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sexta-feira, 26 de julho de 2024

O QUE DEUS PROCURA

O Pai procura adoradores, Não procura judeus nem samaritanos.

Deus, já revelara no passado o seu desejo de ser conhecido e adorado entre as nações.

O teu nome, eu o farei celebrado de geração a geração, e, assim, os povos te louvarão para todo o sempre. (Sl 45.17)

Batei palmas, todos os povos; celebrai a Deus com vozes de júbilo. (Sl 47.1)

Render-te-ei graças entre os povos; cantar-te-ei louvores entre as nações. (Sl 57.9)

Rendei graças ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos. (Sl 105.1)

Na perspectiva da mulher samaritana a questão da adoração estava circunscrita a judeus e samaritanos, mas Deus já revelara o seu propósito desde o início;

Ele queria adoradores de todos os povos, de todas as tribos e de todas línguas e nações.

Adorar em espírito é muito mais do que uma adoração no íntimo do coração.

Adorar em espírito é adorar sendo guiado e dirigido pelo Espírito de Deus.

Isso só é possível para aqueles que foram regenerados.

Deus não recebe qualquer adoração.

Nem todos os caminhos levam a Deus e nem toda adoração é recebida por Deus.

Deus só recebe a adoração que é dedicada a Ele.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 13 de junho de 2021

DEVE UM CRISTÃO SER PATRIOTA?

 A resposta a esta pergunta depende do significado da palavra “patriótico”. Como com muitas palavras, existem diferentes nuanças de significado, e pessoas diferentes usam a palavra de maneiras diferentes.

Por exemplo, em sua definição mais simples, ser patriota significa simplesmente “amar o próprio país”. Contanto que esse amor pelo país não substitua o amor que se tem por Deus, e se for mantido na perspectiva correta, não há nada errado em um cristão ser patriótico.

]No entanto, outra definição de "patriótico" implica que o indivíduo deve colocar os interesses da nação acima de seus interesses pessoais e de grupo. Levado a esse extremo, o patriotismo pode se tornar uma forma de idolatria, particularmente se o amor de alguém por seu país for maior do que o amor a Deus e o Seu plano de redimir pessoas de “toda tribo, língua e nação” (Ap 7:9).

No que se diz respeito à responsabilidade de um cristão em relação ao governo, sabemos de Romanos 13:1-7 que devemos estar sujeitos às autoridades governamentais e honrá-las, mesmo quando não são honrosas, porque, em última análise, Deus foi quem as colocou como autoridade sobre nós.

Assim, como cristãos, temos a obrigação diante de Deus de sermos cidadãos modelos, sujeitos às autoridades governamentais sobre nós, obedecendo às leis, pagando impostos, etc.

No entanto, antes de mais nada, temos a obrigação de ser obedientes a Deus. Em nações onde cidadãos individuais têm a capacidade de mudar e influenciar o governo ao votarem ou serem politicamente envolvidos, parte de ser um bom cidadão é votar e ter qualquer influência positiva que pudermos sobre o governo.

Em países onde os cristãos não podem influenciar as decisões de seus líderes, é mais difícil ser patriótico.

É muito difícil amar governos opressivos. No entanto, como cristãos, ainda somos obrigados a orar por nossos líderes (1Tm 2:1-4). Deus honrará nossa obediência a esse mandamento e, em Seu tempo perfeito, julgará os líderes que se afastarem dEle.

Deve um cristão ser patriota? Até um certo ponto, sim. Ao mesmo tempo, a fé, o amor e a obediência de um cristão devem ser, no fim das contas, reservados somente a Deus.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

segunda-feira, 16 de março de 2020

DEUS, A ESPERANÇA DA NAÇÃO


“Porque o Senhor é o nosso juiz, o Senhor é o nosso legislador, o Senhor é o nosso Rei; ele nos salvará” (Is 33.22).

O Brasil atravessa uma crise aguda, agônica, endêmica e sistêmica. A crise é moral, política, econômica, social e religiosa. A capilaridade da crise se espraia e cresce como tumores metastáticos, deixando a nação anêmica.

Essa crise enfiou seus tentáculos nos poderes constituídos, deixando-os apequenados aos olhos da nação. Os poderes judiciário, legislativo e executivo foram severamente atingidos, deixando o povo brasileiro desassistido de esperança.

