segunda-feira, 31 de agosto de 2020

PELO SANGUE DO CORDEIRO


“Vencemos Satanás quando testificamos pessoalmente o que a Palavra de Deus diz que o Sangue de Jesus faz por nós” 

Deus me comprou com Seu próprio sangue para ser parte da sua Igreja.  Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. (At.20.28)

Pelo sangue derramado por Jesus, participo da nova aliança e provo a remissão dos pecados. Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. (Mt.26.28)

Através do sangue de Jesus fui redimido da mão de satanás e dos pecados. Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça, (Ef.1.7)

Pelo sangue de Jesus, tenho a redenção, a remissão dos pecados. Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecado (Cl.1.14)

Pelo sangue de Jesus, todos os meus pecados estão purificados. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.(1Jo.1.7)

Fui feito justiça, como se nunca houvera pecado. Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. (Rm.5.9)

Pelo sangue de Jesus fui santificado, separado para o uso exclusivo de Deus. E por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta. (Hb.13.12)

Pelo sangue de Jesus, alcancei a paz e a reconciliação com Deus.  E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. (Cl.1.20)

Pelo sangue de Jesus tenho comunhão com Ele, participando do Seu Cálice de bênção. Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, (Hb.10.19)

Pelo sangue de Jesus cheguei perto da comunidade de Israel e das alianças da promessa. Porventura o cálice de bênção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é porventura a comunhão do corpo de Cristo?(1Co.10.16)

O sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno Se ofereceu a Si mesmo imaculado a Deus, purifica das obras mortas a minha consciência, para que eu sirva ao Deus vivo. Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. (Ef.10.13)

Pelo precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Jesus, fui resgatado da minha vã maneira de viver. Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo? (Hb.9.14)

Pelo sangue de Jesus, que me ama, fui liberto dos meus pecados.

Pelo sangue de Jesus, fui comprado para Deus das nações na terra. SOU SUA PRIORIDADE.

No sangue do Cordeiro tenho lavado as minhas vestes e as branqueado e alcancei o direito de estar diante do Trono de Deus.

O sangue de Jesus fala continuamente no Céu a meu favor.

O sangue de Jesus é visto no Céu. Ele está vestido de um manto salpicado de sangue; e o nome pelo qual se chama é o VERBO DE DEUS. No manto, sobre a coxa tem escrito o nome: Rei dos reis e Senhor dos Senhores. (Ap.19.13-16)

Ora, o Deus de paz, que pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dentre os mortos a meu Senhor Jesus, grande pastor das ovelhas, me aperfeiçoe em toda a boa obra, para que eu faça a Sua vontade, operando em mim o que perante Ele é agradável, por meio de JESUS CRISTO, ao qual seja glória para todo o sempre.  (Hb.13.20)

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 30 de agosto de 2020

MANTENDO A PAZ INTERIOR


“Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Confiai no SENHOR perpetuamente; porque o SENHOR Deus é uma rocha eterna”. (Isaías 26.3,4)

Esta é uma promessa fantástica da Palavra de Deus! Ser conservado em paz significa não se desgastar interiormente diante dos problemas. Justamente nos dias em que tanto se fala sobre angustia, estresse, depressão e síndrome do pânico, encontrar um meio divino de se conservar em paz é algo por demais valioso.

Deus é um lugar de abrigo e refúgio para seus filhos. O texto sagrado o chama de uma “Rocha Eterna“. Precisamos aprender a desfrutar de sua paz, mesmo em meio à tempestade.

Note ainda que o versículo fala acerca de confiança e de uma mente firme, o que indica convicção. Esta promessa não significa deixar de ter problemas, e sim ter paz independentemente das circunstâncias à nossa volta.

Pior do que as circunstâncias difíceis do lado de fora é ter um coração perturbado do lado de dentro. Mesmo antes das circunstâncias se resolverem externamente, precisamos de nosso interior em paz. Do contrário, sequer conseguiremos lutar da forma devida:

“Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena.” (Pv 24.10)

Quando você se encontra em meio a lutas e adversidades, seu verdadeiro problema não é o que acontece à sua volta, e sim a maneira como você é afetado no íntimo. A instrução bíblica nunca está voltada ao aspecto exterior, e sim em como reagir interiormente.

