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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

QUEM SOU EU?


Mateus 5.13 =        Sou o sal da terra.
Mateus 5.14 =        Sou a luz do mundo
João 1.12     =        Sou filho de Deus (parte de sua família – Veja Romanos 8.16).
João 15.1,5  =        Sou parte da videira verdadeira, um segmento (ramo) da vida de Cristo.
João 15.15   =        Sou amigo de Jesus.
João 15.16   =        Sou escolhido e designado por Cristo (para dar fruto)
Romanos 6.18=      Sou servo da justiça.
Romanos 6.22=      Sou servo de Deus.
Romanos 8.14,15= Sou filho de Deus (Deus, espiritualmente, é meu Pai – Veja Gl. 3.26 e 4.6).
Romanos 8.17 =     Sou herdeiro de Deus, co-herdeiro com Cristo, participando de sua herança.
I Corintios 3.16;6.19=Sou templo (morada) de Deus. Seu Espírito (sua vida) habita em mim.
I corintios 6.17=      Estou unido com o Senhor e sou um com ele.
I Corintios 12.27=   Sou membro (parte) do Corpo de Cristo (veja Ef. 5.30).
II Corintios 5.17=    Sou nova criatura (nova pessoa)
II Corintios 5.18,19=          Estou reconciliado com Deus e sou ministro da reconciliação.
Galatas 3.26,28=    Sou filho de Deus e um em Cristo.
Gálatas 4.6,7=        Sou herdeiro de Deus, visto ser seu filho
Efésios 1.1   =        Sou santo (ver I co. 1.2; Fp. 1.1; Cl. 1.2).
Efésios 2.10  =        Sou feitura de Deus, criado (nascido de novo) em Cristo para fazer a sua obra que ele             
preparou de antemão para eu fazer.
Efésios 2.19  =        Sou concidadão do restante do povo de Deus em sua família
Efésios 3.1; 4.1=     Sou prisioneiro de Cristo
Efésios 4.24  =        Sou justo e reto.
Filipenses 3.20=     Sou cidadão do céu, sentado no céu neste exato momento (veja Ef. 2.6).
Colossenses 3.3=   Estou escondido com Cristo em Deus.
Colossense 3.4=     Sou a expressão da vida de Cristo, porque ele é a minha vida.
Colossenses 3.12= Sou eleito de Deus, santo eternamente amado.
I Tessalonicences 1.4=Sou eleito e amado eternamente por Deus.
I Tessalonicenses 5.5= Sou filho da luz e não das trevas
Hebreus 3.1  =        Sou um irmão santo, participante da vocação celestial.
Hebreus 3.14=        Sou participante de Cristo
I Pedro 2.5    =        Sou uma das pedras vivas, sendo edificado (em Cristo) como casa espiritual.
I Pedro 2.9,10=       Sou membro de uma raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade
exclusiva de Deus para anunciar as grandezas divinas.
I Pedro 2.11  =        Sou peregrino e forasteiro neste mundo no qual vivo temporariamente.
I Pedro 5.8    =        Sou adversário do diabo.
I João 3.1,2  =        Sou agora filho de deus. Serei semelhante a Cristo quando ele voltar.
I Hoão 5.18   =        Sou nascido de Deus, e o maligno (o diabo) não pode me tocar.
         
“Mas pela graça de Deus, sou o que sou” (1 Co. 15.10).

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A LUZ DO MUNDO


Não lhe parece relevante que Cristo tenha dado ao servo a mesma característica que deu a si mesmo?

“Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (Jo 8.12)

O servo de Cristo brilha no meio de uma sociedade que está irremediavelmente perdida, entregue a si mesma. Agora vamos responder a duas perguntas:

1. Qual é a função básica da luz?
2. Qual a melhor maneira de desempenhar essa função?

A resposta da primeira é óbvia: dissipar a escuridão. Quando se acende uma luz, as trevas se vão. Não importa a densidade desta escuridão. E a resposta da segunda pergunta é encontrada nas palavras de Jesus:

“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” (Mt 5.14-16)

Como são afastadas as trevas? Primeiramente, não se escondendo a luz; mas pondo-a “sobre um monte”. E em segundo lugar, não se impondo limitações a ela; mas colocando-a “no velador, e alumia a todos que se encontram na casa”. Os servos estão para um mundo em trevas, assim como as estrelas estão para o céu noturno. Foi essa analogia que inspirou certo escritor a escrever:

“Às vezes penso como seria maravilhoso se os não-crentes ficassem curiosos para saber o segredo da origem da nossa luz, e se aproximassem de nós recitando: “Brilha, brilha, estrelinha! / Como eu gostaria de saber o que tu és!”

