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quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

ÚNICO E PERFEITO MEDIADOR

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”. (ITm 2:5)

Os homens precisavam de uma reconciliação com o Criador.

Para que esta reconciliação se desse foi necessário que Jesus Cristo mediasse a aproximação entre o homem e Deus.

“Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida”. (Rm 5:10)

A humanidade necessitava de um mediador, que facilitasse o acesso a Deus.

“E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel” (Hb 12:24)

Jesus é o mediador por Excelência. Eis a razão porque Ele permanece vivo.

“E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna”. Hb. 9:15;

“Mas agora alcançou Ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de uma melhor aliança que está confirmada em melhores promessas”. (Hb 8:6).

Os mortos não podem mediar, porque estão mortos.

A ressurreição de Cristo o tornou mediador para sempre.

Jesus Cristo possuía uma natureza humana e outra Divina.

Jesus era 100% homem e 100% Deus. É o único e perfeito mediador.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


domingo, 25 de abril de 2021

EMANUEL, DEUS CONOSCO

 “...E dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel." (Is.7.14) "... E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco." (Mt.1.23)

Através do nome EMANUEL podemos ver alguns atributos maravilhosos da pessoa e da natureza de Cristo. A obra principal do Filho de Deus também é conhecida pelo nome Emanuel.

O nome Emanuel significa, "Deus conosco", o que a própria Palavra de Deus nos relata. Cristo é chamado "Deus" e de jeito nenhum essa qualidade deve ser menosprezada.

Os nomes que Isaías listou em Isaías 9:6 apontam à natureza divina de Cristo pois Ele só pode preencher todos os atributos dos nomes sendo Deus.

Cristo é tão Deus que também foi chamado por Jeová (Joel 2:32; Atos 2:21,36; Rm 10:9,13).

Por isso o Apostolo Paulo diz em Efésios 1:21 que Cristo está "acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;" pois Cristo é "Deus".

É uma preciosidade o fato de Cristo ser Deus e "Deus conosco". Cristo "se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." (João 1:14). Cristo não é Deus conosco apenas para nos fazer companhia. O fato de Cristo estar conosco mostra a obra de Cristo.

Cristo está conosco para ser o que precisamos. Precisamos de alguém como nós para estar conosco. Precisamos de alguém como nós mas que satisfaça a Deus completamente.

Cristo está conosco, como nós, mas está conosco como Deus. Se Cristo não estivesse entre nós, continuaríamos separados de Deus e seus inimigos.

O nome EMANUEL é usado justamente para mostrar a obra de Cristo, que é estar entre o homem e Deus, sendo o mediador (Is 8:8; ITm 2:5).

Nessa qualidade de EMANUEL Cristo continua conosco (Mt. 28:20; Atos 18:9,10; IITm 4:22).

Cristo continua sendo Deus eternamente (Rm 9:5; ITm 3:16) e continua sendo o mediador de todos que estão confiando nEle (I João 2:1,2).

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

EVANGELISMO BÁSICO


EXISTE UM SÓ DEUS
A Bíblia diz que existe um único Deus. Tiago 2:19, Ef. 4
1- O Deus que Criou Todas as coisas, e que conduz a sua criação e sustenta. - Gên. 1:1; Sal. 24:1
2- O Deus que criou o homem. - Gên. 1:26,27; Gên. 2:21,22
3- O Deus que merece a adoração, a honra e o louvor da sua criação. Sal. 100:1-3; Sal. 96: 1-6
4- O Deus que perdoa e Salva. Isa. 55:6-7; João 3:16-1

EXISTE UMA SÓ FÉ - Ef. 4:4
A fé é o único meio para a salvação do homem Ef. 2:8. Ainda que o homem tenha a disposição para crer, a fé por si mesma não irá salvá-lo.
1- A fé que gera o senhorio de Cristo. Atos 2:36; Efésios 4:5
2- A fé que gera arrependimento e conversão. Marcos 2:5; Marcos 1:15; Lucas 7:9
3- A fé que gera convicção na palavra de Deus e no seu amor. João 15:9-10; Tito 1:9
4- A fé que gera amor pelas almas perdidas. IITim. 4:2; Atos 13:48
5- A fé que conduz o homem ao céus através de Jesus Cristo. João 14:1-3; Filipenses 3:20.

