sexta-feira, 30 de junho de 2017

BUSCANDO CRESCIMENTO EM DEUS

A humanidade está dívida entre aqueles que realizam e aqueles que assistem o que foi realizado por outros. Deus criou cada ser humano com um propósito e com potencial para esse propósito.

Infelizmente, a maioria das pessoas termina essa vida, sem a menor ideia de seu propósito e sem conhecer o seu potencial.

A vida não nos foi concedida para ser vivida por inércia, mas intencionalmente.

Deus nos deu uma folha em branco, para registrarmos ali nossa história, a cada dia, com cada ato e escolha que fazemos, determinamos o tipo de história que será contada a nosso respeito.

Uma folha em branco, para alguns, é uma experiência assustadora, pois não tem a mínima ideia do que fazer com a caneta, não sabem como começar, nem ainda onde chegar, enquanto para outros, a folha em branco é um presente de Deus, uma oportunidade de fazer funcionar sua fé e seus dons, e de chegar até onde essa fé os puder levar.

Esses não estão estáticos, esperando oportunidades, mas estão em movimento, gerando essas oportunidades. São aqueles que se recusam a viver aquém das promessas de Deus, não se conformam, mas buscam crescimento, desenvolvimento e expansão, em Deus. Sim, em Deus!!!

Pois descobriram por si mesmos, o que Freud não pode ensinar, que as respostas não estão em seu interior, mas em sua origem, e sua origem é Deus!

Ap. Rina

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 29 de junho de 2017

SONHANDO OS SONHOS DE DEUS

“Chegando, pois, Gideão, eis que certo homem estava contando um sonho ao seu companheiro e disse: Tive um sonho. Eis que um pão de cevada rodava contra o arraial dos midianitas e deu de encontro à tenda do comandante, de maneira que esta caiu, e se virou de cima para baixo, e ficou assim estendida....” (Juízes,7:13-15)

Sonhar os nossos próprios sonhos é algo relativamente fácil, desafiador mesmo é sonhar os sonhos de Deus: para nossas vidas, para o nosso ministério, para nossa igreja, ara futura geração ou ara nossa cidade, para uma nação inteira e acreditar que Deus vai nos usar para transformar os sonhos Dele em realidade.

Sonhar os sonhos de Deus é desafiador pelo fato de que Deus não pensa como nós pensamos.

Os planos Dele são infinitamente maiores que os nossos, os caminhos que ele usa para realizar os sonhos dele são caminhos bem diferente dos nossos caminhos. Isaías 55:9 - Assim como o céu está muito acima da terra, assim os meus pensamentos e as minhas ações estão muito acima dos seus.

Sonhar os sonhos de Deus é desafiador porque requer de nós a compreensão de alguns fatores:

SONHOS X CIRCUNSTÂNCIAS.
Não importa a circunstância que você veio a este mundo e nem sua família, importante mesmo é que você saiba, Deus lhe trousse a este mundo para cumprir os seus propósitos em sua vida.

Você não veio a este mundo para sofrer, nem para causar sofrimento a ninguém. Se isto parece ser uma realidade em sua vida, você pode reverter esta situação. “Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; ... E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”. (I crônicas, 4:9-10). Semelhante de Jabez, você pode vencer as circunstancias e, se tornar um grande homem ou uma grande mulher de Deus. 

SONHOS X OPORTUNIDADES. (JUIZES, 6:16-19).
Ao compreender que se tratava de algo sobrenatural de Deus, Gideão não deixou passar a oportunidade.

Deus está lhe dando uma grande oportunidade para sonhar os sonhos dele e conquistar as nações. Muitas oportunidades que temos hoje, jamais se repetirá. Faça como o Cego de Jericó: Clame mais alto ainda. Hoje você tem oportunidade de servir a Deus, honra-lo, se acertar, etc...

SONHOS X DESAFIOS. (JUIZES, 6:25-27).
Se você quiser sonhar os sonhos de Deus, esteja pronto para encarar grandes desafios. Deus só compartilha os sonhos Dele com quem tem atitude diante de um grande desafio. Deus só compartilha os sonhos Dele com pessoas corajosas. O medo é o mais que impede uma pessoa de agir para realizar os sonhos de Deus. Deus não nos deu Espirito de medo, mais de coragem (2Tm 1:7)

SONHOS X OBEDIÊNCIA
Elias sempre é o grande exemplo de obediência. Deus falava e ele obedecia. Deus só compartilha os sonhos Dele com pessoas obedientes, a desobediência tem sido a principal causa do fracasso de muitas pessoas que Deus levantou como líderes.

SONHOS X DEPENDÊNCIA DO ESPIRITO DE DEUS
Só existe uma maneira saudável de atrair pessoas para nossa igreja; é dependendo totalmente do Espirito Santo e se deixando possuir por Ele. O Senhor Jesus Cristo é quem nos ensina sobre isto. E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. Lucas 24:49 

Conhecimento da bíblia ou dos feitos de Jesus não traz este poder. Os discípulos receberam os ensinamentos de Jesus, viram Jesus realizar muitos milagres, viram a Jesus ressurreto, entretanto, só foram cheios do poder, quando foram possuídos pelo Espirito Santo.

Atos, 2:1-4. Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; e, de repente, ... E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.

SONHOS X TEMPO CROMOS E TEMPO KAIRÓS. (Juizes,6:36-40 7:1, 13-15).
Os sonhos de Deus só se realizam no tempo de Deus. Juizes, 7:1, 13-15. Deus não age fora de tempo, Galatas,4:4 Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei.

