta, já foram feitas com o objetivo de ganhar favores profissionais, financeiros, políticos, para realizar casamentos convenientes, entronizar Reis, eleger pastores e realizar levantes eclesiásticos.

— Sinto de Deus, que você se casará comigo. Disse um rapaz para a moça mais bonita da Igreja.
Ela prontamente respondeu: — sou uma mulher casada.

É o que as pessoas chamam de cantada profética. Já soube de casos em que alguém pediu a um profeta amigo seu, qu/e fosse dizer ao irmão empregador o seguinte: — eu o Senhor encontrei um funcionário ideal para a sua empresa. A primeira letra do nome dele é Francisco.

Foi este tipo de religiosidade que eles implantaram no território da cidade de Dã, crendo, que aquilo pareceria simpático aos moradores do local, que facilitaria a entrada da tribo naquele local. Os danitas se utilizaram de meios escusos na sua ocupação da terra.

Foi assim que espalharam uma contaminação religiosa em Israel, chegando a colocar a imagem construída por Mica, em Dã, fundando uma nova sede religiosa, que tentava roubar a cena de Siló, a cidade onde ficava o Tabernáculo.

Ubirajara Crespo

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 18 de fevereiro de 2017

O SAGRADO E O PROFANO

“TUDO O QUE É PROFANO É IMUNDO E QUE TUDO O QUE É SAGRADO É SANTO?”

Levando-se em consideração os aspectos puramente linguísticos e dentro do contexto cúltico da religião judaico-cristã, pode-se afirmar que a definição exigida pela pergunta depende do contexto em que se encontram as palavras.

É interessante observar que a resposta para o primeiro par de termos, aparentemente sinonímicos, “profano-imundo”, deve ser dada na negativa. Isto porque, nem sempre o que é profano deve ser tomado por imundo, já que em contextos diferentes o significado recai não necessariamente em aspectos de pureza, mas de ordinariedade – de coisa comum – por exemplo, a palavra Koinon.

Já o mesmo não pode ser dito do segundo par de termos “sagrado-santo”, pois a própria definição do termo hieros (consagrado) e “santo” (separado), exige que eles sejam interpenetrantes. Sendo assim, tudo o que é sagrado deve possuir necessariamente uma santidade.

Entretanto, os termos, “sagrado” e “profano”, são categorias dicotômicas que servem como ferramentas teóricas à Ciência da Religião, mas especialmente à antropologia e que pela abrangência semântica não se condiciona em reducionismos.

Apesar das línguas originais bíblicas trazerem palavras que expressem a dicotomia em suas variadas nuances, todavia, ela foge à esfera puramente teológica e se difunde culturalmente em outras esferas sociais.

“Sagrado” e “profano” ganham novos significados nas Ciências da Religião. Apresentam-se enquanto categorias teóricas religiosas para explicar o mundo sobrenatural em contraposição ao mundo natural.

Dependendo do campo de pesquisa e da plataforma teórica envolvida ele pode assumir diversos significados.

Há uma discussão muito interessante dos críticos da fenomenologia da religião clássica sobre Rudolf Otto a respeito da categoria explorada por ele em sua obra Das Heilige (O Sagrado) quanto ao termo sagrado. O sagrado para Otto é ontológico e totalmente “Outro”, abrangendo, mas não se esgotando no conceito judaico-cristão de Deus.

Já Émile Durkheim afirmava que “existe religião tão logo o sagrado se distingue do profano” (1996, p.150). Aqui Durkheim não trabalha o sagrado pelo seu aspecto metafísico, na verdade o sagrado pode ser “puro” ou “impuro”. Tudo o que não pode ser sagrado está na esfera do profano.

Para o antropólogo René Girard “É a violência que constitui o verdadeiro coração e alma secreta do sagrado” (1998, p.46). Sagrado para ele possui o significado de religião.

Em Ferraroti o sagrado não aparece esgotar-se na religião institucionalizada que ele denomina de “religião-de-igreja”. Para ele o sagrado se expressa de formas diversas, inclusive na sociedade moderna.

Até aqui, com estes parcos e singelos exemplos, tentei mostrar as várias nuances que o termo adquire nas teorias das ciências da religião.

Apesar de o artigo ter-se desviado sutilmente do propósito original – o teológico – é excitante pensar em uma investigação em direção a definição do termo “sagrado” e “profano” dentro de uma sociedade materialista e dessacralizada como a nossa. Fica aí a provocação.

Referências
DURKHEIM, È. As formas elementares da vida religiosa.  São Paulo: Martins Fontes, 1996.
FERRAROTI, Franco. Una fede senza dogmi. Laterza: Roma-Bari, 1990.
GIRARD, R. A Violência e o Sagrado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.
OTTO, R. O Sagrado. Lisboa: Edições 70, 2005.

Prof. Paulo Cristiano da Silva

Por Litrazini

Graça e Paz 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A DIFERENÇA ENTRE CRISTIANISMO E JESUS CRISTO

E, quando vos conduzirem às sinagogas, aos magistrados e potestades, não estejais solícitos de como ou do que haveis de responder, nem do que haveis de dizer. Porque na mesma hora vos ensinará o Espírito Santo o que vos convenha falar (Lucas 12:11-12).

Após passar um longo período na prisão, um cristão chinês finalmente foi trazido a julgamento.
- Você ainda acredita no cristianismo?, perguntou o juiz com ironia.
- Eu não creio no cristianismo, mas…

O juiz o interrompeu, surpreso: “Você não crê mais no cristianismo?”
- Eu creio no Senhor Jesus Cristo, em uma Pessoa, não em uma religião.

Já com raiva, o juiz retorquiu: “O senhor poderia parar de fazer joguinhos de palavras, por favor?”