O texto em epígrafe, acende uma réstia de luz em nosso caminho, revelando-nos que nossa esperança não está nos homens, mas em Deus. Nosso socorro não vem da terra, mas do céu. Nossa salvação não está nos poderes constituídos da República, mas no Senhor Deus, nosso juiz, legislador e rei.

Deus concentra em suas mãos esse tríplice poder. Seu trono jamais se enverga sob a pressão dos criminosos para se livrarem de seus delitos. Suas leis jamais se rendem aos interesses inconfessos e escusos dos perversos para protegê-los. Seu governo jamais se fragiliza diante dos rumores da história ou dos estertores das ruas.

O trono de Deus está, imperturbavelmente, estabelecido. Deus reina soberano e absoluto em todo o universo. Ele levanta reinos e abate reinos. Levanta reis e depõe reis. Ele faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade. Aquele que está assentado na sala de comando do universo tem as rédeas da história em suas onipotentes mãos.

Os juízes da terra podem falhar, e falham. Os legisladores podem se corromper, e se corrompem. Os governantes podem perder a governabilidade, e perdem. Mas, o trono de Deus jamais será abalado. Suas leis jamais caducam e sua justiça jamais é torcida. Seu poder jamais se enfraquece. Seu juízo jamais se corrompe. Deus é o nosso juiz, legislador e rei. Nele está a nossa esperança. Dele vem a nossa salvação.

Deus é a base e o construtor do poder judiciário. Seu trono de justiça é o modelo para todos aqueles que julgam. Os tribunais da terra, não raro, por desprezarem esse paradigma, manipulam as leis, torcem a justiça, condenam o inocente e inocentam o culpado. Deus é, também, o alicerce e o edificador do poder legislativo. Ele é o legislador supremo. Suas leis são justas e verdadeiras. Observá-las é viver sob o manto da bem-aventurança; porém, transgredi-las é expor-se ao opróbrio e à vergonha.

Deus é, ainda, o fundamento e o arquiteto do poder executivo. O Senhor é o nosso rei. Seu trono é eterno. Seu governo jamais terá fim. Mesmo nos tempos mais turbulentos da história, nas crises mais avassaladoras que atingiram os homens, Deus jamais perdeu o controle. A história não está à deriva; caminha para uma consumação gloriosa, onde a vitória retumbante será do Senhor e do seu Cristo.

O texto em tela, não apenas acentua a verdade incontroversa de que Deus é o nosso juiz, legislador e rei, mas nos garante, também, de forma insofismável, que ele nos salvará.

Aqui colhemos decepções e mais decepções com os homens. Aqui, aqueles que vestem a toga da justiça, muitas vezes, maculam-na com a nódoa da corrupção. Aqui, aqueles que legislam, muitas vezes, vendem sua consciência, para fazerem leis injustas, para favorecer os inescrupulosos, empanturrados de ganância. Aqui, aqueles que governam, muitas vezes, aparelham o Estado, para esconder seus crimes e oprimir o povo a quem deveriam servir com abnegação e respeito.

Ah, os homens nos decepcionam! Mas, Deus, nosso juiz, legislador e rei nos salvará. Ele é a nossa esperança. Dele vem o nosso socorro!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Legado? Herança espiritual?

 E, quanto a vós, não fareis acordo com os moradores desta terra, antes derrubareis os seus altares; mas vós não obedecestes à minha voz. Por que fizestes isso?

Assim também eu disse: Não os expulsarei de diante de vós; antes estarão como espinhos nas vossas ilhargas, e os seus deuses vos serão por laço. E sucedeu que, falando o anjo do SENHOR estas palavras a todos os filhos de Israel, o povo levantou a sua voz e chorou. Juízes 2:2-4

A nova geração de israelitas negligenciou seu relacionamento com Deus. Eles não viram o mover sobrenatural divino como seus pais.

Quando se afastaram de Deus foram disciplinados por Ele.

Falhar em ensinar nossos filhos, negligenciar a tarefa de instruí-los a obedecer, a amar a Deus e seus princípios trará terríveis consequências sobre a vida deles.

Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6

O que ama a instrução ama o conhecimento, mas o que odeia a repreensão é estúpido.  Provérbios 12.1 

Assim como foi no deserto, durante a jornada rumo à terra prometida, a responsabilidade de educar e transmitir as experiências, os milagres e o agir sobrenatural de Deus aos filhos, pertence aos pais.