Deus nos orienta quanto a esperar o tempo certa para todas as coisas.  (Ec,3:1-8)
Deus nos manda ficar atentos quanto ao tempo das oportunidades (Gálatas 4:10)
Deus só compartilha os sonhos Dele com quem sabe esperar o tempo certo para realizá-los.

SONHOS X FIDELIDADE E EXCELÊNCIA
Juizes,7:16-18 – “Então, repartiu os trezentos homens em três companhias e deu-lhes, a cada um nas suas mãos, trombetas e cântaros vazios, com tochas neles...” Deus só compartilha os sonhos Dele com pessoas que buscam e valorizam a excelência. Pessoas que valorizam a excelência são excelentes independentemente do tamanho da tarefa que lhe foi confiada e do local a onde ela será executada. Deus só compartilha os sonhos Dele com servos fieis.

Deixe de sonhar seus próprios sonhos e passe a sonhar os sonhos de Deus para sua vida, para seu ministério, para sua igreja, para sua família, etc....

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Vida depois da morte

Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. (João 6.40) 

Esta passagem é uma promessa gloriosa para nós. Ela é repetida duas vezes porque podemos pensar: “Isso não faz muito sentido. É difícil acreditar nessas palavras”. 

Ninguém poderia prever que a fé seria tão importante até que Cristo disse: “Todo aquele que crer em mim terá vida eterna”

Jerônimo, Ambrósio e Cipriano creram em Cristo, porém foram executados. 

Como conciliamos isso com a promessa de vida eterna? 

Quando vemos como as pessoas que creem em Cristo são amaldiçoadas, condenadas, exiladas, até mesmo decapitadas e queimadas, é como ter um tapete puxado debaixo dos nossos pés. 

Não se permite que os cristãos vivam em paz. 

Essa promessa a respeito da vida eterna parece uma mentira para nós. 

Se isso é o que vida eterna significa – que alguém seja perseguido e assassinado –, então deixe que o Diabo tenha esse tipo de vida.

Mas a fé deve fechar os seus olhos e se recusar a julgar o que vê ou sente no mundo. 

Você não se torna ciente da vida eterna antes de Cristo levantá-lo dos mortos. 

Entretanto, a sua vida eterna está oculta na morte. Ela está oculta e fora da sua visão. 

Mas lembre-se de que, enquanto viver, e até quando estiver morrendo, você tem perdão. 

Se você sentir o peso do pecado esmagando-o, você ainda pode dizer: “Meus pecados estão perdoados”. 

Quando os seus pecados o assombrarem, corroerem e aterrorizarem, você pode olhar para Cristo, colocar a sua frágil fé nele e se segurar firmemente. 

Retirado de Somente a Fé - Um ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 27 de junho de 2017

O deserto não é um acidente de percurso e sim a escola de Deus

O deserto é uma verdadeira escola, na qual grandes líderes da Bíblia foram formados e até mesmo o próprio Jesus passou por momentos marcantes no local tão difamado por muitos.

Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. 

O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto.

O deserto não deve ser visto como o resultado de um desvio na caminhada cristã, mas sim algo que já estava nos planos de Deus para cada um.

O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. 

No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. 

Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra".

O tempo que vem após o difícil período do deserto é recompensador e gratificante na vida do cristão.

Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra".

Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.

O programa do deserto é intenso. 

O curso é muito puxado. 

Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 26 de junho de 2017

VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO NESTA LUTA, O GENERAL DE GUERRA CONTIGO ESTÁ!

Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu para abrir o livro e desatar os seus sete selos. (Ap.5.5)

No resultado final de uma batalha é que descobrimos a estirpe do batalhão, através das conquistas das guerras determinamos o valor do soldado, as consequências destes resultados, demarcará a trajetória para um Guerreiro. 

De Certa forma querendo ou não, todo Ser humano alista-se para a grande batalha da vida, basta nascer, ainda que não venhamos acatar, não tem como fugir, ou enfrentamos as guerras ou nos suicidamos, porém a recompensa para aqueles que desistem da sua missão é a punição eterna, visto, que por livre arbítrio, este soldado, apagou da sua faixa o titulo de guerreiro e escreveu derrotado, ele mesmo desistiu de viver. Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar. (At. 1.25).

A terra é um grande campo de concentração e todo o exercito que habita nela tem um só proposito, VENCER, durante o trajeto deste pelotão o soldado tem o direito de escolher quem dará às instruções para prosseguir, e, nisto cabes-lhe três opções: Sozinho, seguir ao General ou aliar ao seu Opositor. Cabe entender que nesta batalha a guerra é constante, não há trégua, haverá muitos percalços na estrada, o campo é totalmente minado, um passo em falso o soldado fica mutilado, e no chão por existir muita escuridão, certamente o soldado morrerá. 

Se observarmos cuidadosamente neste pelotão terreno, veremos que existem soldados de toda a espécie, existem os que pensam que são, aqueles que são e não sabem que é, outros que por mérito conquista, aqueles trapaceiam para conquistar, os que nada têm, pois não lutam, Existem os covardes, existem também os determinados que por dignidade tornam se vencedores. Quem vencer herdará todas as coisas. (Ap. 21.7).