Observe o que Jesus ensinou acerca disto: “Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (João 16.33)

Ao falar sobre as aflições que enfrentaríamos, Jesus deixou claro qual era sua vontade: que tivéssemos paz nele e bom ânimo.

Enquanto muitos crentes se desesperam para resolver seus problemas, perdem de vista que a única coisa que realmente ajuda na hora da adversidade é manter a paz e o bom ânimo. Nossa força não vem de fora, não vem das circunstâncias. Nossa força vem de dentro! Veja o que Deus disse por boca do profeta Isaías:

“Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes.” (Is 30.15)

Na tranquilidade e na confiança está a nossa força. Ouvi, certa ocasião, o irmão Dave Roberson afirmar que a paz de Deus em nosso íntimo é uma das maiores armas que temos contra o diabo e as circunstâncias. E acredito nisto! Nossa força vem de um coração tranqüilo, que não se abate diante dos problemas.

Luciano Subira

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 29 de agosto de 2020

FÉ QUE FAZ JESUS PARAR


Somos salvos e chamados para andar pela fé e não pelo que vemos. “Visto que andamos por fé e não pelo que vemos.” (2 Co. 5.7).

“... E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar e a dizer: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!... E Jesus, falando, disse-lhe: Que queres que te faça? E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista.E Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho. (Mc 10.46-52)

Qual é a diferença entre “pensamento positivo” e Fé em Deus? 
PENSAMENTO POSITIVO = o suposto poder de atração de alinhar o universo sob seu comando…
FÉ EM DEUS = saber que não pode fazer nada sem Cristo.

Fé não é ter um desejo muito forte. Fé vai além de simples confiança, esperança ou desejo forte. Fé é conhecer a Deus. Fé não é baseada nos resultados, mas no andar, nosso andar por fé traz resultados.

Fé é uma convicção profunda que as palavras de Deus são verdadeiras e que Deus vai realizar tudo que Ele promete. Esse é o tipo de fé que Deus procura, esse é o tipo de fé que chamou a atenção de Jesus.

Bartimeu, um cego, sentado à beira do caminho, ouvindo que era Jesus que passava, pôs-se a clamar e gritou: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim! E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais… Bartimeu era “cego”, mas ele reconheceu quem era Jesus.  Quem estava cego era a multidão. Tinha uma grande multidão, mas foi um cego que conseguiu enxergar quem era Jesus. O Bartimeu, o cego, estava enxergando melhor que a multidão.

Jesus estava indo para Jerusalém, indo para a obra da redenção. Ele está focado, está chegando o momento mais importante de toda eternidade, mas o grito do Bartimeu fez Jesus parar.

Jesus disse: Chamai-o. Chamaram então o cego, dizendo-lhe: Tem bom animo; levanta-te, Ele te chama. Lançando de si a capa, levantou-se de um salto, e foi ter com Jesus.

Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver.
Jesus então lhe disse: Vai a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver, e seguia a Jesus estrada fora.

O que fez Jesus parar?
Muitas necessidades no meio da multidão, mas não foi uma necessidade que fez Jesus parar, foi à fé do cego! Que fé foi essa?

Uma fé que enxerga além dos olhos, além do raciocino, que enxerga e recebe a revelação de quem é Jesus. Enxergar que nada é impossível para Deus

Exemplo de Abraão: Deus prometeu um filho para Abraão. A fé de Abraão foi muito além de acreditar que Deus poderia cumprir a promessa. Ele acreditava que Deus não somente faria, mas também entendeu que somente Jeová era poderoso para fazer.

Onde estava à base da fé de Abraão? Estava na promessa?
A fé de Abraão não estava baseada ou firmada numa promessa de uma terra ou nação.
A sua fé estava baseada em Deus, em quem Ele é e, em que Ele é capaz fazer.

O maior problema que enfrentamos não são as situações, mas pensar que as situações são grandes demais para Deus.