Constituímos um estranhíssimo fenômeno para os que se acham em trevas. Eles não conseguem entender-nos. E era exatamente essa a intenção de Jesus. Vejamos algumas características distintivas da luz.

A luz é muda. Não faz barulho; não faz alarde, nem levanta bandeiras – ela simplesmente brilha. É com um farol a brilhar numa acidentada costa marinha. A única coisa que faz é brilhar, em seu giro constante

A luz indica a direção. Sem palavras e sem sermões. Jesus afirma que os outros “vêem” nossas ações – mas não há referência ao fato de ouvirem nada.

A luz atrai a atenção. Quando acendemos uma luz num aposento às escuras, não precisamos pedir a ninguém para olhar para nós. É um gesto automático. Se você é um crente numa equipe esportiva cheia de atletas não crentes, você constitui uma luz em meio às trevas.

Se você e sua família ao os únicos crentes em meio a um bairro de não crentes, vocês são uma luz nas trevas. O mesmo acontece a quem é o único estudante crente de sua escola, a única enfermeira crente de sua ala, ou o único empregado crente de sua firma, ou o único vendedor de seu distrito. Essa pessoa é uma luz nas trevas – um servo de Deus que está sendo observado, e que está emitindo uma mensagem bem clara... muitas vezes sem dizer uma palavra sequer.

A princípio, é possível que os outros detestem a luz – mas não nos preocupemos com isto; mesmo assim eles se sentem atraídos por ela. Pois que ela brilhe! Não procuremos exibir-nos, mostrando como é forte o nosso brilho. Apenas brilhemos!

O Dr. Martyn Lloyd-Jones salienta esse aspecto:
“E ao produzirmos e revelarmos luz em nossa vida diária, devemos lembrar que o cristão não chama a atenção dos outros para si mesmo. O ego ficou em segundo plano, subjugado pelas qualidades da pobreza de espírito, mansidão, e de outras virtudes mais. Em outras palavras, temos que fazer tudo por amor a Deus e para a sua glória. O eu tem que estar ausente, e deve ser totalmente esmagado, em todas as suas sutilezas, por amor a Deus e para a sua glória. Deduzimos então que temos de fazer essas coisas de modo a levar os homens a glorificar a Deus, a gloriar-se nele e se dedicar a ele. ‘Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para vosso Pai que está nos céus.’ Sim; e vê-las de tal modo, que eles próprios glorifiquem nosso Pai; temos que agir assim para que essas outras pessoas possam glorificá-lo também.”

Que grande lembrete para nós!
A “aldeia” se encontra em tristes condições. Difíceis, corruptos e enganados, aqueles que vivem nela estão levando uma existência insípida e desesperada. Precisam de sal e de luz... os dois ingredientes que o servo de Deus personaliza para eles.

Extraído do livro Eu, um servo, Voce esta brincando, de Autoria de Charles Swildoll

Por Litrazini
Graça e Paz


sábado, 22 de agosto de 2015

ANTES QUE A LÂMPADA SE APAGUE – CANDEIAS ACESAS

Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.(Sl 119:105)

Existe uma frase que diz que “ninguém é insubstituível”. E no reino de Deus isso também é uma verdade, não existe pessoa que não possa ser substituída, nem instituição ou mesma uma igreja que que não possa ser removida.

Olha o que diz o Senhor a igreja de Éfeso:
Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.(Ap 2:5).

Infelizmente tem muita gente “brincando com Deus”. Nosso Deus é soberano e sua palavra não volta vazia. A palavra de Deus diz que “antes que a lâmpada se apagasse”, Deus chamou Samuel.Isto significa de uma forma espiritual que Deus nunca deixa que a lâmpada do templo se apague.

O Senhor sempre chama pessoas que não apaguem Seu Espírito (1 TS 5:19). O Senhor chama pessoas que valorizem sua presença, que temam a Ele, que obedeçam a sua voz. Deus chama pessoas que queiram servir a Ele, em espírito e em verdade (Jo 4:24). Hoje nós somos o “TEMPLO DO ESPÍRITO”, nosso corpo é o SANTUÁRIO DO ESPÍRITO SANTO, que provém de Deus, por isso devemos estar sempre com nossas candeias acesas.