A função do General muitas vezes não é fácil, pois a visão Dele não é apenas treinar soldados, Ele faz Guerreiros Gigantes. Estes precisam ser disciplinados, acordar cedo, nunca desistir da guerra por mais árdua que seja. Não pode deixar um amigo em perigo, tem que lutar junto ao mais fraco, não pode parar para descansar, pois isto fará o opositor avançar, não pode olhar para trás, mas, avançar sempre, não pode ficar chorando pelo dia de ontem, não importa o quanto foi dura à guerra têm que estar pronto para encarar o amanhã. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. (Mt. 6.34). Sob o Comando deste General a ordem é Lutar e Marchar!

Ele não faz a vontade dos soldados, Ele não faz nada que o soldado possa fazer, Ele não dá nada como o soldado quer, Ele não faz nada se o soldado não pedir, O General tem a dura missão de fazer prevalecer à justiça e muitas vezes de maneira severa, pune se preciso for, pois a base do seu comando é o Justo Juízo, corrige na hora certa, incentiva, ensina, ele nunca dá o peixe pronto sem que os seus soldados saiam a pescar, Logo que desceram para terra, viram ali brasas, e um peixe posto em cima, e pão. Disse-lhes Jesus: Trazei dos peixes que agora apanhastes. (Jo. 21.9-10), aqueles que fazem parte neste pelotão guerreiam constantemente, travam lutas todos os dias, porém nunca perderam uma batalha, quando o General ver que o soldado está ferido e pode fraquejar, Ele vai lá, derrota o inimigo pega o soldado em seu colo, cuida das feridas, restaura as foças e ponha a faixa de Guerreiro e encaminha para o lado dos Vencedores. Eu, o Senhor, a guardo, e cada momento a regarei; para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia a guardarei. (Is. 27.3).

O opositor é o contrario, age em surdina, ele não mostra a cara, usa aliado, vive no oculto dos nossos olhos, só sabemos onde ele passou quando olhamos e vemos a destruição que ficou, ele é sagaz, astucioso, se mostra amigo depois que se aproxima arruína tudo ao redor, usa de argumentos muito convincente, quando os soldados cai em seus laços ele puxar a corrente o aprisiona, trancafiando-o em seu baixo mundo cruel. O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. João 10:10, Dentro das garras dele só o General consegue tirar. Livrou-me do meu poderoso inimigo, e daqueles que me tinham ódio, porque eram mais fortes do que eu. (2 Sm.22.18).

Sozinho dificilmente alguém chega até o final, pois este torna-se presa fácil do opositor, visto que, ele coloca ciladas em ponto estratégicos, geralmente nas redondezas onde os soldados estão, são armas mortais instaladas em locais desconhecido pelos soldados. 

O opositor nunca mostra quem ele é, ele faz todas as vontades dos seus recrutados, embriaga, ludibria e seduz e dá prazer, porém o foco dele não é fazer o bem é escravizar, o soldado bom ele o torna doente, porque, depois deste está sob seu domínio ele o fere, pisa, humilha, lança na sarjeta, tira a moral e o torna fracassado. Ele usurpa a dignidade, roubam os sonhos, mata a esperança, destrói a moradia e desmorona a cidade. 

Só há um que conhece todas as artimanhas do opositor, o Grande General. Este o pode vencer, exatamente porque antes do opositor existir o General já existia, então, tudo o General sabe, tudo Ele entende, tudo Ele pode.

Nesta grande Batalha da vida o que Você escolhe? Andar com o General O Senhor Jesus Cristo ou com o opositor o inimigo das nossas almas? As nossas escolhas dirão quem somos. Fracassado ou Vencedor.

Pra Elza Carvalho

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 25 de junho de 2017

Como Deus distribui dons espirituais?

Será que Deus vai me dar o dom espiritual pelo qual eu pedir?

Romanos 12:3-8 e 1 Coríntios 12 deixam bem claro que cada Cristão recebe dons espirituais de acordo com a escolha de Deus. Dons espirituais são distribuídos com o propósito de edificar o corpo de Cristo (1 Coríntios 12:7; 14:12). O tempo exato de quando essa distribuição acontece na vida do crente não é especificamente mencionado. 

Muitos acreditam que os dons espirituais sejam distribuídos no momento do nascimento espiritual (no momento da salvação). No entanto, há alguns versículos que aparentam indicar que Deus às vezes distribua esses dons espirituais mais tarde. Tanto 1 Timóteo 4:14 como 2 Timóteo 1:6 mencionam um “dom” que Timóteo tinha recebido no momento de sua ordenação “por profecia”. Isso provavelmente indica que um dos presbíteros durante a ordenação de Timóteo falou sob a influência de Deus sobre um dom espiritual que Timóteo receberia para melhor equipá-lo para o seu ministério futuro. 

1 Coríntios 12:28-31 e 1 Coríntios 14:12-13 também nos dizem que Deus (não nós mesmos) é quem escolhe os dons. Essas passagens também indicam que nem todo mundo vai ter um dom em particular. Paulo diz aos crentes da igreja de Coríntios que se vão desejar ou cobiçar certos dons espirituais, então devem deixar de lado sua fascinação com os dons “espetaculares” ou “ostentosos”, mas ao invés devem procurar os dons que sejam melhores para edificar, tais como o dom de profecia (falando a palavra de Deus para a edificação de outras pessoas). 