Deus sempre é maior e melhor que imaginamos.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

O MARTÍRIO DE ESTÊVÃO


Enquanto apedrejavam Estêvão, este orava: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”. Então caiu de joelhos e bradou: “Senhor, não os consideres culpados deste pecado”. E tendo dito isso, adormeceu. (Atos 7.59-60)

A morte de Estêvão foi plena de Cristo. Em seguida ao discurso de Estêvão, Lucas registra mais três frases ditas por ele:

Vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé, à direita de Deus (v. 56). Talvez Jesus tenha se levantado para dar as boas-vindas ao seu primeiro mártir.

Sem disposição para ouvir Estêvão glorificar a Jesus, o concílio lançou-se contra ele e o arrastou para fora da cidade, para apedrejá-lo. Foi então que ele disse a segunda frase.

Senhor Jesus, recebe o meu espírito (v. 59). Sua oração foi semelhante à que Jesus orou antes de morrer: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23.46). Depois disso, ele caiu de joelhos e bradou: Senhor, não os consideres culpados deste pecado (At 7.60). Essa frase lembra as primeiras palavras de Jesus na cruz, também registradas por Lucas.

De fato, há vários pontos semelhantes entre a morte de Jesus e a morte de Estêvão. Em ambos os casos, foram contratadas falsas testemunhas e ambos foram acusados de blasfêmia. Os dois oraram pedindo que Deus perdoasse seus algozes e recebesse seus espíritos.

Lucas conclui sua narrativa dizendo que Estevão “adormeceu” (v. 60) — “uma inesperadamente bela e suave descrição para uma morte tão brutal”, escreveu F. F. Bruce.

A maioria das pessoas se interessa pela vida de Estêvão por ele ter sido o primeiro mártir cristão. Lucas, porém, está mais interessado em outro detalhe, a saber, no papel vital que Estêvão desempenhou para a expansão da igreja cristã. Ele já havia mostrado através do Antigo Testamento que Deus estava ligado a um povo, não a um lugar. Agora, Jesus estava pronto para acompanhar seu povo para onde quer que eles fossem.

Essa certeza é indispensável para a obra missionária. Deus assumiu um compromisso com a sua igreja (prometendo que nunca a deixaria) e com a sua Palavra (prometendo que ela nunca passaria).

Mas a igreja de Deus são as pessoas, não os edifícios, e a Palavra de Deus são as Escrituras, não as tradições. Os edifícios e as tradições poderão passar, mas o essencial deve ser preservado.

Não podemos permitir que eles aprisionem o Deus vivo ou impeçam sua missão no mundo.

Retirado de A Biblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

A PREGAÇÃO DO EVANGELHO


Eis uma arma eficaz contra o inimigo: a pregação da verdade.

“Todo aquele que invocar o nome do senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de que nada ouviram? E como ouviram, se não há que pregue? E como pregarão se não foram enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos obedecem ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem acreditou na nossa pregação? E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.”( Rm 10:13-17).

Diante desta maravilhosa declaração do apóstolo Paulo, pode-se chegar à conclusão que a pregação do Evangelho é poderosa, por si só, para salvar o perdido. A fé vem pela pregação da Palavra de Deus.

Paulo reitera aqui a mensagem constante nos versículos catorze e quinze, mostrando que a pregação com que os missionários da cruz obtinham convertidos, e que precisava ser ouvida para que pudesse haver fé, é a mensagem de Cristo.”

Em Jo 8:32, está escrito: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” É a verdade de Deus, Cristo, que liberta. e é exatamente por isso que devemos comunicá-lo.

Jesus comissionou-os a pregar o Evangelho: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todo a criatura.” (Mc 16:15); “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações...”(Mt 28:19).

O apóstolo Paulo, quando se converteu foi logo pregar o evangelho na sinagoga (At 9:20); em suas viagens missionárias pregava o evangelho (Rm 15:18-20); exortou ao seu filho na fé, Timóteo, que pregasse a Palavra (2 Tm 4:2), e, no final de sua carreira, quando estava preso, ainda pregava o evangelho (At 28:31).