- O senhor me entendeu mal. Vocês podem fechar templos, colocar os cristãos na prisão, e até mata-los. Vocês podem proibir qualquer religião e queimar Bíblias. Mas não podem tocar no Senhor Jesus Cristo. Ele vive para sempre, e ele vive em meu coração. E ninguém pode removê-Lo daqui. Se me matarem, Eu estarei com ele por toda a eternidade.

Essa distinção não deveria nos surpreender. A religião cristã é cheia de rituais, alguns interessantes mesmo. É organizada por pessoas, influenciada por ideias sócio-culturais e marcada por erros e fraquezas humanas.

A fé cristã, por outro lado, é um relacionamento genuíno e pessoal com o Deus vivo. Isso inclui conhecer e crer no Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, confiando nele, O amando e vivendo para ele.

Como qualquer religião, o cristianismo atrai sentimentos religiosos e promove simples melhorias religiosas na vida de seus adeptos.

Porém, “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (João 1:12-13).

Crer no Senhor Jesus Cristo é nascer de Deus, cujos resultados práticos jamais podem se comparar às religiões humanas!

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

QUANTO CUSTA A SALVAÇÃO?

Esta passagem de Atos é maravilhosa, Deus em sua soberania reconhece a Cornélio como um bom homem, veja: "Morava em Cesaréia um oficial do exército romano, chamado Cornélio, comandante de um regimento italiano. Ele era um homem que tinha fé em Deus como também toda sua família. Praticava a caridade com boa vontade e era um homem de oração." (Bíblia Viva - Atos 10: 1 e 2)

Deus se agradou dele devido ao seu bom coração e suas obras, o que aprendemos com isso? Deus não está preocupado com nossa religiosidade, nosso prestigio, nosso dinheiro, se somos ricos ou pobres, se estamos doentes ou sadios, a cor de nossa pele, etc.

Deus conhece o coração de cada ser humano, Ele sabe que todos somos pecadores e necessitamos da graça dEle, mesmo alguém que não compartilha da mesma visão que temos, pode fazer Deus se agradar dele e ser também considerado como alguém digno de estar em Sua presença.

O que quero dizer com isso? Simplesmente o seguinte: jamais podemos julgar as pessoas pela religião que elas professam, jamais podemos dizer que alguém ama ou não ama a Deus se baseando na sua religião, em Tiago 1:27 (Bíblia Viva), está escrito: "O cristão puro e sem faltas, do ponto de vista de Deus o Pai, é aquele que cuida dos órfãos e das viúvas, e cuja alma permanece fiel ao Senhor - sem se contaminar nem se sujar em seus contatos com o mundo".

Jesus nos ensina: "Mestre, qual é o grande mandamento na lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas". (Mateus 22: 39 e 40)

Jesus não nos ensinou a sermos religiosos, Ele nos ensinou a amar a Deus em primeiro lugar e amar a todas as pessoas, se alguém seguir estes mandamentos de Jesus será bem visto aos olhos de Deus.

Como podemos verificar em toda a Bíblia, Deus busca aqueles que têm o coração voltado para Ele, àqueles que seguem os Seus mandamentos, mesmo não tendo o perfeito conhecimento de Deus, todas as pessoas nascem com a necessidade de encontrar a Deus, pois viemos dEle e nosso espírito vai procurar nos fazer voltar a Ele, a nossa carne (corpo) e alma não, são coisas desse mundo, veja o que diz o Senhor Jesus: "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca". (Mateus 26: 41).

O diabo e seus anjos tentarão de todas as formas nos enganar para que não percebamos a necessidade de se voltar a Deus.

Mas aí alguém pode perguntar: 'Mas a Bíblia diz que para termos comunhão com Deus temos que receber Jesus Cristo como nosso único Senhor e suficiente Salvador, não é?' Perfeito, é isso mesmo, a Bíblia diz: "Depois levou-os para fora e suplicou: 'Senhores, que devo fazer para ser salvo?' Eles responderam: 'Creia no Senhor Jesus, e você será salvo, e a sua família inteira também". (Bíblia Viva - Atos 16: 30 e 31)

Para termos comunhão com Deus precisamos nos arrepender dos nossos pecados e receber Jesus Cristo em nosso coração, e isso é de graça, graça de Deus, nos seus anos de história a religião já protagonizou coisas absurdas em nome da fé, angariar indultos para ser salvo, a teologia da prosperidade, como se fosse possível comprar a Deus, comprar a salvação através de boas ações praticadas, tudo isso é enganação, a Salvação é de graça, e a graça é de Deus, "Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens..." (Tito 2: 11).

E mais: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." (1ª João 1: 9).

A salvação é de graça, mas só a recebe quem aceita a Jesus Cristo em seu coração como único Senhor e suficiente Salvador, veja o que o próprio Jesus Cristo diz no evangelho de João 14: 6 "Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por Mim." E foi exatamente isso que Deus mandou Pedro ir fazer na casa de Cornélio, Pedro foi apresentar as Boas Novas, foi dizer que Jesus Cristo tinha morrido e ressuscitado ao terceiro dia e agora está sentado à direita de Deus intercedendo por nós. E Cornélio, homem de coração puro, se arrependeu junto com sua família e todos que ali estavam, receberam a Jesus Cristo e foram batizados.

A RESPOSTA À PERGUNTA DO TEXTO É:
A Salvação é de graça, a Graça de Deus. Se qualquer pessoa for agradável a Deus, Ele fará com que algum servo Seu (no texto de Atos foi Pedro) vá a esta pessoa para lhe apresentar a Jesus Cristo, e Deus já deixará o coração deste alguém quebrantado para quando ouvir as Boas Novas realmente se arrependa de todos os seus pecados e receba a Jesus Cristo

Autor: Frank Medina

Por Litrazini


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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