Mas para que as candeias fiquem acesas é necessário “azeite puro”, ou seja, uma vida de santidade na “unção de Deus”.

Os Filhos de Eli já haviam desprezado a unção de Deus e mal sabiam o que era viver em santidade, quando se prostituíram.

Toda prostituição e impureza impedem que sejamos usados “como o Senhor deseja”. (1 Cor 6:13-18-19).


Eli também deixou que a lâmpada de Deus se apagasse em sua vida, quando desobedeço a Deus.

Diz a palavra de Deus: “Lâmpada para os meus pés e luz para os meus caminhos são a tua palavra (Sl 119:105).

Todo aquele que não observa a palavra de Deus pode ter ser candeeiro removido. A Bíblia relata no livro de apocalipse na carta a igreja de Éfeso um aviso importante para esta igreja e a de nossos dias. “Tenho contra ti que deixaste teu primeiro amor, lembra-te, pois de onde caíste.. arrepende-te e volta a prática das primeiras obras..” (Ap 2:4-5).

Na verdade o Senhor agiu mais uma vez com misericórdia, dando oportunidade a Igreja que se concertasse. O Senhor nunca sentencia um juízo sem que haja chance ao arrependimento. Só após a negligência desta admoestação que o Senhor removeria o candeeiro (Ap 2:5b). Os crentes de Éfeso havia abandonado seu Deus( O Espírito do Senhor).

Aqueles cristãos perderam a motivação de servir a Deus, o seu amor para com o Senhor que era a adoração a Ele. O pecado apaga a chama do amor de Deus em nossas vidas e acabamos vivendo como crentes religiosos, conformados a servir a Deus por obrigação a Deus e status.

A igreja de Éfeso havia deixado de se relacionar com Deus como outrora, por isso que foi preciso tal exortação. Um relacionamento que se esfria aos poucos só pode ser “incendiado” novamente pelo verdadeiro perdão e pelo resgate da paixão inicial. Para Éfeso só havia uma solução o arrependimento.

Era preciso para Éfeso, lembrar do pecado, arrepender-se dele e “praticar” as primeiras obras. Tirar o castiçal significava que aquela igreja havia “deixado de iluminar” e ser luz para os outros. A palavra diz que se “andarmos na luz”, como Cristo na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Cisto nos purifica de todo pecado”(1 Jo 1:7). Andai como filhos na luz, pois somos luz no Senhor (Ef 5:8). Somente “no Senhor” somos luz.

Disse-lhes, pois, Jesus: A luz ainda está convosco por um pouco de tempo. Andai enquanto tendes luz, para que as trevas não vos apanhem; pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai. Enquanto tendes luz, crede na luz, para que sejais filhos da luz. (Jo 12:35-36).

Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.(Jo 8:12)

O candeeiro removido demonstrava inoperância desta igreja. Ela deixou de ser diligente em suas obras para viver apenas de “ser chamada de igreja de Deus”.

E assim como todos castiçais do templo com os sete braços iluminaram o templo para o serviço, a Igreja de Deus deve iluminar os outros ao seu redor com a luz de Jesus. Apesar de ser um livro profético a história nos relata que por mais de mil anos, não tem havido igreja em Éfeso, ou seja, seu candeeiro realmente foi removido, porque não se arrependeu. A luz própria de Éfeso foi apagada por não ouvir o que o Espírito de Deus disse a seu respeito (Ap 2:7).

Não seja como a Igreja de Éfeso que não se arrependeu e teve seu candeeiro removido, por isso é hora de “acender suas candeias” arrependendo-se e voltando a Deus, ao primeiro amor.

Anderson Cassio Oliveira

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 5 de março de 2014

O que Jesus quis dizer quando afirmou: ‘EU SOU’?

Jesus, em resposta à pergunta dos fariseus "Quem você pensa que é?" disse: "‘Abraão, pai de vocês, regozijou-se porque veria o meu dia; ele o viu e alegrou-se'. Os judeus perguntaram: 'Você ainda não tem cinquenta anos, e viu Abraão?' Jesus respondeu: ‘Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!’"