Agora, por que Paulo diria-lhes com tanta veemência que desejassem os “melhores” dons, se eles já tivessem recebido tudo que iriam receber e não tivessem mais oportunidade nenhuma de ganhar esses “melhores” dons? Essa passagem pode levar alguém a acreditar que como até mesmo Salomão procurou ganhar sabedoria de Deus para poder ser um bom governante de seu povo, que Deus vai nos conceder esses dons dos quais precisamos para podermos trazer grande proveito à Sua igreja. 

Tendo dito isso, ainda é verdade que esses dons são distribuídos de acordo com a escolha de Deus, não a nossa. Se todo crente de Coríntios desejasse fortemente um dom em particular, tal como o dom de profecia, Deus não iria dar esse mesmo dom a todo mundo só porque assim era o seu desejo. Por quê? Onde estariam todos os outros que são necessários para servir as outras funções do corpo de Cristo?

Há uma coisa que é extremamente clara: o comando de Deus é o que Deus usa para capacitar alguém a seguir tal comando. Se Deus nos comanda a fazer algo (tal como testificar, amar os que não são amáveis, discipular as nações, etc.), então Ele vai nos capacitar para seguir Seu chamado. Alguns talvez não sejam tão “dotados” em evangelismo como outros, mas Deus comanda todos os crentes a testificar e discipular (Mateus 28:18-20; Atos 1:8). 

Todos nós somos chamados a evangelizar, quer tenhamos o dom de evangelização ou não. Um Cristão determinado que deseja aprender da Palavra de Deus e desenvolver sua habilidade de ensinar vai se tornar um professor melhor do que aquele que talvez tenha o dom espiritual de ensinar, mas não o usa. 

Em resumo, os dons espirituais nos são dados quando recebemos a Cristo, ou são cultivados através da nossa caminhada com Deus? 
A resposta é os dois. Normalmente, os dons espirituais são dados no momento de salvação, mas também precisam ser cultivados através de crescimento espiritual. Será que você pode ir atrás de um desejo do seu coração e desenvolvê-lo em um dom espiritual? Você pode ir atrás de certos dons espirituais? 1 Coríntios 12:31 aparenta indicar que seja possível procurar, “com zelo, os melhores dons”. 

Você pode pedir a Deus por um dom espiritual e ser zeloso com ele através de sua procura de tentar desenvolver essa área. Ao mesmo tempo, se não for da vontade de Deus, você não vai receber certo dom espiritual, não importa quão ardentemente você o procure. Deus é infinitamente sábio e sabe em quais dons você vai ser o mais produtivo para o Seu reino.

Não importa quão dotados sejamos em um dom ou outro, todos nós somos chamados a desenvolver certas áreas mencionadas na lista de dons espirituais.... somos chamados a ser hospitaleiros, mostrar atos de misericórdia, servir uns aos outros, evangelizar, etc.... 

À medida que procuramos servir a Deus com amor, com o propósito de encorajar uns aos outros para a Sua glória, Ele vai trazer glória ao Seu nome, edificar Sua igreja e nos retribuir (1 Coríntios 3:5-8; 12:31-14:1). Deus promete que quando nos deleitamos nEle, Ele vai nos dar os desejos de nosso coração (Salmo 37:4-5). Isso com certeza incluiria nos preparar para servi-lO de uma forma que nos traga propósito e gratificação.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 24 de junho de 2017

COMO CONSEGUIR SUA PASSAGEM PARA O CÉU


"Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma, pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer (Rm. 3.9,10)

Por herança do pecado de Adão e Eva e, por merecimento, iremos todos sem exceção para o inferno.

"Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus..." (Is. 59.2)

Todavia por amor a mim, a você e a toda a humanidade, Deus nos deu um único escape, a vida de seu Filho Unigênito, que se fez pecado em nosso lugar

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. (João 3.16-18).

Daí para conseguirmos nossa passagem para o céu, somente crendo que Jesus veio e viveu como homem, não pecou e declarar o Senhorio de Cristo em nossas vidas, aceitando-o como Único e suficiente salvador

"A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." (Rm. 10.9-13)

COMO FAZER ISSO? 

ORE COMIGO:

Senhor Jesus, eu me arrependo dos meus pecados, creio no seu sacrifício por amor a mim, de nascer, viver como homem, sem pecar, morrer e ressuscitar. Reconheço o seu Senhorio na minha vida e o aceito como único e suficiente Senhor e Salvador. Jesus vem fazer morada no meu coração, Amém e graças a Deus

Lidiomar Trazini Granatti

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/
Graça e Paz

sexta-feira, 23 de junho de 2017

O SENHOR DO TEMPO

Tu dizes: “Eu determino o tempo em que julgarei com justiça”. (Sl 75.2.)

A agenda de deus é guardada a sete chaves. Não se trata do programa de governo, mas da ocasião precisa de cada realização, de cada intervenção, de cada acontecimento.

O salmista ouviu a voz taxativa de Deus sobre o assunto: “Eu determino o tempo em que julgarei com justiça” (Sl 75.2).

Jesus fechou a porta para qualquer especulação a esse respeito: “Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade” (At 1.7).

Está terminantemente proibida qualquer invasão da privacidade de Deus quanto à sua agenda.

Não se sabe, por exemplo, nem a hora nem o dia nem o mês nem o ano nem o século nem o milênio em que Jesus há de voltar em poder e muita glória. Mas sabe-se com absoluta certeza que Ele “voltará da mesma forma como o viram subir” (At 1.11).

Os judeus foram injustos com Jesus quando lhe disseram: “Até quando nos deixará em suspense? Se é você o Cristo, diga-nos abertamente” (Jo 10.24). Não existe suspense quanto a fatos, mas existe suspense quanto a datas.

