Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador o Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador o Cristo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de junho de 2018

TU ÉS O CRISTO

Quando chegou às vilas de Cesareia de Filipe, Jesus perguntou aos discípulos: “O que o povo anda dizendo a respeito do Filho do Homem?”. Eles responderam: “Alguns pensam que é João, o Batista. Outros acham que é Elias. Há quem pense que é Jeremias ou algum dos profetas”. Ele insistiu: “E vocês? Quem acham que eu sou?”.

Simão Pedro declarou: “Tu és o Cristo, o Messias, o Filho do Deus vivo!”.

Jesus afirmou: “Deus o abençoe, Simão, filho de Jonas! Você não retirou a resposta dos livros nem citou algum professor. Meu pai no céu, o próprio Deus, revelou a você o segredo sobre quem sou de fato. Agora vou dizer quem você é de verdade. Você é Pedro, uma pedra. Essa é a pedra sobre a qual vou edificar minha igreja, uma igreja tão exuberante e tão cheia de energia que nem as portas do inferno serão capazes de obstruir seu avanço. E isso não é tudo. Vocês terão acesso livre e total ao Reino de Deus e chaves para abrir qualquer porta, sem mais barreiras entre o céu e a terra, a terra e o céu. Um ‘sim’ na terra é um ‘sim’ no céu. Um ‘não’ na terra é um ‘não’ no céu”. (Mateus 16.13-19)

Ao mesmo tempo que Pedro percebe e confessa que Jesus é o Cristo, aquele que nos revela Deus, Jesus cita Pedro como a rocha sobre a qual a igreja será edificada.

No momento em que tornamos Cristo nosso Senhor, Cristo torna-nos suas pedras fundamentais para a edificação de seu templo vivo no mundo.

Você já confessou que Jesus é seu Senhor e Salvador?

Sê Senhor e Salvador para mim, querido Jesus. Recebo tua presença como a presença de Deus, creio em tuas palavras como as palavras de Deus para mim; torna-me o que quiseres, usa-me como quiseres. Não seja mais minha vontade, mas a tua. Amém.

Retirado de Um Ano com Jesus. [Eugene H. Peterson]. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 4 de julho de 2015

JESUS, O CRISTO

Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta. [Mateus 1.22]

Mateus apresenta Jesus como o Cristo, o Messias há muito aguardado, em quem as promessas de Deus estavam sendo cumpridas. Sua fórmula predileta, que aparece muitas vezes em seu Evangelho, segue o seguinte padrão: “Isso aconteceu para que se cumprisse o que estava escrito nos profetas”.

É apropriado, portanto, que Mateus comece seu Evangelho com a genealogia de Jesus. Ele traça a linhagem real, enfatizando particularmente Abraão, o patriarca fundador de Israel, e Davi, o ancestral do Messias, que seria “o filho de Davi”.

O tema do cumprimento das promessas é mais claramente exposto na inauguração do reino de Deus promovida por Jesus.

Todos os quatro evangelistas escreveram que ele proclamava o reino, porém Mateus deu ênfase especial a isso. Em consideração à relutância dos judeus em pronunciar o nome santo de Deus, Mateus usa “o reino dos céus” (aproximadamente cinquenta vezes). Ele compreende também que o reino é uma realidade presente e uma expectativa futura.

Uma das mais extraordinárias declarações de Jesus foi registrada por Mateus, bem como por Lucas:
Felizes são os olhos de vocês, porque veem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem. Pois eu lhes digo a verdade: Muitos profetas e justos desejaram ver o que vocês estão vendo, mas não viram, e ouvir o que vocês estão ouvindo, mas não ouviram. [Mateus 13.16-17]


Em outras palavras, os profetas do Antigo Testamento viveram no tempo da expectativa; os apóstolos viveram no tempo do cumprimento. Os olhos destes estavam vendo e seus ouvidos escutando aquilo que seus predecessores ansiaram por ver e ouvir.

Assim, Mateus não retrata Jesus como mais um profeta, mais um vidente na longa sucessão dos séculos, mas como o cumprimento de todas as profecias.

Mateus também vê Jesus confrontando Israel com uma convocação final ao arrependimento e já como que começando a criar um novo Israel, com seus doze apóstolos complementando as doze tribos de Israel.

Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta; Porque eu vos digo que desde agora me não vereis mais, até que digais: Bendito o que vem em nome do Senhor. Mateus 23.37-39

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Jesus, o Cristo!!

Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta. Mateus 1.22

Mateus apresenta Jesus como o Cristo, o Messias há muito aguardado, em quem as promessas de Deus estavam sendo cumpridas. Sua fórmula predileta, que aparece muitas vezes em seu Evangelho, segue o seguinte padrão: “Isso aconteceu para que se cumprisse o que estava escrito nos profetas”.


É apropriado, portanto, que Mateus comece seu Evangelho com a genealogia de Jesus. Ele traça a linhagem real, enfatizando particularmente Abraão, o patriarca fundador de Israel, e Davi, o ancestral do Messias que seria “o filho de Davi”.


O tema do cumprimento das promessas é mais claramente exposto na inauguração do reino de Deus promovida por Jesus. Todos os quatro evangelistas escreveram que ele proclamava o reino, porém Mateus deu ênfase especial a isso. Em consideração à relutância dos judeus em pronunciar o nome santo de Deus, Mateus usa “o reino dos céus” (aproximadamente cinqüenta vezes). Ele compreende também que o reino é uma realidade presente e uma expectativa futura.

Uma das mais extraordinárias declarações de Jesus foi registrada por Mateus, e também por Lucas:


Felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem. Pois eu lhes digo a verdade: Muitos profetas e justos desejaram ver o que vocês estão vendo, mas não viram, e ouvir o que vocês estão ouvindo, mas não ouviram. Mateus 13.16-17

Em outras palavras, os profetas do Antigo Testamento viveram no tempo da expectativa; os apóstolos viveram no tempo do cumprimento. Os olhos destes estavam vendo e seus ouvidos escutando aquilo que seus predecessores ansiavam por ver e ouvir.

Assim, Mateus não retrata Jesus como mais um profeta, mais um vidente na longa sucessão dos séculos, mas como o cumprimento de todas as profecias.


Mateus também vê Jesus confrontando Israel com uma convocação final ao arrependimento e já como que começando a criar um novo Israel, com seus doze apóstolos complementando as doze tribos de Israel.


Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta; Porque eu vos digo que desde agora me não vereis mais, até que digais: Bendito o que vem em nome do Senhor. Mateus 23.37-39

Retirada de A Bíblia Toda, o Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)


Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.