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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

A PROMESSA DA VINDA DO ESPÍRITO

Pentecostes prova ser um tempo em que as profecias se cumpriram, desde o Velho Testamento até às promessas gloriosas dos lábios do divino Mestre: Eu vos enviarei o Consolador.

Permanecei na cidade (em Jerusalém) até que do alto sejais revestidos de poder.

Eles permaneceram, as promessas de Deus se cumpriram, elas jamais falham.

O Espírito Santo provém, pois, do Pai e do Filho, e juntamente com o Filho e o Pai, é adorado e glorificado.

E acontecerá naqueles dias que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos terão sonhos e os vossos jovens terão visões (Joel 2.28).

O próprio apóstolo Pedro identifica a experiência do Pentecostes com o derramamento do Espírito de que fala o profeta Joel.

Um exemplo de cumprimento de profecia; Certeza de Deus; As profecias se cumprem.

O Espírito Santo, juntamente com seus dons, é dado a todos os que creem e seus dons estão presentes na Igreja de uma forma permanente (Jo 14.16)

Estavam todos reunidos no mesmo lugar (...) E foram todos cheios do Espírito Santo (At 2.1-4).

A promessa de Jesus foi: Eu vos enviarei o Consolador para que fique convosco para sempre.

Agora o Espírito é dado a todos os que creem e para sempre.

Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, na Judéia e em Samaria e até aos confins da terra. (Atos 1.8)

Poder para testemunhar, pregar e agir, guiados pelo Espírito Santo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça

 

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO

No dia de Pentecostes Jesus "derramou" o Espírito do céu e, "batizou", com o Espírito, primeiro os 120 e depois os 3 mil pessoas (At 2.1-6)

Á partir dessa ocasião, O Espírito Santo passou a habitar no cristão permanentemente (ICo 6:19).

A consequência deste batismo foi que eles todos ficaram cheios do Espírito Santo (At 2:4).

A plenitude do Espírito foi a consequência do batismo com o Espírito.

O batismo é o que Jesus fez ao derramar Seu Espírito do céu; a plenitude foi o que eles receberam.

O batismo foi uma experiência inicial única;

A plenitude Deus queria que fosse contínua, o resultado permanente, a norma.

Como acontecimento inicial, o batismo não pode ser repetido nem pode ser perdido, mas o ato de ser enchido pode ser repetido e, no mínimo, precisa ser conservado (Ef 5:18).

Quando a plenitude não é conservada, ela se perde. Se foi perdida, pode ser recuperada.

O Espírito Santo é "entristecido" pelo pecado (Ef 4:30) e deixa de dominar o pecador.

Neste caso o único meio de recuperar a plenitude é o arrependimento.

Mesmo em casos em que não há indícios de que a plenitude foi perdida por causa de algum pecado, algumas pessoas foram novamente preenchidas, mostrando que uma crise ou um desafio diferente requer um novo revestimento de poder do Espírito.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 17 de julho de 2016

O MARAVILHOSO ESPÍRITO SANTO

Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar (Atos 2:1).

O dia de Pentecostes correspondeu exatamente à festa da oferta dos pães movidos (Levítico 23:15-21), realizada anualmente e que apontava profeticamente para a vinda do Espírito Santo.

Durante séculos o povo judeu celebrou essa festa; agora o seu verdadeiro significado seria revelado.

Depois de Sua ressurreição, o Senhor Jesus disse a Seus discípulos para permanecerem em Jerusalém “até que do alto sejais revestidos de poder” (Lucas 24:49).

Cinquenta dias após a ressurreição e dez dias após a ascensão do Senhor, a Sua promessa foi cumprida. O Espírito Santo estaria tanto com eles (ou seja, Ele agiria por meio deles na Terra) e neles (ou seja, Ele habitaria dentro deles e os guiaria).

Desde então, todo verdadeiro crente desfruta deste privilégio. Então é de se admirar que Deus tenha apontado o momento em que isso deveria acontecer?