Estamos seguramente informados de que “o último inimigo a ser destruído é a morte”, que os mortos serão ressuscitados e os vivos serão transformados (1Co 15.26, 51,52), que haverá novos céus e nova terra (2Pe 3.13), que Deus enxugará dos olhos toda lágrima e que não mais haverá morte nem tristeza nem choro nem dor (Ap 21.4).

Só não nos foi permitido conhecer a ocasião exata desses eventos maravilhosos.

Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE O PAI CRISTÃO?


 O maior mandamento na Escritura é este: “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças” (Deuteronômio 6:5). Retrocedendo ao verso 2, lemos: “Para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados.” Seguindo os versos, mais adiante vemos: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (versos 6 e 7).

A história dos hebreus revela que o pai deveria ser diligente em instruir a seus filhos nos caminhos e palavras do Senhor, para seu próprio desenvolvimento e bem estar espiritual. O pai que era obediente aos mandamentos das Escrituras, fazia justamente isto. A importância primária desta passagem é que os filhos devem ser criados na “disciplina e admoestação do Senhor”, a responsabilidade de um pai na casa.

Isto nos traz uma passagem no Livro de Provérbios capítulo 22:6-11; mas principalmente o verso 6, que diz: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer (quando crescer) não se desviará dele.” Educar indica a primeira instrução que um pai e mãe devem dar a um filho; ou seja, sua primeira educação. A educação tem como objetivo revelar perante a criança como a vida é prevista para ela. Iniciar a educação da criança desta forma é de grande importância, assim como uma árvore segue a inclinação de seus primeiros anos.

Uma passagem do Novo Testamento nos dá uma clara ilustração da instrução do Senhor para um pai em relação à educação de seus filhos. Efésios 6:4 é um resumo da instrução aos pais, colocado de forma negativa e positiva: “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.” Aqui está o que diz a Bíblia sobre a responsabilidade de um pai em criar seus filhos. O aspecto negativo deste verso indica que um pai não deve fomentar maus sentimentos em seus filhos sendo severo, injusto, parcial ou exercitando sua autoridade de forma irracional. Isto só servirá para que o filho alimente rancor em seu coração.

O aspecto positivo é expresso em uma instrução compreensiva: ou seja, eduque-o, crie-o, desenvolva sua conduta em todos os aspectos da vida pela instrução e admoestação do Senhor. Este é o treinamento (ser um modelo definitivo como pai) ou educação de uma criança – todo o processo de educar e disciplinar. A palavra “admoestação” carrega consigo a idéia de “colocar na mente da criança”, o que é o ato de lembrar a criança de suas faltas (de forma construtiva) ou responsabilidades (responsabilidades de acordo com seu nível de idade e compreensão).

Não se deve permitir que a criança cresça sem cuidado ou controle. A criança deve ser instruída, disciplinada e admoestada, para que adquira conhecimento, autocontrole e obediência. Todo este processo de educação deve ser em um nível espiritual e cristão (no verdadeiro significado desta palavra). É a “disciplina e admoestação do Senhor” a única forma efetiva de alcançar os objetivos da educação. Qualquer outra substituição ou meio de educar pode resultar em desastroso fracasso. O elemento moral e espiritual de nossa natureza é tão essencial e tão universal quanto o intelectual. Por isso, a espiritualidade é necessária ao desenvolvimento da mente, tanto quanto o conhecimento. Provérbios 1:7 nos diz: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento.”

O pai cristão é realmente o instrumento na mão de Deus na questão da paternidade. Assim como o cristianismo é a única religião verdadeira, e Deus em Cristo é o único Deus verdadeiro, a única forma possível de obter uma educação proveitosa é a disciplina e admoestação do Senhor. Todo o processo de instrução e disciplina deve ser aquele que Ele (Deus) prescreve e administra, para que Sua autoridade possa estar em contato constante e imediato com a mente, coração e consciência da criança. O pai humano não deve jamais se apresentar como autoridade final que determine verdade e dever. Isto simplesmente desenvolve o aspecto humano do “eu”. Somente fazendo com que Deus, Deus em Cristo, seja o mestre e governante, sob cuja autoridade tudo deve ser crido e obedecido e sob cuja vontade tudo deve ser feito, é possível alcançar os objetivos da educação.

As instruções das Escrituras aos pais são sempre o ideal de Deus. Às vezes temos a tendência em “baixar” estes ideais ao nível de nossos ideais e experiências humanas. Sua pergunta, entretanto, é o que a Bíblia diz a respeito de ser um pai. Tentei responder adequadamente. Descobri, por experiência de ser pai de três filhos, o quanto falhei no ideal bíblico. Isto, entretanto, não desvirtua a Escritura e a verdade e sabedoria de Deus, para dizer que “a Escritura simplesmente não funciona”.

Façamos um resumo do que foi dito. A palavra “provocar” significa irritar, exasperar, mostrar de forma errada, incitar, etc. Isto resulta de um espírito e métodos equivocados, ou seja, severidade, irracionalidade, autoritarismo, dureza, exigências cruéis, restrições desnecessárias e insistência egoísta em relação à autoridade. Tais provocações resultarão em reações adversas, murchando o afeto, criando obstáculos ao desejo por santidade e fazendo o filho sentir que não pode, de modo algum, agradar a seus pais (eu sei, pois já passei por isso). Um pai (ou mãe) sábio (quisera eu ter sido mais sábio) busca fazer com que a obediência seja algo desejável e alcançável mediante amor e gentileza. Os pais não devem ser tiranos impiedosos.