Através de nossa vida com Deus, do mover do Espírito do Senhor, estaremos demonstrando o agir, o poder, a grandeza, a superioridade do Senhor em nós e, assim provocar o desejo de buscá-lo, motivando o interesse dos que nos cercam, glorificando o Nome do Senhor dos Exércitos.

Nosso estilo de vida, o entendimento e demonstração do que Deus é e, o que as Escrituras dizem determinarão o nosso legado e a herança espiritual que deixaremos.

As decisões de nossas vidas demonstrarão o censo de valores e entendimento dos princípios bíblicos que transmitiremos à geração futura.

Você já pensou que os caminhos das novas gerações estão em nossas mãos, que poderemos influenciar de forma maléfica ou benéfica?

Pense que podemos mudar os rumos das nações com nossos ensinamentos.


Você poderá dizer: Mas eu sou apenas uma pessoa, como mudar o rumo de uma nação??

Lembre-se que todo grande movimento, necessitou de alguém para dar o pontapé inicial.

Podemos até não ver os resultados de nossas atitudes nessa vida, porém ele poderá ser comprovado através dos galardões que receberemos na Jerusalém Celestial e, essa é a riqueza que interessa, pois, não enferruja nem é corroída pelas traças como nos adverte Mateus 6.19,20: 
 
Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam

A exemplo de Josué, poderemos fazer diferença, conforme comprova o texto de Juízes 2.7: E serviu o povo ao SENHOR todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram depois de Josué, e viram toda aquela grande obra do SENHOR, que fizera a Israel. 

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Legado? Herança espiritual?


E, quanto a vós, não fareis acordo com os moradores desta terra, antes derrubareis os seus altares; mas vós não obedecestes à minha voz. Por que fizestes isso?

Assim também eu disse: Não os expulsarei de diante de vós; antes estarão como espinhos nas vossas ilhargas, e os seus deuses vos serão por laço. E sucedeu que, falando o anjo do SENHOR estas palavras a todos os filhos de Israel, o povo levantou a sua voz e chorou. Juízes 2:2-4

A nova geração de israelitas negligenciou seu relacionamento com Deus. Eles não viram o mover sobrenatural divino como seus pais.

Quando se afastaram de Deus foram disciplinados por Ele.

Falhar em ensinar nossos filhos, negligenciar a tarefa de instruí-los a obedecer, a amar a Deus e seus princípios trará terríveis conseqüências sobre a vida deles.

Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6

O que ama a instrução ama o conhecimento, mas o que odeia a repreensão é estúpido.  Provérbios 12.1 

Assim como foi no deserto, durante a jornada rumo à terra prometida, a responsabilidade de educar e transmitir as experiências, os milagres e o agir sobrenatural de Deus aos filhos, pertence aos pais.

Através de nossa vida com Deus, do mover do Espírito do Senhor, estaremos demonstrando o agir, o poder, a grandeza, a superioridade do Senhor em nós e, assim provocar o desejo de buscá-lo, motivando o interesse dos que nos cercam, glorificando o Nome do Senhor dos Exércitos

Nosso estilo de vida, o entendimento e demonstração do que Deus é e, o que as Escrituras dizem determinarão o nosso legado e a herança espiritual que deixaremos.

As decisões de nossas vidas demonstrarão o censo de valores e entendimento dos princípios bíblicos que transmitiremos à geração futura.

Você já pensou que os caminhos das novas gerações estão em nossas mãos, que poderemos influenciar de forma maléfica ou benéfica?

Pense que podemos mudar os rumos das nações com nossos ensinamentos.

Você poderá dizer: Mas eu sou apenas uma pessoa, como mudar o rumo de uma nação??

Lembre-se que todo grande movimento, necessitou de alguém para dar o pontapé inicial.

Podemos até não ver os resultados de nossas atitudes nessa vida, porém ele poderá ser comprovado através dos galardões que receberemos na Jerusalém Celestial e, essa é a riqueza que interessa, pois, não enferruja nem é corroída pelas traças como nos adverte Mateus 6.19,20: 

Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. 

A exemplo de Josué, poderemos fazer diferença, conforme comprova o texto de Juízes 2.7: E serviu o povo ao SENHOR todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram depois de Josué, e viram toda aquela grande obra do SENHOR, que fizera a Israel. 

Lidiomar T. Granatti 

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.