O Espírito Santo tem muitas tarefas diferentes na Terra:
Ele guia os crentes em toda a verdade, Ele convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo;
Ele não reivindica nenhuma honra para Si mesmo, embora seja uma Pessoa da trindade, mas glorifica o Filho, e em todas as provações recorda os cristãos de seu Exemplo no céu.

Como os discípulos devem ter se sentido desamparados quando o Senhor, a quem estavam tão ligados até então, de repente desapareceu de suas vistas!

Mas que maravilhoso “Consolador” Deus já tinha em mente para eles em Seus sábios planos!

E como rapidamente lhes enviou o Seu Espírito, que consola os filhos de Deus durante o tempo de ausência do seu Senhor!

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Consolador


E, quando ele viver, convencerá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo (Jo 16.7-14).

Quando o Espírito Santo vier, i.e., por ocasião do Pentecoste, soa obra principal no tocante ao testemunho e à proclamação do evangelho, será a de “convencer” do pecado. Este termo “convencer” (gr. Elencho) significa “expor”, “reprovar”, “refutar” e “convencer” (do pecado).

A obra de convicção realizada pelo Espírito Santo opera em três aspectos em relação ao pecador:

O pecado. O Espírito Santo desmascara e reprova a incredulidade e o pecado, a fim de despertar a consciência da culpa e da necessidade de perdão. Isto, constantemente, leva o pecador ao arrependimento genuíno e à conversão a Jesus como Salvador e Senhor (At 2.37,38). A convicção não somente desmascara o pecado, como também torna claro quais serão os resultados pavorosos se os culpados persistirem na prática do mal. Uma vez convicto, necessário é que o pecador faça sua escolha.

A justiça. O Espírito Santo convence os homens de que Jesus é o santo Filho de Deus que os torna conscientes do padrão divino da justiça em Cristo. Esse padrão divino da justiça é confrontado contra o pecado e a pessoa recebe poder para vencer o mundo (At 3.12-16; 7.51-60; 17.31; 1 Pe 3.18).

O juízo. Trata-se da obra do Espírito ao convencer os homens da derrota de Satanás na cruz (Jo 12.31; 16.11), do juízo atual do mundo por Deus (Rm 1.18-32), do juízo futuro de todos os homens (Mt 16.27; At 17.31; 24,25; Rm 14.10; 1 Co 6.2; 2 Co 5.10; Jd 14).

A obra do Espírito de convencer do pecado e da justiça e do juízo será manifestada em todos os crentes verdadeiramente cheios do Espírito.
Cristo, cheio do Espírito (Lc 4.1), testificou ao mundo “que as suas obras são más” (ver Jo 7.7; 15.18) e chamava os homens ao arrependimento do pecado (Mt 4.17). João Batista “cheio do Espírito Santo” desde seu nascimento (ver Lc 1.15), expunha os pecados do povo judaico (ver Mt 11.7; Lc 3.1-20) e Pedro, “cheio do Espírito Santo” (At 2.4), convencia os corações de 3.000 pecadores, ao pregar o arrependimento e o perdão dos pecados (At 2.37-41).

Este texto deixa bem claro que qualquer pregador ou igreja que não expõe publicamente o pecado, nem a responsabilidade do pecador, nem o conclama ao arrependimento e à retidão bíblica, não procede do Espírito Santo. Em 1 Co 14.24,25 declara explicitamente que a presença de Deus na congregação é reconhecida pela manifestação do pecado do infiel (i.e., os segredos do seu coração), pela sua consequente convicção (v. 24) e pela sua salvação (v.25).

“Ele vos guiará em toda a verdade” - A obra do Espírito Santo quanto a convencer do pecado não concerne somente ao incrédulo (Jo 16.7,8), mas também ao crente e à igreja, ensinando, corrigindo e guiando na verdade (Mt 18.15; 1 Tm 5.20; Ap 3.19).