Martinho Lutero dizia: “Deixe a maçã ao lado da vara e dê a seu filho quando fizer o certo”. A disciplina na educação geral e cultura deve ser exercitada com cuidadosa vigilância e constante ensino, com muita oração. O castigar, disciplinar e aconselhar pela Palavra de Deus, proporcionando tanto reprimendas como encorajamento, segundo a necessidade, é indicativo de “admoestação”. A instrução dada vem do Senhor, é aprendida na escola da experiência cristã e é administrada pelos pais (o pai). A disciplina cristã é necessária para impedir que a criança cresça sem a reverência a Deus, respeito pela autoridade dos pais, conhecimento dos padrões cristãos e hábitos de autocontrole. 

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem (ou mulher) de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (II Timóteo 3:16-17). Isto é o que diz a Bíblia sobre ser um bom pai. Os meios e métodos que os pais podem usar a fim de ensinar a verdade de Deus irão necessariamente variar. Mas estas verdades sempre deverão estar disponíveis para serem aplicadas em qualquer objetivo de vida, no viver e no estilo de vida.

Assim como o pai é fiel em seu papel de modelo para os filhos, o que a criança aprende sobre Deus permanecerá através de toda a sua vida, não importando o que faça ou onde possa ir. Os filhos aprenderão a “amar a Deus de todo o coração, alma e força”, e terão o desejo de servir a Deus em tudo o que fizerem.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 21 de junho de 2017

ETAPAS DA VIDA CRISTÃ

“Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção... “ Gênesis 12:1-20

Deus chamou um homem, a partir dele formou um povo, através desse povo enviou o Senhor Jesus Cristo e por meio dele as famílias da terra estão sendo abençoadas e salvas.

Deus tirou Abraão do meio de um povo idólatra e fez dele o Pai da Fé; não por méritos de Abraão, mas tudo foi graça de Deus.  Mesmo depois de salvo, Abraão ainda cometeu erros e pecados, isso prova que somos vulneráveis e que precisamos depender diariamente da graça de nosso Pai Celeste. 

Algumas etapas da carreira cristã:

OUVIR A PALAVRA DE DEUS NOS CONDUZ À FÉ VERDADEIRA.  (Gênesis 12:1-3)
Antes de começar a andar com Deus, Abraão era um idólatra – (Josué 24:2) Abraão ouviu a voz de Deus, converteu-se dos ídolos vãos ao Senhor, e foi revelado a ele a glória de Deus – (Atos 7:2) Quando Abraão ouviu a Palavra de Deus, a fé foi gerada no seu coração – (Romanos 10:17)

Abraão tornou-se um amigo de Deus, pai da fé e nos deixou um grande legado de como devemos andar com Deus. A fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus.

A FÉ EM DEUS NOS CONDUZ À OBEDIÊNCIA. (Gên.12:4-6)
A Bíblia nos diz que Abraão obedeceu a Deus pela fé – (Hebreus 11:8) Abraão creu na Palavra de Deus e em todas as suas promessas, por isso, obedeceu ao Senhor.

A fé em cristo não é apenas crer a despeito das evidências, mas obedecer a Deus a despeito das circunstâncias. A maior prova que temos fé, é a nossa obediência. A verdadeira fé sempre produz obras; a fé sem obras é morta – (Tiago 2:14).  A verdadeira fé nos leva à ação pela obediência.

A OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS NOS CONDUZ À BÊNÇÃO  (Gênesis. 12:7-9)
O Chamado que Deus fez a Abraão não foi fácil, ele teve que deixar tudo para traz, mas ele obedeceu, por isso foi abençoado.

Para alcançar as bênçãos, é preciso trilhar o caminho da obediência a Deus e à sua Palavra. Na caminhada de Abraão com Deus, ele sempre viveu entre a tenda e o altar. A tenda porque ele foi um peregrino na terra, e o altar porque ele era um cidadão do céu; assim deve ser a nossa caminhada com Cristo. (Gênesis 12:8; Hebreus 11:8-10; Filipenses 3:20,21) Abraão foi muito abençoado porque tinha os pés na terra e os olhos fixos na cidade celestial, eterna, cujo arquiteto e fundador é o nosso Deus (Hebreus 11:9,10)

DEPOIS DE RECEBERMOS AS BÊNÇÃOS PODERÃO VIR PROVAÇÕES (Gên. 12:10-20)
A verdadeira fé em Cristo passa por testes: Para provar se a nossa fé é real, para nos ajudar a crescer espiritualmente, para que o nome do Senhor nosso Deus seja glorificado. (I Pedro 1:6-9;  Tiago 1:1-8)

Pouco tempo depois de Abraão entrar na terra prometida, ele enfrentou seca e fome. Isso nos mostra que podemos estar no centro da vontade de Deus, e mesmo assim enfrentarmos dificuldades e provações. Abraão tentou fugir das provações fugindo para o Egito, e isso foi um grave erro. (Gênesis 12: 10-20)

O Senhor abençoou Abraão para que ele fosse uma grande bênção. Por meio de Abraão e do seu descendente – Cristo Jesus, o mundo inteiro tem sido abençoado. (Gálatas 3:7,8,14,16, 26-29) As bênçãos de Deus não são apenas privilégios pessoais, mas oportunidades para abençoarmos outras pessoas.