Jesus Cristo e o apóstolo Paulo, enfatizaram a pregação do evangelho como arma para converter os incrédulos. 

O triunfo dos cristãos acontece como o resultado da proclamação da verdade que liberta (Jo 8:32).

O evangelho de Cristo é, em si mesmo, poderoso para a salvação daqueles que creem. É claro que pode-se variar nos métodos de comunicação deste.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

AS EVIDÊNCIAS DA SALVAÇÃO


Acerca da salvação, existem muitas teorias e linhas de pensamento, entretanto só existe um caminho que conduz o homem a salvação: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6). Portanto o Cristianismo é um relacionamento todo suficiente com um Cristo todo suficiente, sendo que assim como Cristo é absolutamente santo e divino, também nós somos totalmente suficientes nele, pois quando o adoramos em espirito e em verdade, não precisamos de nada além dele.

NOSSA SUFICIÊNCIA EM CRISTO
Contudo alguns querem impor o legalismo e a religiosidade como condição de salvação, mas esquecem de que Cristo já conquistou a nossa salvação na Cruz e para isso basta crer e confiar. Contudo, como crentes em Cristo e estudantes da palavra, devemos buscar cada vez mais o aprimoramento na verdade que é Cristo, para que possamos não apenas crescer em conhecimento, mas também em fé, graça, amor, compreensão, humildade e principalmente nos tornarmos mais quebrantados e cheios do Espírito Santo e assim o adorarmos em espírito e em verdade.

FRUTO DO ESPÍRITO: EXPRESSÃO DO CARÁTER DE CRISTO EM NOSSAS VIDAS
O Espírito Santo efetua no cristão a santificação, inclinando-o para as coisas espirituais (Rm 8:5,8 e 9) e contenda com as coisas da carne, gerando em cada cristão o fruto do Espírito que são expressões do caráter de Cristo em nossas vidas.

A ação do Espírito em favor de cada cristão vai transformando este de glória em glória de valor em valor, fazendo com que cada cristão se torne mais parecido com Jesus, até porque o grande poder do evangelho não é a mudança externa, mas sim a interna, já que a proposta do  evangelho não envolve o legalismo, regras ou dogmas, mas sim o amor, a paz e a justiça, pois a proposta de Jesus vai além do pacotinho da religiosidade, envolvendo a subordinação à vontade de Deus em detrimento da vontade pessoal, ação precedida de arrependimento e eivada de esperança. Todo seguidor de Cristo, deve ficar ciente que será incompreendido por muitos, mas aceito por aqueles que foram alvos da verdade.

ADORAÇÃO COMO ESTILO DE VIDA
Adoração não é apenas um mero conceito, ou um momento de cântico no culto, mas um estilo de vida que desafia os paradigmas impostos pelo legalismo ilógico e pelo dogmatismo árido. Contudo, paradoxalmente do que este ou aquele grupo fala ou defende, devemos nos pautar na Bíblia e ela nos ensina claramente que Cristo riscou a cédula que era contra nós, cravando-a na Cruz (Cl 2:14-21).

Somente em Cristo existe misericórdia, pois no calvário existe completo perdão, salvação e completa vitória. Quando compreendemos a essência de nossa suficiência em Cristo, sabemos que nele, apenas nele temos a nossa vitória, pois nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do entendimento (Cl 1:5)

A MISERICÓRDIA COMO ATO DA GRAÇA DIVINA EM NOSSAS VIDAS
Os escritores bíblicos expressam, o quanto conheciam da misericórdia de Deus apresentando o Senhor como aquele que se compadece, como o pai misericordioso e compassivo (Sl 51 e 103). Como servos de Deus somos desafiados diariamente a usar da mesma misericórdia. “Bem-aventurado os misericordiosos” (Mt 5:14).

Somos discípulos do Senhor porque fomos alcançados um dia pela sua misericórdia: “Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas nos vivificou juntamente com Cristo” (Ef 2:4-5).

