quarta-feira, 4 de novembro de 2020

QUEM É DEUS

Há apenas um único Deus, e ele se revela no Antigo Testamento pelo nome Iavé, ou Jeová (Dt. 6:4; Is. 43:10; 45:5-7; 1 Co. 8:4-6; 1 Tm. 2:5; Tg. 2:19). Ele é um ser absolutamente único – nada, nem ninguém é completamente igual a ele (1 Rs 8:23; Is. 40:18, 25; Jr. 10:6-7). Assim sendo, ele está além da nossa absoluta e total compreensão, ainda que o possamos conhecer através de sua auto-revelação (Mt. 11:25-27; Jo. 1:18; 1 Co. 8:2-3).

Deus é um espírito auto-subsistente, totalmente distinto de toda a criação (Is. 40:22; 43:10; Jo. 4:24; At. 17:24). Ao mesmo tempo, ele está presente em toda parte, e está profundamente envolvido com sua criação (Sl. 139:7-10; Jr. 23:23-24; At. 17:27-28).

Ele é eterno e imutável (Sl. 90:2, 4; 102:26-27; Mal. 3:6; Ef. 3:21; Tg. 1:17; 2 Pe. 3:8). Deus é todo-poderoso – nada é muito difícil para ele (Gn. 18:14; Jr. 32:17, 27; Mt. 3:9), e todas as coisas são possíveis para ele (Jó 42:2; Sl. 115:3; Mt. 19:26; Lc. 1:37; Ef. 1:11).

Ele sabe todas as coisas (1 Sm. 16:7; 1 Cron. 28:9, 17; Jó 37:16; Sl. 139:1-4; Is. 41:22-23; 42:9). Ele é uma Pessoa, e não um ser impessoal (Ex. 3:14; Hb. 1:1-2).

Deus é moralmente perfeito; Ele é inteiramente bom (Gn. 1:31; Dt. 8:16; Sl. 107:8; 118:1; Mc. 10:18; Rm. 8:28), Santo (Lv. 19:2; Pss. 5:4-6; 99:5; Is. 6:3; Hc. 1:12-13; 1 Pe. 1:14-19), Justo (Is. 45:21; Sf. 3:5; Rm. 8:26) e Verdadeiro (Jo. 17:17; Tt. 1:2; Hb. 6:18).

Ele é o amor perfeito (Dt. 7:7-8; Jr. 31:3; Jo. 3:16; Hb. 12:6; 1 Jo. 4:7-8). Ao mesmo tempo, ele é justo ao executar julgamento contra aqueles que o rejeitam (Sl. 103:8-9; Rm. 2:5; 11:22; Hb. 10:31).

Foi justamente esse Deus incomparável e incompreensível (na sua totalidade) que criou o mundo e a nós (Gn. 1:1; Sl. 33:6; 102:25; Is. 44:24; Jo. 1:3; Rm. 11:36; Hb. 1:2; 11:3). Ele é não só nosso Criador, mas também nosso Redentor (Is. 43:11; 45:21-22; 1 Tm. 4:10) e o Juiz da humanidade (Gn. 18:25; Hb. 12:23; Tg. 4:12).

Quando Jesus veio ao mundo (Jo. 1:14-18), bem como quando o Espírito Santo veio para habitar e dar poder à Igreja (Jo. 14-16), Deus se revelou como existindo em três Pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Mt. 28:19; Rm. 8:9-11; 1 Co. 12:4-6; 2 Co. 13:14; Ef. 2:18; 4:4-6; 1 Pe. 1:2).

O Pai é Deus (Jo. 17:3; 1 Co. 8:6; 2 Co. 1:3); o Filho, Jesus Cristo, é Deus (Is. 9:6; Jo. 1:1; 20:28; Tt. 2:13; Hb. 1:8; 2 Pe. 1:1; 1 Jo. 5:20); o Espírito Santo é Deus (At. 5:3-4; 2 Co. 3:17-18). Os três, ao mesmo tempo em que são o único Deus, são pessoalmente distintos um do outro (Mt. 11:27; 28:19; Jo. 3:16-17; 5:31-32; 8:16-18; 14:15-16; 15:26; 16:7, 13-14; 17:23-26; Rm. 8:26-27; 2 Jo. 3).

Mais uma vez, a interligação de toda doutrina cristã pode ser vista quando nos concentramos na doutrina de Deus. O que acreditamos sobre ele está obviamente ligado com o que pensamos sobre as Escrituras, sobre Cristo, e sobre o Espírito.

Além disso, já vimos que nosso entendimento da criação, da salvação, da Igreja, e do julgamento final estão ligados com nosso entendimento de Deus.

O coração e a essência da doutrina cristã é o que ela diz sobre Deus – o que ela diz sobre o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Se o nosso Deus for pequeno – se o entendermos como sendo algo menos que absolutamente perfeito, ou como sendo deficiente de algum modo em sua sabedoria, conhecimento, poder, presença, ou excelência moral – então não poderemos ter confiança absoluta nele. Se entendermos Cristo ou o Espírito Santo como sendo algo menos do que Deus, certamente fracassaremos em honrá-los da maneira devida – como sendo verdadeiramente e absolutamente Deus. Nada é mais importante do que nosso entendimento de Deus.

Rob Bowman / Por Litrazini           

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Graça e Paz 

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