A reação violenta dos judeus à afirmação "EU SOU" de Jesus indica que compreenderam claramente o que Jesus estava declarando -- Ele estava igualando-se a Deus ao usar o mesmo título “EU SOU” que Deus dera a Si mesmo em Êxodo 3:14.

Se Jesus tivesse querendo dizer apenas que já existia antes do tempo de Abraão, Ele teria dito: "Antes de Abraão, eu era." As palavras gregas traduzidas como "nascer" no caso de Abraão e "sou" no caso de Jesus são bastante diferentes.

As palavras escolhidas pelo Espírito deixam claro que Abraão foi "trazido à existência", mas que Jesus existia eternamente (João 1:1).

Não há dúvida de que os judeus entenderam o que Ele estava dizendo porque pegaram pedras para matá-lo por clamar-se igual a Deus (João 5:18). Tal declaração, se não fosse verdade, era uma blasfêmia e a punição prescrita pela lei mosaica era a morte (Levítico 24:11-14). No entanto, Jesus não cometeu blasfêmia; Ele era e é Deus, a segunda Pessoa da Trindade, igual ao Pai em todos os sentidos.

Jesus usou o mesmo termo "EU SOU" em sete declarações sobre Si mesmo. Em todas as sete, Ele combina EU SOU com metáforas que expressam a Sua imensa relação de salvação com o mundo. Todas aparecem no livro de João:

EU SOU o Pão da vida (João 6:35, 1, 48, 51);
EU SOU a Luz do mundo (João 8:12);
EU SOU a porta das ovelhas (João 10:7,9);
EU SOU o Bom Pastor (João 10:11, 14);
EU SOU a Ressurreição e a Vida (João 11:25);
EU SOU o Caminho, a Verdade e a Vida (João 14:6) e
EU SOU a videira verdadeira (João 15: 1,5).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Eu gostaria de ser assim


Vocês são o sal da terra... Vocês são a luz do mundo... Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens.  Mateus 5.13-16.  

Jesus escolheu essas imagens para indicar a influência que ele desejava que seus seguidores exercessem no mundo.

Nos Estados Unidos lá pela década de 40, morava em Chicago um pregador batista muito pobre, que ganhou de seu irmão milionário um carro último tipo. Certa manhã, ao chegar ao estacionamento para apanhá-lo, o pregador deparou com um rapazinho mal vestido, com o rosto encostado a uma das janelas do "carrão".

Tendo-o cumprimentado, ouviu do rapazola a pergunta:
- "É seu, patrão?” 
Diante da resposta afirmativa, o pregador Roy Angel ouviu nova pergunta:
- ‘Quanto custou’?
Sua resposta surpreendeu o menino:
- "Não sei. Meu irmão mo deu de presente".
Ao ouvir isso, os olhos do menino se arregalaram surpresos. Ele pensou um pouco, e disse depois com um ar de anseio sincero:
- "Eu queria.., eu queria..."
Roy pensou que podia adivinhar como ele iria terminar a sentença - Eu queria ter um irmão assim. Mas, em vez disso, ficou pasmo quando o menino olhou para ele e disse:
- "Eu queria SER um irmão assim...

Isso moveu o coração do pregador, a ponto de convidar o rapaz para dar uma volta no carro. Diante disso, ele pediu para dirigirem-se à rua onde morava. Novamente, Roy pensou que poderia adivinhar qual o desejo do rapazola - mostrar aos meninos da vizinhança a sua "conquista". Novamente, enganou-se. 

O menino pediu-lhe que parasse por um instante num determinado ponto da rua, em frente a um velho conjunto habitacional. Desceu, prometendo voltar num instante. Depois de uns dez minutos, Roy viu alguém descendo vagarosamente a escadaria sem iluminação. À sombra, desciam duas perninhas finas e tortas. Logo compreendeu que era o menino, carregando outra criança menor. Com certeza, seu irmão. Chegando à calçada, colocou-o gentilmente no chão, e disse todo empolgado:
- "É como eu lhe disse. E um carro novinho em folha. O irmão deu para ele. Algum dia, eu vou comprar um carro assim para você!".

Ron Mehl, que relatou esse fato, termina-o assim:
- Quando ouvi essa história fiquei comovido com a generosidade de um irmão para com o outro. Mas não foi o presente do milionário que me impressionou. Afinal de contas, ele poderia ter comprado uma frota de Packards para o irmão com toda a facilidade. Não; eu me comovi com o desejo do menino favelado. Por que sonhava com uma prosperidade impossível? Para que pudesse gastá-la prodigamente com o irmão!