O discípulo não perdoou para ser perdoado; mas este deve exercer a prática do perdão porque um dia também foi perdoado, reconhecendo o quanto Deus tem sido misericordioso com ele. Segundo o teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer: “O misericordioso empresta a honra própria ao descaído e toma sobre si a sua vergonha, procura a companhia dos publicanos e pecadores, suportando prazerosamente a vergonha de sua companhia”. Assim, que o exercício da misericórdia seja a razão de ser de nossa missão evangelística!

De acordo com os ensinamentos de Cristo, somente quando perco minha vida eu a encontro. Quando me entrego como sacrifício vivo ao Senhor, coloco-me a disposição do meu próximo, sendo que quanto mais eu me aproximo de Cristo, mais exerço minha missão e assim encontro à verdadeira razão de minha existência: O Serviço Cristão.

Referências
– MACARTHUR, John. A Nossa suficiência em Cristo. Editora Fiel. São José dos Campos, 2014.
– MARTINS, Orlando. Diaconia o serviço da mordomia. Editora AD Santos. Curitiba, 2016

Orlando Martins

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 25 de agosto de 2020

DEUS PELEJA POR NÓS


Hamã era um homem que ansiava a morte dos judeus e para tal intento traçou um plano diabólico (Et 3:8-14). "Enviaram-se as cartas por intermédio dos correios a todas as províncias do rei, para que destruíssem, matassem e aniquilassem a todos os judeus, moços e velhos, crianças e mulheres, em um mesmo dia, no dia treze do décimo segundo mês, que é o mês de adar, e para que lhes saqueassem os bens." (Et 3:13.)

Satanás usou Hamã, um homem que tinha um cargo político, para tentar destruir o povo de Deus. O plano do inimigo foi colocado em prática, mas o Senhor era com aquele povo. "Se Deus é por nós quem será contra nós?" (Rm 8:31.) Deus se encarregou de vencer o inimigo com a mesma estratégia que Hamã havia pensado em usar.

Toda a autoridade que se levanta contra o povo de Deus será destruída, porque quem toma a nossa causa é o Senhor. Hamã morreu no laço que ele mesmo havia p. "Assim, enforcaram a Hamã na forca que ele tinha preparado para Mordecai." (Et 7:10.)reparado

Quando nós estamos sob a direção de Deus, o nosso inimigo é confundido, vencido pela sua própria estratégia. Por isso, nunca manche suas vestes com a vingança; Deus é o verdadeiro juiz e sabe, muito mais que nós, como punir o inimigo.

Deus vai à frente das nossas batalhas, por isso não devemos temer as ameaças, as acusações, as falcatruas. Hamã era o tipo de autoridade política que usava todas essas armas sujas. Hoje Deus está abrindo a nossa visão e nos dando um novo tempo, para que possamos vencer esses inimigos.

Devemos ter a postura de não entrar no jogo do inimigo, de não deixar que ele tire a nossa atenção do alvo, com estratégias mentirosas e covardes. Temos de caminhar na oração, no jejum, na ação, crendo que o Senhor,  vai à nossa frente pelejando por nós.

Ester foi uma valente usada por Deus no meio político, para vencer as falcatruas, as mentiras, os laços de morte que Satanás tinha para o povo. Precisamos olhar para esta mulher e entender mais do que nunca que essa é a nossa realidade.

Satanás tem tentado destruir as famílias, a igreja, os governos, a economia, enfim, tudo. E nós, como povo valente e destemido, vamos enfrentar e vencer esses demônios na força e na estratégia do Todo-Poderoso.

Verdadeiramente precisamos nos espelhar no testemunho de Ester. Não se acovarde, meu irmão, não se intimide. Lute com as estratégias que Deus tem nos dado e você alcançará grandes vitórias.

"Veio o temor de Deus sobre todos os reinos daquelas terras, quando ouviram que o Senhor havia pelejado contra os inimigos de Israel." (2 Cr 20:29.)

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

A LIBERDADE HUMANA E SEUS LIMITES


E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, Gn. 1.15-17

Deus criou um paraíso e colocou nele o homem.

