Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador tribulação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tribulação. Mostrar todas as postagens

sábado, 7 de junho de 2025

SOCORRO EM MEIO ÀS AFLIÇÕES

A tribulação faz parte da vida do servo do Senhor, mas, o consolo também;

Deus não perdeu o controle da situação, Ele não nos esqueceu.

Exultai, ó céus, e alegra-te, ó terra, e vós, montes, estalai com júbilo, porque o SENHOR consolou o seu povo, e dos seus aflitos se compadecerá. (Is 49.13-15)

O propósito do consolo celestial é inspirar-nos a dirigir e olhar para o que Deus ainda vai realizar

O consolo celestial não é um conforto qualquer, não foi feito de promessas vazias.

Ele é dado pelo próprio Rei da glória que nos dá toda a garantia, pois controla todo o universo e, vela por fazer cumprir a sua Palavra:

E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la. (Jr. 1.12)

Por vezes, deixamos de ver a mão de Jesus nos acontecimentos, vítimas de uma verdadeira miopia espiritual;

Ficamos assustados com os fatos e, desanimados entregamos os pontos, nem percebemos que mão do Senhor está operando por trás de tudo, promovendo restauração, cura, libertação e socorro em meio às aflições.

Jesus disse à João em Apocalipse 1.18: Sou aquele que vive. Estive morto mas, agora estou vivo para todo o sempre!

Ele diz também a mim e a você: Não temas!! Ele manda o consolo e livramento, pois sabe o que sentimos

Onde houver uma pessoa precisando de Jesus, passando por aflição, Ele estará ali, independente do lugar;

O Senhor dará conforto, enxugará dos olhos toda a lágrima.

Só precisamos permitir que o cuidado, a promessa e a presença de Cristo consolem o nosso coração.

Lembre-se Jesus não mostra a luz no fim do túnel.

ELE É A LUZ NO TÚNEL OU EM QUALQUER LUGAR.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 20 de setembro de 2023

A TRIBULAÇÃO PRODUZ PERSEVERANÇA

“Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança” Rm 5:3,4

“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade” Colos 3:12

Quando passamos por provações e tribulações, muitas vezes não entendemos os propósitos de Deus em nossas vidas, por isso, temos a tendência de murmurar e reclamar.

Se soubéssemos o que Deus tem a nos ensinar por meio das situações difíceis da vida, entenderíamos que isso é necessário para o processo de forjar o nosso caráter.

O nosso Senhor Jesus Cristo diz: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas”. Mt 11:29

É muito difícil passar por perdas, traições, desertos, calúnias, difamações, desemprego e toda sorte de maldade.

Mas tudo isso nada mais é do que o cumprimento dos ensinamentos do nosso mestre: 

“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me” Mt 16:24

Quanto mais andamos alinhados com o propósito de Deus em nossas vidas, mais nos parecemos com Cristo e mais abençoados somos.

O nosso Deus é galardoador daqueles que o buscam.

Não é fácil tomar a cruz de Cristo, mas sabemos que tudo coopera para o bem daqueles que amam à Deus.

“Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito” Rm 8:28

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

O AMOR E PLANOS DE DEUS

Os planos de Deus são bons

Os exilados na Babilônia devem ter achado difícil crer nisso, mas Deus estava determinado a dar-lhes “esperança e um futuro”.

No Novo Testamento isso talvez corresponda a Romanos 8.28, onde somos assegurados de que todas as coisas cooperam para o nosso bem.

E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito...

Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?

Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.

Quem nos separará do amor de Cristo?

A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro.

Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,

Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor (Rm 8.28-39)

Extraído de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 16 de novembro de 2019

QUANDO A TRIBULAÇÃO VAI ALÉM DE SUAS FORÇAS!


Quando sua força acaba… Começa a força de Deus!