Não apenas indivíduos podem ser mudados; sociedades também podem ser transformadas. É claro que não podemos tornar a sociedade perfeita, mas podemos melhorá-la. A história está cheia de exemplos de melhora social por meio da influência cristã. Devemos conservar as características cristãs.

O sal deve reter sua salinidade; caso contrário, será inútil. A luz deve reter seu brilho; caso contrário, nunca dissipará a escuridão.
Sal e luz são mercadorias eficazes. Eles mudam o seu ambiente. Quando o sal é introduzido na carne, algo acontece; a deterioração é contida. Do mesmo modo, quando a luz é acesa, algo acontece; a escuridão é dissipada.

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. (Mateus 5.13-15)

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (Mateus 5.16). Nossas obras, nosso calor como cristãos devem e podem tocar todas as pessoas à nossa volta, bem como nossa sociedade.

Por Litrazini

Graça e Paz 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sal da terra


 “Vocês são o sal da terra… Vocês são a luz do mundo… Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.” Mateus 5.13-16

Esse texto muitas vezes é citado como se fosse um mandato para a igreja se engajar em ativismo político – fazendo lobby, juntando eleitores, organizando protestos e mobilizando o movimento evangélico para a atividade política. Recentemente ouvi um líder evangélico bem conhecido dizer “precisamos fazer as nossas vozes ouvidas pela urna eleitoral, ou não seremos sal e luz como Jesus mandou”.

Essa visão é bem comum. Diga a frase “sal e luz”, e o evangélico típico vai começar a falar de política como se por instinto e/ou reflexo.

Mas olhe com atenção para a afirmação de Jesus dentro de seu contexto. Ele não estava organizando um boicote, protestou ou campanha política. Ele estava chamando seus discípulos para uma vida de santidade.

O discurso do sal e luz é o parágrafo decisivo da introdução de Jesus ao Sermão do Monte. Ele vem logo após as Bem-Aventuranças.  Jesus vinha propondo formalmente várias bênçãos para aspectos-chave de uma piedade autêntica.

O que é mais notável nas Bem-Aventuranças é que as qualidades que Jesus abençoa não são os mesmos atributos que o mundo normalmente considera dignos de louvor. O mundo glorifica o poder e o domínio, a força física, o status e a classe.

Por outro lado, Jesus abençoa a humildade, o pacifismo, a misericórdia, o choro, a pureza de coração e até mesmo a perseguição por causa da justiça. Coletivamente, essas qualidades estão no extremo oposto do poder político e partidário.

Em outras palavras, Jesus abençoou as pessoas que estavam dispostas a serem oprimidas e desprovidas por causa da justiça – pacificadores, não protestantes; pobres de espírito, não orgulhosos; pessoas que são perseguidas, não os ambiciosos e pomposos.


Isso é consistente com o ensinamento de Jesus por todo o Novo Testamento. Ele disse:

Jesus os chamou e disse: “Vocês sabem que os governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”. Mateus 20.25-28

Note, mais ainda, que as afirmativas “Vocês são o sal da terra” e “Vocês são a luz do mundo” são afirmações de fatos, não imperativos. Ele não nos ordena que sejamos sal; Ele diz que somos sal e nos alerta contra a perda do sabor. Ele não nos ordena que sejamos luz; Ele diz que nós somos luz e nos proíbe de nos escondermos.

Jesus estava dizendo que uma sociedade corrupta e manchada pelo pecado é abençoada e influenciada para o bem pela presença da igreja quando os crentes são servos fiéis de seu Mestre.

 A chave para entender o que Jesus queria dizer é o verso 16: “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”. A santidade pessoal, não o domínio político, é o que leva os homens a glorificarem nosso Pai que está no céu.

O sal tem muitas propriedades. Talvez a mais importante delas seja o de agir como conservante. A carne crua pode ser curada e preservada com o sal. Cristãos em meio ao mal e à sociedade decaída têm um efeito conservante e purificador semelhante. Deus disse a Abraão que preservaria Sodoma do julgamento se houvesse apenas dez justos lá – um pouco de sal – no meio deles.