EXISTE UM SÓ MEDIADOR - I Timoteo 2:5
Os homens precisavam de uma reconciliação com o Criador. Para que esta reconciliação se desse foi necessário que Jesus Cristo mediasse a aproximação entre o homem e Deus. Romanos 5:10
1- A humanidade necessitava de um mediador, que facilitasse o acesso a Deus. Gál. 3:20; I Tim 2:5; Heb. 12:24
2- Jesus é o mediador por Excelência. Eis a razão porque ele permanece vivo. Heb. 9:15; Heb 8:6. Os mortos não podem mediar, porque estão mortos. A ressurreição de Cristo o tornou mediador para sempre.
3- Jesus Cristo possuía uma natureza humana e outra Divina. Natureza Divina: João 1:1-4, 14,18-I João 5:20;  Mateus 1:20,23. Natureza Humana: Lucas 2:52; João 11:35. Jesus era 100% homem e 100% Deus. É o único e o mais perfeito mediador.

EXISTE UM SÓ CAMINHO
Erroneamente o ditado popular diz: "Todos os caminhos conduzem a Deus" João 14:6; Jeremias 32:39
1- Na época de Jesus existiam muitos credos que, pregavam e defendiam a crença em um só Deus. Más categoricamente Jesus afirmou que ele era o único caminho. João 15:4; Isaías 35:8; Salmos 16:11
2- O caminho para Deus é uma linha reta sem desvios, curvas ou ondulações. João 15:6; Salmos 18:30; Salmos 92:15
3- Vivamos numa época em que muitos são os "caminhos" mostrados aos homens, indicando Deus. Não se deixe seduzir por nenhum deles. Veja o que diz a Bíblia. Mateus 7:21-23; Prov. 14:12; Prov. 16:25

Miquéias Costa França

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O Antigo e o Novo Concerto


 “MAS AGORA ALCANÇOU ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas” (Hb 8.6).

Os capítulos 8-10 do livro de Hebreus descrevem numerosos aspectos do antigo concerto tais como o culto, as leis e o ritual dos sacrifícios no tabernáculo; descrevem os vários cômodos e móveis desse centro de adoração do AT.

É duplo o propósito do autor:
(1) contrastar o serviço do sumo sacerdote no santuário terrestre, segundo o antigo concerto, com o ministério de Cristo como sumo sacerdote no santuário celestial segundo o novo concerto; e
(2) demonstrar como esses vários aspectos do antigo concerto prenunciam ou tipificam o ministério de Cristo que estabeleceu o novo concerto.

O presente estudo sintetiza o relacionamento entre esses dois concertos.
(1) Segundo o antigo concerto, a salvação e o relacionamento correto com Deus provinham de um relacionamento com Ele à base da fé expressa pela obediência à sua lei e ao sistema sacrificial desta.

Os sacrifícios do AT tinham três propósitos principais.
(a) Ensinar ao povo de Deus a gravidade do pecado. O pecado separava os pecadores de um Deus santo, e somente através do derramamento de sangue poderiam reconciliar-se com Deus e encontrar perdão (Êx 12.3-14. Lv 16; 17.11; Hb 9.22).
(b) Prover um meio para Israel chegar-se a Deus mediante a fé, a obediência e o amor (cf. Hb 4.16; 7.25; 10.1).
(c) Indicar de antemão ou prenunciar (8.5; 10.1) o sacrifício perfeito de Cristo pelos pecados da raça humana (cf. Jo 1.29); 1 Pe 1.18, 19. Ex 12.3-14; Lv 16; Gl 3.19).

(2) Jeremias profetizou que, num tempo futuro, Deus faria um novo concerto, um melhor concerto, com o seu povo (Jr 31.31-34; Hb 8.8-12). É melhor concerto do que o antigo (Rm 7) porque perdoa totalmente os pecados dos que se arrependem (Hb 8.8), transforma-os em filhos de Deus (Rm 8.15,16), dá-lhes novo coração e nova natureza para que possam, espontaneamente, amar e obedecer a Deus (Hb 8.10; cf. Ez 11.19,20), os conduz a um estreito relacionamento pessoal com Jesus Cristo e o Pai (Hb 8.11) e provê uma experiência maior em relação ao Espírito Santo (Jl 2.28; At 1.5,8; 2.16,17, 33, 38,39; Rm 8.124,15, 26). 

(3) Jesus é quem instituiu o novo concerto ou o novo testamento (ambas as ideias estão contidas na palavra grega diatheke – testamento), e seu ministério celestial é incomparavelmente superior ao dos sacerdotes terrenos do AT.

O novo concerto é um acordo, promessa, última vontade e testamento, e uma declaração do propósito divino em outorgar graça e bênção àqueles que se chegam a Deus mediante a fé obediente. De modo específico, trata-se de um concerto de promessas para aqueles que, por fé, aceitam a Cristo como o Filho de Deus, recebem suas promessas e se dedicam pessoalmente a Ele e aos preceitos do novo concerto. 