O Espírito Santo falará ao crente concernente ao pecado, à justiça de Cristo e ao julgamento da maldade com vistas a:
(a) conformar o crente a Cristo e aos seus padrões de justiça (cf. 2 Co 3.18);
(b) guiá-lo em toda verdade (v.13); e
(c) glorificar a Cristo (v.14).

Deste modo, o Espírito Santo opera no crente para reproduzir no seu viver a vida santa de Cristo.

Se o crente cheio do Espírito Santo rejeita a sua direção e sua operação de convencer do pecado, e se o crente não mortifica as obras da carne mediante o Espírito Santo, morrerá espiritualmente (Rm 8.13a).
Somente os que recebem a verdade e são “guiados pelo Espírito de Deus” são filhos de Deus (Rm 8.14), e assim podem continuar na plenitude do Espírito Santo.

O pecado arruína a vida espiritual e igualmente a plenitude do Espírito Santo no crente (Rm 6.23; 8.13; Gl 5.17; cf. Ef 5.18; 1 Ts 5.19).

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O que é o dom de falar em línguas estranhas?

O que é esse fenômeno dos dons das línguas e para que serve? É isso de Deus?

Falando sobre o fenômeno muitos líderes mencionam o livro de Atos e 1 Coríntios para entender sobre o falar em línguas. Mas diferentes líderes tem diferentes opiniões.

Para explicar o dom de línguas, Ed Rene Kivitz, pastor batista, explica em um vídeo sobre a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes e sobre o que Paulo fala em sua carta aos coríntios. Citando passagens de Atos 2, 10, 8, 19, ele diz que o Espírito Santo veio sobre judeus, gentios, samaritanos e prosélitos e esse evento serve para atestar a universalidade do Espírito Santo.

Para ele o dom existe mas o fenômeno em Atos não é de falar em línguas estranhas ou dos anjos que o apóstolo Paulo fala na carta aos coríntios. Segundo ele, o fenômeno descrito em Atos são idiomas humanos, e usados para a pregação do Evangelho.

Segundo Kivitz, os dons são diversos e nem todos tem o dom das línguas. Ele na época de sua mensagem, por exemplo, revela que não teve ainda a experiência, mas confessa que tem o desejo de ter, não sentindo obrigação em ter. Ele nega ainda que a falta dessa experiência não significa que não tenha recebido o batismo do Espírito Santo.

Para o líder presbiteriano, o Rev. Augustus Nicodemus, com o fenômeno da descida do Espírito Santo descrito em Atos, as línguas mencionadas se tratavam de idiomas humanos. Segundo ele, em 1 Coríntios, Paulo não está dizendo que Paulo fala a língua dos anjos, e que a carta assim não prova que as pessoas possam falar em todas as línguas dos homens e dos anjos.


Já Marco Feliciano, pastor pentecostal que ora em línguas, fala desse dom em sua mensagem Línguas de Fogo como “nosso legado pentecostal”. Ele cita também a carta aos Coríntios, para explicar sobre o dom, e afirma que aquele que ora em espírito não ora aos homens, mas ora a Deus, “porque somente Ele entende”. Segundo ele, a própria pessoa que ora não sabe o que está orando, porque não é ela mas sim o espírito.

“Aquele que ora fala das necessidades do seu espírito, as necessidades da sua alma.”

O apologista Johnny Bernardo, fundador do Instituto de Pesquisas Religiosas (INPR) menciona que as línguas de Atos 2 e da carta de Paulo se referem ao dom espiritual de línguas. Ele, que vem de igreja pentecostal, afirma que as “as línguas, concedidas pelo Espírito Santo, são desconhecidas de quem fala e por quem as ouve”. No entanto, ele diz, não se trata de articulações irracionais, que produzem sons estranhos, nem tão pouco de “ruídos”, “grunhidos”, “gritos” e “ecos desconexos”.

“Os dons espirituais formam a base do crescimento espiritual e capacita o crente para o serviço. O dom de línguas, apresentado nas Escrituras, faz parte dos chamados ‘Dons de Inspiração’”, disse ele ao The Christian Post.