O sal também é anti-séptico, e pode ser usado no tratamento de ferimentos. Água salgada é um bom remédio – apesar de dolorido – para bolhas e calos abertos. Pode ser que haja um pouco dessa ideia também, na metáfora de Jesus. 

A presença dos crentes no mundo aflige a consciência dos incrédulos porque é um doloroso lembrete de que Deus requer santidade e que o salário do pecado é a morte.

Mas o sal também dá sabor à comida, e causa sede – e eu acredito que essa é a principal idéia que Jesus tinha em mente quando usou essa metáfora, por ele fala do “sabor”. Lembre-se, Jesus havia acabado de abençoar aquele que “têm fome e sede de justiça” (v. 6), e essa figura sugere que a presença de pessoas genuinamente piedosas na sociedade terá um efeito natural de estimular o apetite por Deus e a sede de justiça.

A presença de pessoas genuinamente piedosas na sociedade terá um efeito natural de estimular o apetite por Deus

A luz, é claro, simultaneamente, afasta as trevas e ilumina o que estiver ao seu alcance. Quando deixamos corretamente nossa luz brilhar sobre os outros, eles vêem nossas boas obras e glorificam a Deus.

Então isso não tem a ver com poder político. Não tem a ver com organizar protestos contra a impiedade. Não é sobre como podemos fazer a sociedade mais justa através da legislação.

Tem a ver com nosso viver. Tem a ver com demonstrar os mesmos traços que Jesus abençoou nas Bem-Aventuranças. É assim que deixamos nossa luz brilhar, e é assim que salgamos uma sociedade outrora apodrecida e sem gosto.

Autor: Phil Johnson - Traduzido por Filipe Schulz - iPródigo

Por Litrazini

Graça e Paz


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O sal e a luz

Vocês são o sal da terra... Vocês são a luz do mundo... Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens. Mateus 5.13-14,16 

Sal e luz são duas das maiores necessidades nos lares. Certamente Jesus deve ter visto, inúmeras vezes, sua mãe usar o sal na cozinha. Naqueles dias, antes de existir a refrigeração, o sal era usado normalmente com propósitos anticépticos e de preservação. Assim, Maria deixava peixe e carne mergulhados em água salgada, e acendia lamparinas a óleo quando o sol se punha. 

Jesus escolheu essas imagens para indicar a influência que ele desejava que seus seguidores exercessem no mundo. 

O que ele quis dizer? O que é legítimo para nós deduzir dessa sua escolha de metáforas? 

Acredito que ele estava ensinando quatro verdades. 

Primeiro, os cristãos são radicalmente diferentes dos não-cristãos. 

Ambas as imagens estabelecem as duas comunidades em contraste uma com a outra. Por um lado, há o mundo; por outro, há você, que deve ser luz na escuridão do mundo. 

Novamente, o mundo é como carne apodrecida e peixe em decomposição, mas você deve ser o seu sal, detendo a deterioração da sociedade. As duas comunidades são tão diferentes uma da outra quanto a luz é da escuridão, e o sal, da corrupção

Segundo, os cristãos devem penetrar na sociedade não-cristã. 

Embora espiritual e moralmente distintos, não devemos ser socialmente segregados. Uma lâmpada não traz nenhum benefício se for guardada no armário; e o sal não faz bem se ficar dentro do saleiro.

A luz deve brilhar na escuridão; o sal deve penetrar na carne. Ambos os modelos ilustram o processo de penetração. 

Terceiro, os cristãos podem influenciar e mudar a sociedade não-cristã. 

Sal e luz são ambos mercadorias eficazes. Eles mudam o seu ambiente. Quando o sal é introduzido na carne, algo acontece; a deterioração bacteriológica é contida. Do mesmo modo, quando a luz é acesa, algo acontece; a escuridão é dissipada. 

Não apenas indivíduos podem ser mudados; sociedades também podem ser transformadas. 

É claro que não podemos tornar a sociedade perfeita, mas podemos melhorá-la. 

A história está cheia de exemplos de melhora social por meio da influência cristã.

Quarto, os cristãos devem conservar as características cristãs. 

O sal deve reter sua salinidade; caso contrário, será inútil. 

A luz deve reter seu brilho; caso contrário, nunca dissipará a escuridão. 

E quais são nossas características cristãs? 

O restante do sermão do monte nos diz. 

Leitura recomendada: Mateus 5.13-16 

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007) 

Por Lidiomar 

Graça e Paz 




Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.