(a) O ofício de Jesus Cristo como mediador do novo concerto (Hb 8.6; 9.15; 12.24) baseia-se na sua morte expiatória (Mt 26.28; Mc 14.24; Hb 9.14,15; 10.29; 12.24). As promessas e os preceitos desse novo concerto são expressos em todo o NT. Seu propósito é:
(I) salvar da culpa e da condenação da lei todos que crêem em Jesus Cristo e dedicam sujas vidas às verdades e deveres do seu concerto (Hb 9.16,17; cf. Mc 14.24; 1 Co 11.25); e
(II) fazê-lo um povo que seja a possessão de Deus (Hb 8.10; cf. Ez 11.19,20; 1 Pe 2.9).

(b) O sacrifício de Jesus é melhor que os do antigo concerto por ser um sacrifício voluntário e obediente de uma pessoa justa (Jesus Cristo), e não um sacrifício involuntário de um animal. O sacrifício de Jesus e o seu cumprimento da vontade de Deus foram perfeitos, e, portanto, proveu um caminho para o pleno perdão, reconciliação com Deus e santificação (Hb 10.10,15-17).

(c) O novo concerto pode ser chamado de novo concerto do Espírito, porque é o Espírito Santo quem outorga a vida e o poder àqueles que aceitam o concerto de Deus (2 Co 3.1-6).

(4) Todos os que pertencem ao novo concerto por Jesus Cristo recebem as bênçãos e a salvação oriundas desse concerto mediante sua perseverança na fé e na obediência. Os infiéis são excluídos dessas bênçãos.

(5) Estabelecido o novo concerto em Cristo, o antigo concerto se tornou obsoleto (Hb 8.13).

Não obstante, o novo concerto não invalida a totalidade das Escrituras do AT, mas apenas as do pacto mosaico, pelo qual a salvação era obtida mediante a obediência à Lei e ao seu sistema de sacrifícios.

O AT não está abolido; boa parte da sua revelação aponta para Cristo, e por ser a inspirada Palavra de Deus, é útil para ensinar, repreender, corrigir e instruir na retidão”.

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal. 

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Jesus Cristo, o advogado dos pecadores


“Não há melhor advogado, não há melhor defensor, não existe outro, ninguém jamais possuiu ou possuirá suas qualidades…”

“Filhinhos meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo”. (Bíblia Sagrada, I João 2:1).

Somos tendentes ao pecado, herdeiros de uma natureza que procura levar-nos à práticas pecaminosas. E por mais que procuremos evitar, por mais que procuremos manter nossa integridade espiritual, por mais que procuremos evitar o pecado, cometemos deslizes, cometemos falhas, caímos em fraquezas e pecamos.

O que fazermos quando isto acontece? Qual a melhor atitude? Será que Deus pode me perdoar a todo instante? Há alguém que se importe comigo? Há alguém que me represente, que me defenda, que interceda por mim?

O texto bíblico acima deixa claro que sim. Há sim alguém que intercede por mim. Há sim alguém que me representa diante de Deus. Tenho um advogado. Segundo o texto bíblico de 1Timóteo 2.5, encontramos mais uma vez esta pessoa intercessora, este mediador, este advogado: “Porquanto há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.”

Por mais que em algum momento procuremos encaixar entre nós e Deus outros mediadores, outras formas de ter nossos pecados perdoados, outras formas de obtenção do perdão divinal, a Bíblia é clara, não há outro mediador, não há outro advogado, não há outra forma. É somente por Ele, somente através d’Ele, Jesus Cristo.

Um bom advogado deve no mínimo conhecer da Lei. Será que meu advogado junto a Deus conhece da Lei? Nosso advogado, não só conhece da Lei, não estudou a Lei, mas sua palavra é a própria Lei, a Lei imutável, como diriam os romanos a lex aeterna scripta in hominis corde.
 
Ele mesmo confirma que sua palavra é a Lei quando diz que tudo pode passar, tudo pode se modificar, tudo pode se alterar, pode passar céus e terra, mas suas palavras permanecem para sempre (Mateus 24:35). É a verdadeira Lei, a Lei verdadeiramente justa, a Lei eterna, a Lei imutável, inalterável.