A LIBERDADE HUMANA - De toda árvore do jardim comerás livremente”.
Deus colocou muitas árvores frutíferas à disposição do homem, representando tudo o que o Senhor nos dá para o nosso deleite.

O LIMITE “...mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás”.
Não existe liberdade absoluta. O ser humano precisa, desde criança, conhecer os seus limites. A árvore proibida representa aquilo que pertence a Deus, ou que pertence ao próximo, ou aquilo que nos prejudicaria de alguma forma, mesmo sendo algo atraente e aparentemente agradável (Gn. 3.6).

O que Deus nos dá é muito mais do que aquilo que ele nos nega, pede ou proíbe. Somente uma árvore foi proibida. Entretanto, o homem quer muito mais do que aquilo que lhe é dado.

TRANSGRESSÃO E CONSEQUÊNCIA  - “No dia em que dela comeres, certamente morrerás”.
Quem se dispõe a ir além dos limites estabelecidos por Deus, cometendo o pecado, deve estar consciente dos efeitos de suas atitudes e ações. Adão e Eva comeram do fruto proibido e morreram espiritualmente.

Deus queria poupar o homem daquela amarga experiência. As proibições divinas têm o propósito de nos proteger. Não são opressoras, mas funcionam como uma cerca à beira do abismo, para que sejam evitadas as desastrosas conseqüências do pecado.

Usufruamos tudo o que Deus nos dá e respeitemos os limites que ele estabeleceu (Pv. 22.28).

Anísio Renato de Andrade

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 23 de agosto de 2020

A RESTAURAÇÃO DE DAVI


É quase inacreditável que um homem como Davi, a quem se atribui a autoria de 73 dos 150 salmos e que possuía certos traços de caráter muito especiais (1 Sm 24.6; 26.8-11; 2 Sm 23.13-17; 1 Cr 21.18-27), tenha descido tanto e cometido pecados tão grosseiros depois de uma carreira acentuadamente bem-sucedida e depois de conquistar a admiração de todo o povo.

Os pecados desse “mavioso salmista de Israel” (2 Sm 23.1) não foram banais.

DAVI COMETEU ADULTÉRIO COM BATE-SEBA, cujo esposo não era judeu, mas teria abraçado o judaísmo. Nessa ocasião, Urias, o heteu, mencionado como um dos trinta e sete valentes de Davi (2 Sm 23.39), achava-se ausente do lar por estar a serviço do exército de Israel no assédio à Rabá (2 Sm 11.1).

O SEGUNDO GRANDE PECADO DE DAVI FOI O ASSASSINATO DE URIAS“com a espada dos filhos de Amom” (2 Sm 12.9). Ele matou um homem virtuoso, que não aceitava privilégios se outros estivessem privados deles (2 Sm 11.6-13). Curiosamente, neste sentido, Urias era muito parecido com o rei — Davi também não quis beber a água do poço de Belém porque ela quase custou a vida de seus amigos (2 Sm 23.13-17).

O TERCEIRO GRANDE PECADO DE DAVI FOI A CONEXÃO DOS DOIS PRIMEIROS PECADOS COM A HIPOCRISIA. Ele não estava interessado no bem-estar de Urias quando mandou buscá-lo na frente da batalha e trazê-lo para Jerusalém. O rei queria apenas que ele se deitasse com a mulher para que a gravidez dela fosse atribuída ao esposo.  O presente que Davi lhe deu era um instrumento para beneficiar o rei, e não o valente oficial do exército.

Mais grave ainda foi a encenação de Joabe e de Davi para justificar a morte de Urias perante a opinião pública. Foi um caso de extrema corrupção, da qual Bate-Seba não parece estar isenta (2 Sm 11.6-27).

Ora, depois de tanta miséria, o autor do Salmo que descreve a onisciência e a onipotência de Deus (Sl 139) ficou em pandarecos (Sl 6.2-3), sob o peso esmagador da mão de Deus (Sl 32.4) e dentro de um tremedal de lama (Sl 40.2). Ele gastou pelo menos nove meses para reconhecer e confessar tudo de errado que havia feito (2 Sm 12.13, 14; Sl 32.5).