“Porque, assim como o sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo.” – II Co 1.5

Logo no começo do livro de II Coríntios (1.3:11), Paulo relata ao povo de Corinto as suas experiências na fé, momentos de grande tribulação a ponto de ele chegar a dizer o seguinte:
“… porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida.” – II Co 1:8

Veja que tamanha aflição Paulo enfrentou. A maior tribulação não é a exterior, mas sim a que enfrentamos dentro de nós. Paulo era homem de Deus, considerado por muitos o principal dos apóstolos, mas mesmo ele sendo esse grande exemplo e referência na fé, ele próprio disse que a luta a qual enfrentava estava acima, além de suas forças, a ponto de quase se desesperar, ou seja, desistir, parar, retroceder.

Mas o que fazer quando chegamos a este ponto?

Quando nossas forças chegam ao fim, então começa a força de Deus! Esta é a função do Espírito Santo, dar a condição e a capacidade para enfrentarmos e superarmos o que com apenas as nossas forças não conseguiríamos vencer jamais. Se você chegou a este ponto assim como Paulo, então está na hora de Deus lutar por você! Não se preocupe, você tem seus limites, mas seu Deus é ilimitado.

Outro ponto fundamental que deve-se observar neste texto é o seguinte: “Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos; o qual nos livrou e te livrará de tão grande morte.”  II Co 1.9:10

Apesar de tudo o que aconteceu, ele tinha certeza que tudo aquilo era para que ele aprendesse a confiar em Deus e não em si mesmo, ser dependente dEle.

“Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram.” – Hb 13.

Leandro Souza

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 17 de maio de 2019

SOFRIMENTOS INCOMPREENDIDOS


"Por que o justo mesmo estando sobre a proteção de Deus sofre tribulação?" 

O que devemos analisar de imediato é que a lei da semeadura e da colheita está em pleno vigor. 

A Palavra de Deus preceitua que tudo quanto o homem semear, isso também ceifará. Não raro, sofremos apenas a consequência de nossa imperícia. 

Todavia, existem casos que desafiam e anulam essa justificativa. Então, surgem as perguntas: 

"Por que sofre o justo?"; 

"Por que o cristão, protegido pelo amor de Deus, padece tribulações?"; 

"Por que o ímpio, que amaldiçoa e escarnece da divindade parece vencer e prosperar em todas as coisas?; 

"Como explicar que alguém no vértice de sua comunhão, com Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, se veja de repente soterrado pela adversidade, pela tragédia e pela destruição?" 

Estas perguntas não são novas. Foram sempre a arma maliciosa e cruel que os céticos e materialistas usaram, e ainda usam, para ridicularizar e pôr em dúvida a confiança e a firmeza dos fiéis, ao se encontrarem falidos e desamparados. 

Estas perguntas têm sido um dilema insolúvel até mesmo para os religiosos mais sinceros de todos os tempos. Nos dias de Jesus, após a realização de uma cura, indagaram-lhe os seus discípulos: "Mestre quem pecou para que este homem nascesse cego, ele ou seus pais?" 

Ainda hoje prevalecem essas conjecturas. "Sofremos porque nossos pais pecaram" - dizem uns. "Sofremos - argumentam outros - porque nós mesmos pecamos em tempos remotos; pagamos dívidas antigas, a fim de evoluirmos espiritualmente." 

Pergunta-se então ao próprio Cristo: "Terá o sofrimento caráter tão-somente negativo?" 

Eis a resposta do Mestre Divino: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso aconteceu para que se revelasse a glória de Deus". E para que coisa mais positiva do que revelar-se a glória de Deus entre os homens? 

O grande enigma do sofrimento dos justos é nos impossível decifrar. 

A par destas difíceis perguntas, há ainda quebra-cabeças como "Por que o Céu, sendo um lugar onde não entra pecado, foi justamente o berço da iniquidade, com a rebelião de Lúcifer?", ou dilemas semelhantes a "Como podia Deus ser eterno, em termos absolutos e ao mesmo tempo deixar-se subjugar pela morte no Calvário?", ou ainda, "Como Deus, sendo um Deus de amor, permite um filho seu morrer incinerado num desastre aéreo, em plena viagem missionária?", são segredos que talvez nunca conseguiremos perscrutar nesta vida.