DEPOIS DAS PROVAÇÕES VEM A APROVAÇÃO DE DEUS. (Gên. 22:1-8;  Tiago 1:12)
Abraão passou pelas mais diferentes provações antes de ser aprovado por Deus; por exemplo: 
Ele só alcançou a promessa de ter um filho com Sara ( Isaque) depois de 25 anos de obediência ao chamado que Deus lhe fez em Ur dos Caldeus. Deus provou a Abraão pedindo-lhe que oferecesse seu filho. Abraão obedeceu ao Senhor e então foi completamente aprovado por Deus. (Gênesis 22:1-18)

Numa corrida é importante como a iniciamos e como a corremos. Porém, na verdade, é como a finalizamos que é mais importante. 
Numa apresentação de vendas, é importante como começamos e como o fazemos. Mas realmente o que importa, é como a finalizamos, como fechamos uma venda.

Na vida este princípio também se aplica. Como a terminamos é que importa. Só temos duas maneiras de terminar a vida: Reprovado ou Aprovado. (I Corintios 9:27)

Na caminhada cristã enfrentamos os mais diferentes obstáculos, temos que ultrapassar cada um deles sem queimar etapas, sem murmurar até atingirmos a aprovação de Deus.

Abraão em sua caminhada com Deus passou por todas as etapas enumeradas aqui. Tornou-se amigo de Deus, Pai da Fé, e nos deixou um grande legado de obediência e fé em Deus.

A Bíblia nos motiva a corrermos com perseverança a carreira cristã, que nos está proposta, olhando firmemente para Jesus, autor e consumador de nossa fé. (Hebreus 12:2).

Extraído Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 20 de junho de 2017

FELIZES SÃO OS HUMILDES DE ESPÍRITO

Jesus começa sua exposição no monte dizendo: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.” (Mateus 5.2) A humildade ou “pobreza de espírito” como é traduzida em outras versões da Bíblia, não se refere à pobreza material

R.N. Champlin um dos maiores interpretes do Novo Testamento faz uma importante observação: Ainda que Jesus deva ter proferido essas palavras a pessoas reais e literalmente pobres, espezinhados sob a autoridade de Roma e desprezados pelos próprios líderes religiosos, entretanto, a sua ligação é de natureza essencialmente espiritual.[1]

Martyn Lloyd-Jones um dos maiores expositores bíblicos do século XX reforça nossa interpretação: Um homem pobre não está mais próximo do reino dos céus do que um homem rico, se é que estamos falando deles como homens naturais. Não há mérito nem vantagem na pobreza. A pobreza não serve de garantia da espiritualidade. Assim sendo, é patente que essa passagem não pode estar ensinando tal conceito.[2]

Então quem são os “humildes de espírito”? Eles são os que reconhecem de coração ser “pobres” no sentido de não poderem realizar nenhum bem sem a assistência divina e que não têm nenhum poder em si mesmos que os ajude a fazer o que Deus requer deles. O reino dos céus a estes pertence, pois deste reino os orgulhosos por sua autossuficiência são inevitavelmente excluídos. [3]

Ser humilde de espírito é se colocar na total e exclusiva dependência de Deus. Precisamos deixar de lado a autoconfiança e dependemos mais de Deus. Quando esse ensinamento é praticado, a jactância em nosso ego cede lugar à gratidão eterna a Deus, fazendo-nos verdadeiros discípulos do Senhor Jesus Cristo. Pois, um cidadão do reino dos céus é reconhecido por ter essa virtude.

Martyn Lloyd-Jones conta que em certa oportunidade foi convidado a ministrar em uma cidadezinha do interior, e ao chegar à estação de trem um diácono estava a sua espera. Após quase que arrancar as malas de sua mão disse: – sou um diácono da igreja, não sou nada, sirvo apenas para carregar bagagens.  Lloyd-Jones diz que ele disse essas palavras com o intuito de deixar bem claro que o mesmo era um cristão humilde. Quando uma pessoa põe em pratica o preceito da humildade de espírito não faz alarde para que seus pares vejam essa virtude em si. Entretanto, é percebida através de um testemunho alheio sem a influência da autopromoção daquele suposto “humilde de espírito”. 
    
Nesse sentido, observa Hernandes Dias Lopes: “Normalmente, quem tenta vender uma imagem de modéstia e humildade, esconde atrás dessa máscara uma personalidade altiva, soberba e valiosa.” [4] Portanto, a humildade consiste na negação da autopromoção e no reconhecimento autônomo de outrem. 

Outra importante lição que podemos retirar deste preceito divino: presente à humildade – ausente à soberba. Os humildes de espírito além de viver uma vida ausente de soberba, sentem repulsa deste sentimento sorrateiro. Nada mais repulsivo do que o comportamento de uma pessoa soberba e jactanciosa.

O sábio Salomão já exteriorizava seu pensamento sobre os soberbos: “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda. A soberba do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra.” (Provérbios 16.18, 29.23) Devemos fazer diferente: humilhar-nos sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em seu tempo oportuno nos exalte. (1 Pedro 5.6)

Mas como observar esta beatitude? A única maneira de alguém tornar-se “humilde de espírito” é voltando os olhos para Deus.[5] Que Deus seja o centro em nossa busca de sermos “humildes de espírito”. Jean-Jacques Rousseau estava enganado quando disse que o homem é essencialmente bom. O ensinamento bíblico é que o homem é essencialmente mal, e suas faculdades todas foram afetadas pelo pecado. Por isso, o homem precisa de Deus para se tornar um ser melhor através de uma mudança em seu interior.