Suplicou a misericórdia de Deus na forma de perdão para o pecado (Sl 6.1-7) e na forma de purificação para a injustiça (Sl 51.1-12).

Aceitou a morte da criança, o incesto de Amnom, as trapalhadas de Absalão, a provocação de Simei, a maldade de Aitofel, a morte de Absalão e a sedição de Seba — como conseqüências diretas ou indiretas de seu mau exemplo (2 Sm 12.10-12).

O processo de restauração tinha de incluir todos esses acontecimentos e demorou mais de dez anos. Ao cabo de tudo, Davi recuperou o prestígio, a autoridade, o trono, a comunhão com Deus, a delicadeza de seu caráter, as bênçãos de Deus e a experiência de que “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20).

É ele mesmo quem conta: “De todos os meus filhos, porque muitos filhos me deu o Senhor, escolheu ele a Salomão para se assentar no trono do reino do Senhor, sobre Israel” (1 Cr 28.5).

Ora, esse Salomão era filho “da que fora mulher de Urias” (Mt 1.6). Criado pelo profeta Natã (2 Sm 12.25), o mesmo que acusou Davi de adultério, Salomão foi também escolhido por Deus para edificar o Templo do Senhor em Jerusalém (1 Cr 28.6).

O ponto mais alto da graça de Deus, porém, está na presença de Davi e Bate-Seba na árvore genealógica de Jesus Cristo, ao lado da virtuosa Maria e de algumas mulheres (Tamar, Raabe e Rute), que jamais estariam ali se não fosse a maravilhosa e soberana graça de Deus (Mt 1.1-17).

A Bíblia registra também que Davi “morreu em ditosa velhice, cheio de dias, riquezas e glória” (1 Cr 29.28). Talvez este seja o mais extraordinário exemplo de restauração de toda a Escritura!

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 22 de agosto de 2020

DISCIPULADO


Uma chamada radical - Mc 1.16-20; Mt 10
Desde a cena à margem do mar da Galiléia até à cena da chamada e envio dos discípulos, os Evangelhos não escondem que entre a multidão de seguidores havia os comprometidos com um compromisso radical. Um texto que ilustra isso é o do jovem rico. Afinal ninguém pode servir a dois senhores (Lc 18.18-23; Mt 6.24).

Os discípulos traziam nítido tom popular; eram os mais destacados dentro do movimento de Jesus. Segundo Theissen, Jesus não fundou comunidades locais, mas deu origem a um movimento de carismáticos itinerantes. O movimento de Jesus é, antes de tudo, uma desestabilização da religião institucionalizada na sinagoga e no templo.

Os discípulos primitivos tornaram-se apóstolos que, itinerantes, andavam de lugar em lugar, sempre em busca de simpatizantes ou prosélitos à sua pregação. Num primeiro momento, dentro do Judaísmo; depois, fora dele. 

É curioso notar que, no relato introdutório de Atos, a igreja primitiva de Jerusalém foi dirigida por doze apóstolos (At 1.12ss). Lucas projeta no passado seu ideal presente de uma igreja dirigida por um colegiado. Fato que é visto contrariamente nas alusões de Paulo à igreja de Jerusalém, pois, em sua visita, três anos depois, ele não encontrou senão a Pedro (Gl 1.18).

Onde estavam os demais? A resposta é que estavam pregando e curando, à luz do que Jesus havia feito e recomendado que eles fizessem (Mc 3.13ss ou Lc 10.1-11).

Numa segunda viagem, Paulo encontra as três colunas (Gl 2.9). O grupo dos doze ou dos 120 dispersou-se logo no início do Cristianismo, tornando-se uma comunidade de itinerantes. O próprio ministério de Paulo revestiu-se dessa característica. Essa característica de Jesus e de seus discípulos tem um contorno sociológico. 

Os discípulos, com nítidas características carismáticas, são os moldadores das tradições mais antigas, e constituem o pano de fundo social de uma parte significativa da tradição sinótica. Seus esforços pela recuperação das palavras (logias) de Jesus, através de citações em suas pregações missionárias, representam a melhor fonte do que hoje se convencionou chamar de Evangelho anterior aos evangelhos.