Entretanto, como a questão do sofrimento dos justos afeta decididamente o nosso dia adia, Rogamos a Deus que, pelo poder do seu Espírito Santo, rasgue novas perspectivas e descortine novos horizontes na compreensão e no entendimento do amigo leitor, a fim de que vislumbre, bem mais e melhor, as razões por que Deus permite a provação. 

De fato, temos de convir, quer queiramos ou não, que Deus não procede, em geral, e também neste caso, como nós gostaríamos que Ele agisse. Não é assim no mundo material, nem no espiritual. Os terremotos e os tufões não são os seus meios ordinários, mas extraordinários. 

A razão por que Deus permite certas coisas, encontra-se além das nossas conjeturas. Contudo, poderemos estudar suas obras na natureza, e acharemos que concordam com as obras da sua providência: Mt 6.25-32. "Deus tem a eternidade perante si", diz santo Agostinho, e "pode esperar". O seu tempo não é limitado como o do homem, que, se tem alguma coisa a fazer, quer fazê-lo logo, pois a noite vem. Porém, não é assim com Deus: Ele opera, em nosso pensar, deliberada, segura e irresistivelmente. 

Não devemos contar os anos de Deus como contaríamos os poucos dias a nós reservados: "Não retarda o Senhor a sua promessa como alguns entendem". O nosso fraco alcance, a profundidade do infinito e a sua extensão, lembram que os juízos de Deus são muito profundos. Aprendamos, portanto, que quando Deus trabalha, ninguém pode impedir; contudo, Ele trabalha como o eterno Deus: Jo 13.7. 

Extraído do Livro a bíblia responde - Casa Publicadora das Assembléias de Deus – CPAD  / Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 28 de abril de 2019

PORQUE DEUS PERMITE QUE O FOGO DA TRIBULAÇÃO ENTRE EM NOSSAS VIDAS?


Para nos Manter Humildes e de Joelhos

Deus permite que o fogo da tribulação entre em nossas vidas para nos tornar, e manter, humildes.

Ele podia ter livrado Paulo daquele "espinho na carne", mas recusou todos os pedidos de alívio de Paulo, e prometeu-lhe, ao invés disso, a Sua graça.

Deus também não isenta os cristãos de sofrimento porque ele aumenta a sua vida de oração. Nada nos porá de joelhos mais depressa do que os problemas.

Às vezes, em nossas orações perguntamos por que a resposta tarda, dando a impressão de que nunca vai chegar.

Muitos dos sofredores de Deus oram pedindo alívio, mas a resposta de Deus parece ser "não".

A cura pode não chegar, mas Deus atende às nossas preces. Nem sempre as atende da forma que queremos.
Podemos não ter orado segundo a vontade de Deus. No Jardim de Getsêmani, na perspectiva da Cruz, Ele orou: "Pai, se é do teu agrado, afasta de mim este cálice." (Lucas 22:42, o grifo é meu)

Nossas preces precisam estar de acordo com a vontade de Deus pelo simples motivo de que Deus conhece melhor do que nós mesmos o que é bom para nós.

Sem a experiência do sofrimento ou de algum tipo de aflição, jamais seríamos os guerreiros da oração que devemos ser.

Nossa natureza tende a negligenciar a necessidade da oração até encontrarmos sofrimento ou dificuldades de qualquer tipo. Freqüentemente, precisamos ser levados à verdadeira oração pelas circunstâncias que nos cercam.

Dwight L. Moody gostava de ressaltar que existem três tipos de fé em Jesus Cristo: a fé que luta, que é como um homem apavorado se debatendo em águas profundas; a fé que se agarra, que é como um homem segurando com força o lado de um bote; e a fé que repousa, que é como um homem a salvo dentro do bote – forte e seguro o bastante para estender a mão e ajudar outra pessoa.
Este é o tipo de fé que você e eu temos que adquirir para sermos eficazes como cristãos – e tal fé pode ser nossa através do ministério do sofrimento em nossas vidas.

George Matheson, que percebeu que estava ficando cego aos dezoito anos, superou a sua deficiência e se tornou um dos melhores estudiosos e pregadores da Igreja Escocesa. Escreveu ele: "Tu, Ó Senhor, podes transformar o meu espinho numa flor. E eu quero o meu espinho transformado numa flor.