“O fato dos discípulos, no dia de Pentecostes, terem falado línguas dos estrangeiros que estavam em Jerusalém, não quer dizer que as línguas estranhas sejam outros idiomas. Naquele dia, falaram independentemente da aprendizagem intelectual; havia idiomas extremamente difíceis para se aprender instantaneamente. O Espírito Santo usou aquelas línguas estranhas especificamente, para que os povos ouvissem em seus próprios idiomas ‘as grandezas de Deus’ (Atos 2. 7,8 e11)”.


Portanto, além de Atos 2, outras referências bíblicas ao dom de línguas são as que estão presentes principalmente nas epístolas paulinas e referem-se a uma comunicação entre o crente e Deus, de acordo com o apologista. Ele explica que há dois aspectos do dom de línguas e/ou línguas estranhas explicados em I Coríntios 14. 2,13:

“(1) ‘não fala aos homens, mas a Deus, porque ninguém o entende’. (v.2) Com base neste trecho, fica claro que as línguas estranhas não são idiomas conhecidos dos homens, porque, conforme declara Paulo, ninguém entende”.


“(2) ‘Pelo o que, o que fala língua estranha, ore para que a possa interpretar.’ (v.13) Paulo adverte quanto ao uso indisciplinado das línguas estranhas. Segundo o apóstolo, o padrão correto deveria ser o falar em língua estranha seguida de interpretação. Tomando como base a declaração paulina, o dom de língua deve ser usado com objetivo de ‘edificação.’ Infelizmente, em boa parte das igrejas evangélicas, tal dom tem sido usado de maneira incorreta, por crentes com pouco ou nenhum conhecimento das Escrituras”.

Fonte: The Christian Post

Por Litrazini

Graça e Paz


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Cheios do Espírito Santo

“E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (At 2.1-13).

Qual é o significado da plenitude do Espírito Santo recebida no dia de Pentecoste?

(1) Significou o início do cumprimento da promessa de Deus em Joel 2.28,29, de derramar seu espírito sobre todo o seu povo nos tempos do fim (cf. At 1.4,5; Mt 3.11; Lc 24.49; Jo 1.33).

(2) Posto que os últimos dias desta era já começaram (At 2.17; cf. Hb 1.2; 1 Pe 1.20), todos agora se vêem ante a decisão de se arrependerem e de crerem em Cristo (At 3.19; Mt 3.2; Lc 13.3).

(3) Os discípulos foram “do alto... revestidos de poder” (Lc 24.49; cf. At 1.8), que os capacitou a testemunhar de Cristo. A produzir nos perdidos grande convicção no tocante ao pecado, à justiça, e ao julgamento divino, e a desviá-los do pecado para a salvação em Cristo (cf. At 1.8; 4.13, 33; Rm 15.19).

(4) O Espírito Santo já revelou sua natureza como aquele que anseia e pugna pela salvação de pessoas de todas as nações e aqueles que receberam o batismo no Espírito Santo e ficaram cheios do mesmo anseio pela salvação da raça humana (At 2.28-40; 4.12, 33; Rm 9.1-3; 10.1). O Pentecoste é o início das missões mundiais (At 1.8; 2.6-11,39).

(5) Os discípulos se tornaram ministros do Espírito. Não somente pregavam Jesus crucificado, levando outras pessoas ao arrependimento e à fé em Cristo, como também influenciavam essas pessoas a receber “o dom do espírito Santo” (vv. 38,39) que eles mesmos tinham recebido no Pentecoste (v.4). Levar outros ao batismo no Espírito Santo é a chave da obra apostólica do NT (ver At 8.17; 9.17,18; 10.44-46; 19.6).

(6) Mediante este batismo no Espírito, os seguidores de Cristo tornaram-se continuadores do seu ministério terreno. Continuaram a fazer a ensinar, no poder do Espírito Santo, as mesmas coisas que Jesus “começou, não só a fazer, mas a ensinar” (At 1.1; Jo 14.12).

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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