Nosso advogado, como filho do próprio Deus, como portador das mesmas características do Pai, é o mesmo que apresenta-se como aquele que nada deixa faltar, a nós seus clientes, que nos provê de alimento, que refrigera nossa alma, que nos guia por caminhos tranqüilos. (Salmo 23)

Nosso advogado, é aquele sob cujos cuidados podemos descansar, é nosso refúgio e fortaleza, nos socorre nos momentos de angústia, nos protege a ponto de mil serem feridos ao nosso lado e dez mil à nossa destra mas nós não somos atingidos, ainda que comamos coisa mortífera mal algum se nos faz, pisamos serpentes e leões e nenhum dano nos ocorre, pois Ele está conosco em todo tempo e nos protege. (Salmo 91)

Nosso advogado, ainda que não tenha nossa culpa, supera quaisquer outros quando toma sobre si as nossas dores e enfermidades, leva sobre si nossos erros e maldições, assume nossas culpas e erros como se seus fossem para que possamos ser livres. (Isaias 53)

Quando buscamos saber a verdade, nosso advogado nos diz: “Eu sou a verdade”. Quando buscamos um norte, uma orientação, um caminho, Ele nos diz: “Eu sou o caminho”. Quando queremos saber o que será do nosso porvir, o que será do nosso futuro, nosso amanhã, Ele diz: “Eu sou a vida eterna para ti”. (João 14:06).

E, por fim, certos de que possuímos o melhor advogado, queremos saber qual o resultado, o que receberemos com nossa causa ganha, surge nosso advogado dizendo: – Ao que vencer… darei de comer do fruto da árvore da vida (Apocalipse 2:7); – não receberá o dano da morte (2:11); dar-lhe-ei de comer do maná escondido e lhe darei uma pedrinha branca escrito um novo nome (2:17); dar-lhe-ei poder sobre as nações (2:26); dar-lhe-ei vestes brancas e escreverei seu nome no livro da vida, ainda falarei da seu nome diante de Deus e dos anjos (3:05) concederei que reine comigo para sempre (3:21).

Não há melhor advogado, não há melhor defensor, não existe outro, ninguém jamais possuiu ou possuirá suas qualidades, mas como tê-lo como meu advogado, como entregar-lhe minha causa ?

Necessário se faz que assinemos a procuração, confessemos nossos pecados e falhas diante de nosso advogado, contemos para Ele nossos problemas, entreguemos para Ele nossa causa, deixemos que Ele nos oriente, nos dirija, nos cuide, nos proteja. Mas como?

O salmista, no Salmo Bíblico de número 37, no verso de número 05 nos ensina e nos mostra como termos este advogado dizendo: Entrega teu caminho ao Senhor, confia n’Ele, e o mais Ele tudo fará

Ele está pronto a patrocinar nossa causa, está pronto a vencer esta causa por nós, está pronto para nos fazer mais puros que a neve, está pronto para nos fazer santos, basta que entreguemos a Ele nossas vidas.

Entreguemos nossas vidas a Jesus orando, em coração contrito, e pedindo que nos tome em suas mãos, que tome nossas vidas sob sua direção, e confessando que sozinhos não podemos realmente fazer nada.

Só com Ele podemos ser vitoriosos, só com Ele podemos ser felizes, só com Ele podemos vencer nossos pecados e imperfeições. Com Ele somos então mais que vencedores.

Autor: Carlos E. N. Lourenço

Transcrito por Lidiomar

Graça e Paz


quarta-feira, 9 de março de 2011

Tolerância ou benevolência

Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos (1 Timóteo).

Na era atual, a tolerância é tida como uma das mais altas virtudes. É considerada um pré requisito para a harmonia na vida em comunidade, um antídoto contra o fanatismo, preconceito e discriminação. Seu oposto, ou seja, a intolerância, certamente é a causa de muita discórdia nas famílias, na sociedade ou entre nações.

Temos de concordar em um ponto: somos propensos a sermos tolerantes em assuntos que não nos dizem respeito, mas não naquilo que nos afeta diretamente. Além disso, ninguém gosta de ser somente “tolerado”.

Preferimos ver nossas convicções e estilo de vida legitimados e aceitos.

O que a Bíblia tem a dizer sobre esse assunto?

Ela nos ordena a demonstrarmos um genuíno interesse pelo nosso próximo e a amá-lo como a nós mesmos.

Isso inclui respeitar os demais, não impor nossas opiniões e permitir que cada um tome suas próprias decisões, sem, contudo, mostrar indiferença ao que os outros pensam ou dizem.

Tal interesse sincero nos compele, como cristãos verdadeiros, a falarmos de nossa fé com o desejo de compartilhá-la com os demais.

Deus não permitiu nenhum outro plano para a salvação que não seja a confissão de pecados e a fé nEle e em Seu Filho, Jesus Cristo.

Essa é uma mensagem de máxima importância que precisamos divulgar.

E quanto a essa questão, Deus não é tolerante.

Ele ordena e devemos obedecer, para sermos salvos.

O único caminho é o Senhor Jesus Cristo. Não há outro!

Extraído Devocional Boa Semente

Por Lidiomar

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.