Jó mereceu o sol depois da chuva, mas será que a chuva fora um desperdício total? Jó quer saber, e eu quero saber, se a chuva nada teve a ver com o brilho do sol. E Tu me podes dizer. Tua cruz me pode dizer. Tu coroaste o Teu triunfo. Que seja esta a minha coroa, ó Senhor. Somente triunfo em Ti quando já aprendi a auréola da chuva."

Extraído do livro A SEGUNDA VINDA DE CRISTO de Billy Graham / Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

CONSOLO PARA O AFLITO


Muitas são as aflições do ser humano; todos, passaram, estão passando ou, passarão por elas. Várias são as necessidades: alimento, água, ar, amor, companhia, realização, esperança, consolo; Por vezes o desânimo e a tristeza, teimam em nos dominar, chegamos às raias do desespero, procuramos socorro por todo lado, família, amigos, conhecidos, líderes espirituais e nada de luz no fim do túnel.

A Bíblia nos encoraja a permanecer firmes e a perseverar na fé: Através de muitas tribulações, nos importa entrar no Reino de Deus: At. 14.22.

A tribulação faz parte da vida do servo do Senhor, mas, o consolo também, Deus não perdeu o controle da situação, Ele não nos esqueceu, veja o que ele diz em Isaias 49.13-15: Exultai, ó céus, e alegra-te, ó terra, e vós, montes, estalai com júbilo, porque o SENHOR consolou o seu povo, e dos seus aflitos se compadecerá. Porém Sião diz: Já me desamparou o SENHOR, e o meu Senhor se esqueceu de mim. Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.

Pode confiar, Deus é fiel à sua Palavra

O propósito do consolo celestial é inspirar-nos a dirigir e olhar para o que Deus ainda vai realizar

O apóstolo João, com mais de 90 anos, no fim da vida, ainda olhou para o futuro, quando estava na ilha de Patmos, escrevendo o livro de Apocalipse. Foi arrebato no espírito e teve visões fantásticas do que iria acontecer no fim dos tempos. Com elas, recheou as páginas do mais extraordinário livro das Escrituras; ele se interessava pelo que Deus ia fazer e, ainda acreditava nos dias que viriam, ainda esperava algo da vida, apesar das muitas aflições, tribulações e sofrimentos

O consolo celestial não é um conforto qualquer, não foi feito de promessas vazias. Ele é dado pelo próprio Rei da glória que nos dá toda a garantia, pois controla todo o universo e, vela por fazer cumprir a sua Palavra: E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la.(Jr. 1.12)

Por vezes, deixamos de ver a mão de Jesus nos acontecimentos, vítimas de uma verdadeira miopia espiritual, Ficamos assustados com os fatos e, desanimados entregamos os pontos, nem percebemos que mão do Senhor está operando por trás de tudo, promovendo restauração, cura, libertação e socorro em meio às aflições.

Jesus disse á João em Apocalipse 1.18: Sou aquele que vive.Estive morto mas, agora estou vivo para todo o sempre! Ele diz também a mim e a você: Não temas!! Ele manda o consolo e livramento, pois sabe o que sentimos

Onde houver uma pessoa precisando de Jesus, passando por aflição, Ele estará ali, independente do lugar; O Senhor dará conforto, enxugará dos olhos toda a lágrima.

Só precisamos permitir que o cuidado, a promessa e a presença de Cristo consolem o nosso coração.

Lembre-se Jesus não mostra a luz no fim do túnel. ELE É A LUZ NO TÚNEL OU EM QUALQUER LUGAR.

Lidiomar T. Granatti/ Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

PERIGO CONSTANTE


A minha vida está sempre em perigo, mas não me esqueço da tua lei. (Sl 119.109.)

Perigo de vida existe mesmo. Um acidente doméstico, um acidente de trânsito, uma bala perdida, um assalto seguido de assassinato, uma descarga de revólver nas mãos de um doente mental, um desmoronamento como o da casa em que estavam os filhos de Jó ou como o da torre de Siloé, uma calamidade bélica, uma doença incurável.