Portanto, encontramos a verdadeira felicidade nos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. E somos verdadeiros “humildes de espírito“ quando deixamos de lado a nossa rebeldia e colocamos  em prática os seus preceitos.

1 CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo.  Volume 1. Editora Hagnos. São Paulo, SP 2014: p. 301.
2  LLOYD-JONES, Martyn, Estudos no Sermão do Monte. Editora Fiel. São José dos Campos, SP 2013: p. 38
3 TASKER, R.V.G, Mateus Introdução e Comentário. Editora Vida Nova. São Paulo, SP 1999: p. 49.
4 LOPES, Hernandes Dias, Removendo Máscaras. Editora Hagnos. São Paulo, SP 2004: p. 53.
5 LLOYD-JONES, Martyn, Estudos no Sermão do Monte. Editora Fiel. São José dos Campos, SP 2013: p. 46.

Moisés Soares

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 19 de junho de 2017

NÃO BRINQUE COM SATANÁS

Lembre-se do seu Criador nos dias da sua juventude, antes que venham os dias difíceis e se aproximem os anos em que você dirá: “Não tenho satisfação neles” Ec 12.1.

Existem pessoas que são como um peso. Era difícil para Jesus ‘carregar’ algumas pessoas. Como pastor, observo que há pessoas mais pesadas e pessoas mais leves para ‘carregar’.

Pessoas que não desenvolvem que não decolam em nada são mais difíceis de carregar. Houve um rapaz na Getsêmani muito bonito, engenheiro, ele era ministro de louvor na igreja. Quando se formou as empresas o requisitavam, ele prosperou, cresceu muito e foi trabalhar numa multinacional.

Notei que à partir daí ele foi diminuindo a participação na igreja. Todos os sábados ele vinha ao culto e de-repente sumiu, até que um dia, o vi no aeroporto da Pampulha. Quando ele se virou para mim, ele estava com cigarro nas mãos e a garota que estava com ele estava com uma roupa bem insinuante. Ele olhou pra mim, jogou o cigarro no chão e disse: “Ei Jorge!” Talvez tenha me chamado de Jorge por vergonha de me chamar de pastor.

Seis meses depois vi esse rapaz no culto de uma forma deplorável. O rapaz não conseguia se manter em pé, estava cadavérico. Não o reconheci, até que uma pastora me trouxe à memória quem era ele.

Através da vida desse jovem vi o que uma garota usada pelo diabo pode fazer com um rapaz e vice-versa. Satanás coloca as pessoas numa situação deplorável. Esse moço havia envolvido com drogas por influência daquela garota.

Há uns meses atrás fui a Valadares pregar para pastores e o vi novamente com a mãe que já está bem envelhecida e o rapaz um pouco melhor, ainda está cadavérico, marcado e machucado, mas ele me disse: “Pastor, sinto que Jesus está me dando uma nova chance, estou reconstruindo minha vida.”

Há quatro meses entrei na sala do goleiro Bruno e foi uma experiência muito triste. Lembro-me do Bruno na igreja, eu o via amando Jesus e de-repente vou visita-lo na cela.

Não escreva uma história contrária a que Deus escreveu pra você, a sua história tem que ser a que o Senhor escreveu pra você!

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 18 de junho de 2017

CUIDADO COM AS TENDÊNCIAS PECAMINOSAS

Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. (Gálatas 5.24) 

É muito vantajoso para os cristãos estar cientes de suas tendências corruptas decorrentes da sua natureza pecaminosa.

Essa atenção os guarda de se tornarem cheios de orgulho por meio da ilusão inútil e ímpia de tentarem se tornar justos pelas obras, como se isso os tornasse aceitáveis para Deus.

Inchados por essa ilusão, os monges acreditavam que eram santos por causa das obras escolhidas por eles próprios que vendiam a retidão e a santidade deles aos outros. Em seus próprios corações, contudo, eles estavam convencidos de que eram impuros.

Confiar em nossa própria justiça e nos imaginar puros são comportamentos muito prejudiciais.

Mas, se estivermos cientes da pecaminosidade presente em nossos corações, não confiaremos na nossa própria justiça.

Essa compreensão nos humilha de tal forma que nos desprendemos do nosso orgulho e paramos de confiar nas nossas próprias obras. Ela nos impulsiona a correr para Cristo, nosso Reconciliador.

Ele não tem uma natureza pecaminosa, impura, mas completamente limpa e santa, a qual ele ofereceu pela vida do mundo. Nele, nós encontramos uma justiça fidedigna e completa.

Assim, nós permanecemos humildes – não com falsa humildade, mas com verdadeira humildade – por causa das tendências e defeitos corruptos da nossa natureza pecaminosa. Portanto, seríamos culpados de morte eterna se Deus fosse nos julgar severamente.

Mas nós não somos orgulhosos aos olhos de Deus.

Nós reconhecemos humildemente os nossos pecados e desejamos o perdão com um coração quebrantado.

Confiando na obra de Cristo como Mediador, nós entramos na presença de Deus e suplicamos perdão de pecados.

Consequentemente, Deus estende seu céu imensurável de bondade sobre nós e, por amor de Cristo, não nos atribui os nossos pecados. 

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz