Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador filho de Davi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filho de Davi. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de outubro de 2025

O FILHO DE DAVI

Jesus era chamado pelo simpático nome de “Filho de Davi” e não por “Filho de Abraão” ou de qualquer outro membro de sua árvore genealógica.

Em Nazaré, dois cegos clamavam atrás de Jesus: “Filho de Davi, tem misericórdia de nós!” (Mt 9.27).

Após as curas realizadas por Jesus, o povo se perguntava: “Não será este o Filho de Davi?” (Mt 12.23).

Mesmo fora do território israelita, uma mulher da região de Tiro e Sidom foi a ele e gritou:

“Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim! [pois] minha filha está endemoninhada e sofrendo muito” (Mt 15.22).

Dois outros cegos, ao saberem que Jesus estava passando pela estrada de Jericó, gritaram a plenos pulmões para Ele:

“Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós” (Mt 20.31).

E na entrada de Jesus em Jerusalém, no final de seu ministério, tanto a multidão que ia na frente como a multidão que vinha atrás começaram a gritar: “Hosana ao Filho de Davi!”

Quando a enorme procissão chegou ao templo, as crianças também entoavam:

“Hosana ao Filho de Davi” (Mt 21.8 e 15).

“Filho de Davi” era o título que os judeus davam a Jesus, na esperança de que Ele fosse o Messias prometido e aguardado.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

BELÉM


E ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria. (Lucas 2.7)

Lucas descreve as circunstâncias que envolveram o nascimento de Jesus e como o filho de Davi (Jesus) veio a nascer na cidade de Davi (Belém).

Ele destaca dois detalhes — o decreto de Augusto, o famoso imperador de Roma, e o comportamento de um anônimo estalajadeiro em Belém. Ambos, de maneiras diferentes e sem que soubessem, foram instrumentos da providência divina.

Começaremos com Augusto, o imperador romano que reinou de 30 a.C. a 14 d.C. Augusto instituiu um censo, exigindo que toda a população fosse à suas cidades de origem para se registrar. O objetivo deste censo, evidentemente, era aumentar a arrecadação de impostos.

Assim, José e Maria viajaram de Nazaré a Belém. Não havia necessidade de Maria acompanhá-lo nesta viagem, mas provavelmente ele decidiu não deixá-la em casa por conta de seu avançado estado de gravidez.

Por fim, José e Maria chegam ao fim de sua jornada. É então que surge o estalajadeiro. Ele não encontrou nenhum lugar onde pudessem ficar, exceto aquele que parece ter sido um estábulo.

Quando o bebê de Maria nasceu, ela o colocou na manjedoura, ou seja, numa gamela onde os animais comiam. Este foi um episódio simbólico da rejeição que Jesus iria enfrentar mais tarde.

Assim, o imperador e o estalajadeiro desempenharam seus respectivos papéis no plano de Deus sem terem conhecimento do que estava acontecendo.

O edito do imperador fez com que José e Maria fossem a Belém, em cumprimento à profecia (Mq 5.2; Mt 2.5-6). E o estalajadeiro, por causa dos hotéis lotados na cidade, assegurou que o Salvador do mundo pudesse nascer num local apropriado, não em um palácio, mas em um estábulo, não cercado de esplendor, mas no anonimato e na pobreza.

E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse (Este primeiro alistamento foi feito sendo Quirino presidente da Síria). E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi),

A fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Lucas 2.1-7

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Jesus, o Cristo!!

Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta. Mateus 1.22

Mateus apresenta Jesus como o Cristo, o Messias há muito aguardado, em quem as promessas de Deus estavam sendo cumpridas. Sua fórmula predileta, que aparece muitas vezes em seu Evangelho, segue o seguinte padrão: “Isso aconteceu para que se cumprisse o que estava escrito nos profetas”.


É apropriado, portanto, que Mateus comece seu Evangelho com a genealogia de Jesus. Ele traça a linhagem real, enfatizando particularmente Abraão, o patriarca fundador de Israel, e Davi, o ancestral do Messias que seria “o filho de Davi”.


O tema do cumprimento das promessas é mais claramente exposto na inauguração do reino de Deus promovida por Jesus. Todos os quatro evangelistas escreveram que ele proclamava o reino, porém Mateus deu ênfase especial a isso. Em consideração à relutância dos judeus em pronunciar o nome santo de Deus, Mateus usa “o reino dos céus” (aproximadamente cinqüenta vezes). Ele compreende também que o reino é uma realidade presente e uma expectativa futura.

Uma das mais extraordinárias declarações de Jesus foi registrada por Mateus, e também por Lucas:


Felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem. Pois eu lhes digo a verdade: Muitos profetas e justos desejaram ver o que vocês estão vendo, mas não viram, e ouvir o que vocês estão ouvindo, mas não ouviram. Mateus 13.16-17

Em outras palavras, os profetas do Antigo Testamento viveram no tempo da expectativa; os apóstolos viveram no tempo do cumprimento. Os olhos destes estavam vendo e seus ouvidos escutando aquilo que seus predecessores ansiavam por ver e ouvir.

Assim, Mateus não retrata Jesus como mais um profeta, mais um vidente na longa sucessão dos séculos, mas como o cumprimento de todas as profecias.


Mateus também vê Jesus confrontando Israel com uma convocação final ao arrependimento e já como que começando a criar um novo Israel, com seus doze apóstolos complementando as doze tribos de Israel.


Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta; Porque eu vos digo que desde agora me não vereis mais, até que digais: Bendito o que vem em nome do Senhor. Mateus 23.37-39

Retirada de A Bíblia Toda, o Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)


Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.