O salmista não é ingênuo: “A minha vida está sempre em perigo” (Sl 119.109).

Paulo também não é: “Todos os dias enfrento a morte”(1Co 15.31).

Numa única frase, o apóstolo cita oito vezes a palavra perigo: “Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios, perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, perigos dos falsos irmãos” (2Co 11.26).

O perigo não é só a morte.

Há muitos outros perigos e é difícil saber quais são os maiores e quais são os menores: o perigo de perder todos os bens, o perigo de perder o emprego, o perigo do álcool, o perigo das drogas, o perigo do desânimo, o perigo do desmantelamento da família, o perigo da perseguição, o perigo da concorrência, o perigo da apostasia, o perigo da paixão, o perigo da depressão, o perigo do câncer de mama, o perigo do mal de Alzheimer.

A contingência do perigo pode cansar, pode amedrontar, pode envelhecer, pode adoecer, pode desgostar, pode enfraquecer a fé.

Por isso mesmo o salmista se acautela: “A minha vida está sempre em perigo, mas não me esqueço da tua lei”.

Seu companheiro de perigo constante gosta de perguntar: “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? (Rm 8.35).

Retirado de Refeições Diárias com Sabor dos Salmos. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

SOFRIMENTOS INCOMPREENDIDOS

POR QUE O JUSTO MESMO ESTANDO SOBRE A PROTEÇÃO DE DEUS SOFRE TRIBULAÇÃO?

O que devemos analisar de imediato é que a lei da semeadura e da colheita está em pleno vigor.

A Palavra de Deus preceitua que tudo quanto o homem semear, isso também ceifará. Não raro, sofremos apenas a consequência de nossa imperícia.

Todavia, existem casos que desafiam e anulam essa justificativa. Então, surgem as perguntas: "Por que sofre o justo?"; "Por que o cristão, protegido pelo amor de Deus, padece tribulações?"; "Por que o ímpio, que amaldiçoa e escarnece da divindade parece vencer e prosperar em todas as coisas?;

Como explicar que alguém no vértice de sua comunhão, com Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, se veja de repente soterrado pela adversidade, pela tragédia e pela destruição?

Estas perguntas não são novas. Foram sempre a arma maliciosa e cruel que os céticos e materialistas usaram, e ainda usam, para ridicularizar e pôr em dúvida a confiança e a firmeza dos fiéis, ao se encontrarem falidos e desamparados.

Estas perguntas têm sido um dilema insolúvel até mesmo para os religiosos mais sinceros de todos os tempos. Nos dias de Jesus, após a realização de uma cura, indagaram-lhe os seus discípulos: "Mestre quem pecou para que este homem nascesse cego, ele ou seus pais?"

Ainda hoje prevalecem essas conjecturas. "Sofremos porque nossos pais pecaram" - dizem uns. "Sofremos - argumentam outros - porque nós mesmos pecamos em tempos remotos; pagamos dívidas antigas, a fim de evoluirmos espiritualmente."

Pergunta-se então ao próprio Cristo: "Terá o sofrimento caráter tão-somente negativo?"
Eis a resposta do Mestre Divino: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso aconteceu para que se revelasse a glória de Deus". E para que coisa mais positiva do que revelar-se a glória de Deus entre os homens?

O grande enigma do sofrimento dos justos é-nos impossível decifrar.

A par destas difíceis perguntas, há ainda quebra-cabeças como "Por que o Céu, sendo um lugar onde não entra pecado, foi justamente o berço da iniquidade, com a rebelião de Lúcifer?", ou dilemas semelhantes a "Como podia Deus ser eterno, em termos absolutos e ao mesmo tempo deixar-se subjugar pela morte no Calvário?", ou ainda, "Como Deus, sendo um Deus de amor, permite um filho seu morrer incinerado num desastre aéreo, em plena viagem missionária?", são segredos que talvez nunca conseguiremos perscrutar nesta vida.

Entretanto, como a questão do sofrimento dos justos afeta decididamente o nosso dia-a-dia, rogamos a Deus que, pelo poder do seu Espírito Santo, rasgue novas perspectivas e descortine novos horizontes na compreensão e no entendimento do amigo leitor, a fim de que vislumbre, bem mais e melhor, as razões por que Deus permite a provação.

De fato, temos de convir, quer queiramos ou não, que Deus não procede, em geral, e também neste caso, como nós gostaríamos que Ele agisse. Não é assim no mundo material, nem no espiritual. Os terremotos e os tufões não são os seus meios ordinários, mas extraordinários.

A razão por que Deus permite certas coisas, encontra-se além das nossas conjeturas. Contudo, poderemos estudar suas obras na natureza, e acharemos que concordam com as obras da sua providência: Mt 6.25-32. "Deus tem a eternidade perante si", diz santo Agostinho, e "pode esperar". O seu tempo não é limitado como o do homem, que, se tem alguma coisa a fazer, quer fazê-lo logo, pois a noite vem. Porém, não é assim com Deus: Ele opera, em nosso pensar, deliberada, segura e irresistivelmente.

Não devemos contar os anos de Deus como contaríamos os poucos dias a nós reservados: "Não retarda o Senhor a sua promessa como alguns entendem". O nosso fraco alcance, a profundidade do infinito e a sua extensão, lembram que os juízos de Deus são muito profundos.

Aprendamos, portanto, que quando Deus trabalha, ninguém pode impedir; contudo, Ele trabalha como o eterno Deus: Jo 13.7.

Extraído do livro A Bíblia Responde - Casa Publicadora das Assembléias de Deus

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 1 de novembro de 2015

SOCORRO NA TRIBULAÇÃO

A compaixão é o manto com o qual todo cristão deve se revestir para cultivar e desenvolver relacionamentos saudáveis, sendo um imitador do caráter de Cristo nesta terra. 

Revesti-vs, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade (Colossenses 3.12-14). Essas são virtudes que nós, cristãos, precisamos ter em nossos relacionamentos com o próximo. Porém, somente desenvolveremos essas qualidades morais se Cristo estiver no centro de nossa vida.

Mas, o que significa ser uma pessoa compassiva?
É aquela que é sensível ao sofrimento alheio; que se compadece do problema do outro e sofre com ele; que é solícita diante das necessidades do próximo e cuida dele; e demonstra empatia e consideração. 

A pessoa compassiva procura aliviar a carga do próximo, sua dor, suas frustrações e sua vergonha. Quanto mais exercemos a compaixão, mais nos libertamos do egocentrismo ou do individualismo, que são inerentes ao ser humano.


Deus é o nosso maior exemplo. Ele teve compaixão do ser humano pecador e, por amor a nós, enviou o que tinha de mais precioso, o Seu filho, Jesus Cristo, para redimir o ser humano do pecado e nos garantir uma vida abundante e eterna. 

Mas tu, Senhor, és um Deus cheio de compaixão, e piedoso, e sofredor, e grande em benignidade e em verdade (Salmos 86.15). Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda consolação (2 Coríntios 1.3). 

Nosso Deus não é indiferente às nossas necessidades. Ele não nos abandona nem nos decepciona. Ao contrário, manifesta Sua misericórdia e compaixão diariamente.

Quando compartilhamos a dor dos outros manifestamos o caráter de Cristo, sendo um canal de bênção nesta terra. E a lei da semeadura sempre irá operar em nosso favor.

O apóstolo Paulo, em suas últimas exortações à igreja da Galácia, deixa bem claro a importância da compaixão: Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo. Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará (Gálatas 6.2,7). 

Infelizmente, a postura de muitos cristãos tem sido de indiferença e não de compaixão. Agem como se dissessem: "Não me importo com o que você passa, porque não tenho nada a ver com o seu problema” e “Cada um por si, e Deus por todos”.

Quando compreendemos o quanto Deus se compadece de nós, o quanto recebemos Sua graça e misericórdia a cada manhã, exercitamos essa compaixão através de nossas ações, e demonstramos maturidade espiritual e emocional.

Seja uma pessoa de ação. Não apenas de palavras, pois nossa vida cristã é feita do que fazemos e não do que falamos.


Dra. Elizete Malafaia

Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 18 de junho de 2015

QUANDO A TRIBULAÇÃO VAI ALÉM DE SUAS FORÇAS!


Quando sua força acaba… Começa a força de Deus!

“Porque, assim como o sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo.” – II Co 1.5

Logo no começo do livro de II Coríntios (1.3:11), Paulo relata ao povo de Corinto as suas experiências na fé, momentos de grande tribulação a ponto de ele chegar a dizer o seguinte:
“… porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida.” – II Co 1:8

Veja que tamanha aflição Paulo enfrentou. A maior tribulação não é a exterior, mas sim a que enfrentamos dentro de nós. Paulo era homem de Deus, considerado por muitos o principal dos apóstolos, mas mesmo ele sendo esse grande exemplo e referência na fé, ele próprio disse que a luta a qual enfrentava estava acima, além de suas forças, a ponto de quase se desesperar, ou seja, desistir, parar, retroceder.

Mas o que fazer quando chegamos a este ponto?

Quando nossas forças chegam ao fim, então começa a força de Deus! Esta é a função do Espírito Santo, dar a condição e a capacidade para enfrentarmos e superarmos o que com apenas as nossas forças não conseguiríamos vencer jamais. Se você chegou a este ponto assim como Paulo, então está na hora de Deus lutar por você! Não se preocupe, você tem seus limites, mas seu Deus é ilimitado.

Outro ponto fundamental que deve-se observar neste texto é o seguinte: “Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos; o qual nos livrou e te livrará de tão grande morte.”  II Co 1.9:10

Apesar de tudo o que aconteceu, ele tinha certeza que tudo aquilo era para que ele aprendesse a confiar em Deus e não em si mesmo, ser dependente dEle.

“Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram.” – Hb 13.

Leandro Souza

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 10 de abril de 2015

OS PLANOS DE DEUS

“Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês”, diz o Senhor, “planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro”. [Jeremias 29.11]

Enquanto os falsos profetas afirmavam confiantemente que Judá ficaria livre da ameaça babilônica, Jeremias declarava, com a mesma convicção, que Jerusalém cairia e se renderia diante do exército babilônico. Evidentemente, Jeremias estava certo. A cidade caiu em 597 antes de Cristo, e os líderes da nação foram levados para o exílio na Babilônia.

Uma vez estabelecidos ali, Jeremias escreveu uma carta a todos os exilados, dizendo: “Construam casas e habitem nelas; plantem jardins e comam de seus frutos; casem-se e tenham filhos e filhas […]; busquem a prosperidade da cidade” (29.5-7). Eles não deveriam dar atenção aos sonhos dos falsos profetas, que afirmavam que em breve eles retornariam a Jerusalém.

Somente quando se completassem setenta anos de exílio o Senhor cumpriria a sua promessa e os traria de volta.

Essa promessa que Deus fez aos exilados na Babilônia tem sido aplicada aos cristãos em situação de angústia e dor: “Eu conheço os planos que tenho para vocês”, declara o Senhor, “planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro” (v. 11).

VEJAMOS TRÊS ASPECTOS DESSA PROMESSA:

DEUS TEM PLANOS PARA O SEU POVO.
 A vida não acontece por acaso. Para muitos, o curso da história é semelhante a pegadas de uma mosca bêbada numa folha de papel em branco. Mas não é assim. A vida não é aleatória, sem sentido ou absurda. Da mesma forma que Deus tinha planos para os exilados, ele tem planos para nós hoje.

DEUS CONHECE BEM OS SEUS PLANOS.
Ele não necessariamente os divulga, mas certamente os conhece. Os pais costumam fazer planos para seus filhos antes mesmos de eles nascerem; assim também faz nosso Pai celestial.

OS PLANOS DE DEUS SÃO BONS.
Os exilados na Babilônia devem ter achado difícil crer nisso, mas Deus estava determinado a dar-lhes “esperança e um futuro”. No Novo Testamento isso talvez corresponda a Romanos 8.28, onde somos assegurados de que todas as coisas cooperam para o nosso bem.

E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.

Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.


Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito:Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia;Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor (Romanos 8.28-39)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.