Podemos dizer que certas ordens de Jesus como Rabi, a esses discípulos, são por eles perpetuadas em seus comportamentos e formas de convívio social, pois foram eles que praticaram e transmitiram tais palavras. Foram eles que deram as bases missionárias e que fundaram igrejas como Samaria, Cesaréia, Antioquia e Damasco.

O mais interessante nesse movimento missionário dos discípulos são as normas éticas, porque fazem referências diretas ao comportamento dos seguidores de Jesus, mesmo em estilo missionário. Nesta ética, encontra-se o fundamento sociológico, com sérias implicações político-econômicas, pois envolvem renúncia a lugar estável (Mt 8.20), à família (Mt 10.37-39), à prosperidade (Mt 4.22; 19.37), e ao sustento (Mt 6.25-33; 10.8-10). Leia Mateus 10.

Paulo Lockmann

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

DESCOBRINDO O PODER DAS PALAVRAS


Se as pessoas soubessem o poder que tem as palavras, elas iriam escolher as palavras, antes de usá-las. Mais do que isso, iriam usar as palavras em conformidade com a Palavra de Deus.

Até cristãos proferem palavras de destruição, de morte, de desânimo: minha família é uma tristeza; minha cidade é uma tragédia;  tudo o que é ruim acontece comigo. Já ficou perto de gente assim?

Suas palavras podem tanto construir como destruir.

Tiago ensinou: Com a língua bendizemos o Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.  Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, não pode ser assim!  Tg 3.9-10

Nossas palavras precisam estar em harmonia com a Palavra de Deus. Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, SENHOR, minha Rocha e meu Resgatador!  Sl 19.14

Palavras podem cansar, magoar, ferir, separar, matar, julgar, caluniar, enganar, violar, iludir, machucar, confundir, amaldiçoar, condenar,  blasfemar, separar, etc. Há momentos em que é melhor ficar quieto.

Mas palavras também podem alegrar, salvar, abençoar, conquistar, louvar, elogiar, encantar, engrandecer, aliviar, celebrar, vivificar, exultar, agraciar, bendizer, enaltecer, pacificar, curar, corrigir, consolar, comunicar, renovar, ganhar o coração do rei, etc.

A mulher de Jó sentenciou:  "Você ainda mantém a sua integridade? Amaldiçoe a Deus, e morra!"  Ele respondeu: "Você fala como uma insensata. Aceitaremos o bem dado por Deus, e não o mal?" Em tudo isso Jó não pecou com seus lábios. Jó 2.9-10

Salomão disse: O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda das angústias a sua alma.  Pv 21.23 Portanto, palavras angustiam a Deus, as pessoas e a si mesmo.  Mas, podem também produzir um efeito contrário, alegrando e abençoando. Pois por suas palavras vocês serão absolvidos, e por suas palavras serão condenados".  Mt 12.36-37

Jonas murmurou debaixo da aboboreira, entristecendo o coração de Deus. Palavras de Deus que são proferidas de maneira errada, são palavras de Satanás. 

PARA DESCOBRIR O PODER DAS PALAVRAS APOIE-SE NA INFALÍVEL PALAVRA DE DEUS
Ela diz: “Deus é bom, Deus é fiel, O Senhor é o meu pastor, nada me faltará;  Posso todas as coisas naquele que me fortalece, O Senhor dos exércitos está conosco.

Quantas vezes você tem declarado essas palavras?

Deus honra a sua Palavra, que afirma: Eu lhes asseguro que se alguém disser a este monte: 'Levante-se e atire-se no mar', e não duvidar em seu coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim lhe será feito.  Mc 11.23

Se você crer e não duvidar, Deus fará!  Não é você quem faz.  O poder não é seu. O poder é Deus. Ele é quem faz, soberanamente.

Quando dizemos: “Não tenha medo; tão-somente creia” (Mc 5.36) é porque Deus já disse.  Aliás a Bíblia está repleta de palavras assim, encorajando a nossa fé. 

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz