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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

CONSOLO PARA O AFLITO


Muitas são as aflições do ser humano; todos, passaram, estão passando ou, passarão por elas. Várias são as necessidades: alimento, água, ar, amor, companhia, realização, esperança, consolo; Por vezes o desânimo e a tristeza, teimam em nos dominar, chegamos às raias do desespero, procuramos socorro por todo lado, família, amigos, conhecidos, líderes espirituais e nada de luz no fim do túnel.

A Bíblia nos encoraja a permanecer firmes e a perseverar na fé: Através de muitas tribulações, nos importa entrar no Reino de Deus: At. 14.22.

A tribulação faz parte da vida do servo do Senhor, mas, o consolo também, Deus não perdeu o controle da situação, Ele não nos esqueceu, veja o que ele diz em Isaias 49.13-15: Exultai, ó céus, e alegra-te, ó terra, e vós, montes, estalai com júbilo, porque o SENHOR consolou o seu povo, e dos seus aflitos se compadecerá. Porém Sião diz: Já me desamparou o SENHOR, e o meu Senhor se esqueceu de mim. Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.

Pode confiar, Deus é fiel à sua Palavra

O propósito do consolo celestial é inspirar-nos a dirigir e olhar para o que Deus ainda vai realizar

O apóstolo João, com mais de 90 anos, no fim da vida, ainda olhou para o futuro, quando estava na ilha de Patmos, escrevendo o livro de Apocalipse. Foi arrebato no espírito e teve visões fantásticas do que iria acontecer no fim dos tempos. Com elas, recheou as páginas do mais extraordinário livro das Escrituras; ele se interessava pelo que Deus ia fazer e, ainda acreditava nos dias que viriam, ainda esperava algo da vida, apesar das muitas aflições, tribulações e sofrimentos

O consolo celestial não é um conforto qualquer, não foi feito de promessas vazias. Ele é dado pelo próprio Rei da glória que nos dá toda a garantia, pois controla todo o universo e, vela por fazer cumprir a sua Palavra: E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la.(Jr. 1.12)

Por vezes, deixamos de ver a mão de Jesus nos acontecimentos, vítimas de uma verdadeira miopia espiritual, Ficamos assustados com os fatos e, desanimados entregamos os pontos, nem percebemos que mão do Senhor está operando por trás de tudo, promovendo restauração, cura, libertação e socorro em meio às aflições.

Jesus disse á João em Apocalipse 1.18: Sou aquele que vive.Estive morto mas, agora estou vivo para todo o sempre! Ele diz também a mim e a você: Não temas!! Ele manda o consolo e livramento, pois sabe o que sentimos

Onde houver uma pessoa precisando de Jesus, passando por aflição, Ele estará ali, independente do lugar; O Senhor dará conforto, enxugará dos olhos toda a lágrima.

Só precisamos permitir que o cuidado, a promessa e a presença de Cristo consolem o nosso coração.

Lembre-se Jesus não mostra a luz no fim do túnel. ELE É A LUZ NO TÚNEL OU EM QUALQUER LUGAR.

Lidiomar T. Granatti/ Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

BEM-AVENTURADOS SEJAM OS MISERICORDIOSOS

Misericórdia é inclinar o coração na miséria do outro. Mas, quem é esse outro? Pode ser um membro de nossa família. Pode ser um membro da igreja que frequentamos. Pode ser um cristão ou um não cristão com quem não nos relacionamos. Pode ser até mesmo um inimigo. Embora, nossa ação misericordiosa tenha círculos de prioridade, estende-se ao fim, a todos, sem distinção e sem exceção.

Eis o ensino do apóstolo Paulo: “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gl 6.10). Pensar que a misericórdia deve ser endereçada apenas à família de sangue ou aos domésticos da fé é uma limitação grotesca da vida cristã e um reducionismo sem fundamento da prática do amor ao próximo.

Jesus estendeu sua ação misericordiosa aos estrangeiros, aos endemoninhados, aos enfermos, aos leprosos, às mulheres, às crianças, aos publicanos e aos pecadores. Os apóstolos curaram um homem paralítico na porta do templo sem antes investigar se ele fazia parte da comunidade dos salvos. Na parábola do “Bom Samaritano” Jesus deixa claro que os religiosos, presos aos seus preceitos legalistas, passaram de largo e deram mais valor aos ritos sagrados do que a assistência a um homem ferido (Lc 10.31,32).

O desprezado e nada ortodoxo samaritano foi quem socorreu o moribundo e o tirou da zona de perigo (Lc 10.33-35). No dia do juízo, Jesus disse que seremos julgados pela omissão de sonegar pão, água, vestes, abrigo e cuidado aos que, necessitados cruzaram o nosso caminho (Mt 25.31-46).

Jesus profere aqui uma bem-aventurança aos misericordiosos (Mt 5.7), aqueles que buscam razões para socorrer o aflito em vez de buscar subterfúgios para passar de largo. Os misericordiosos são aqueles que dedicam tempo aos necessitados, ajuda-os em suas necessidades e assiste-os em suas aflições.

Os misericordiosos são aqueles que fazem o bem a todos, independentemente de sua crença, de sua raça e de sua condição social. O preceito do evangelho é dar pão a quem tem fome, ainda que este seja nosso inimigo. O apóstolo Paulo escreve: “… se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber…” (Rm 12.20). E acrescenta: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.21). Jesus falou de oferecer um banquete a quem não pode nos retribuir. É expressar bondade àqueles que, esquecidos dos homens, podem revelar para nós o próprio rosto de Jesus. Quando fazemos o bem a um dos pequeninos famintos, sedentos, nus, doentes ou forasteiros, fazemos ao próprio Senhor Jesus (Mt 25.40).]

A misericórdia abençoa não apenas aqueles que por ela são contemplados, mas, também, e principalmente, aqueles que a exercem. Jesus ensinou que “mais bem-aventurado é dar que receber” (At 20.35). A alegria de ajudar é maior do que a alegria de ser ajudado. A recompensa de dar é maior do que a alegria de receber.

Quando exercemos misericórdia imitamos aquele que é o Misericordioso por excelência. Quando inclinamos nosso coração à miséria do nosso próximo, isso traz glória ao nome de Deus no céu e gratidão a Deus na terra (Mt 5.16).

Mas Jesus conclui, dizendo que os misericordiosos alcançam misericórdia. Eles colhem o que semeiam. Eles recebem o refluxo do seu próprio fluxo. Eles bebem da própria fonte que deles jorrou. Eles comem do mesmo fruto cuja semente foi plantada na seara do amor.

Oh, quão felizes são os misericordiosos! Oh, quão benditas são as mãos que se estendem para o socorrer! Oh, quão suave, como aroma, sobe ao trono de Deus no céu, as ações da misericórdia na terra!

Deus está mais interessado no exercício da misericórdia do que no legalismo religioso (Mt 12.7). Deus dá mais valor ao ser humano do que a rituais. Esse valor foi eloquentemente demonstrado, não com palavras de fogo escritas nas nuvens, mas esculpida na cruz do Calvário, quando Deus não poupou a seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou (Rm 8.32)!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Solução Para o Caos

Mesmo que você esteja mergulhado na confusão, na desordem, no vazio e nas trevas, Deus te ama.

Ainda que ninguém, nem mesmo você, dê nada pela sua vida, e que ninguém acredite que haja uma saída para você. Deus o ama.

O criador se interessa por você pelo que é. Além disso, ele conhece o seu ilimitado potencial e quer ajudar a desenvolvê-lo. O Espírito de Deus presta atenção e se move em você. “O mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”. (Rm. 8.26).

O Espírito Santo está aqui, hoje, como estava no início da criação e, Deus quer criar uma vida nova no coração arrasado, uma existência cheia de beleza, diversidade e luz.

O fato de nos sentirmos desorientados e confusos, com tudo em desordem, geralmente provoca uma sensação de grande angústia e ansiedade. Gostamos de ver as coisas em ordem, certinhas, previsíveis, tudo no seu lugar, quando isso não acontece ficamos desesperados. Mas, a desordem nas mãos de Deus, pode gerar grandes mudanças.

A desordem pode representar o fim da linha, a morte de um tipo de vida que não agrada a Deus, nem a nós. Estarmos confusos e aflitos pode ser o indício de que já não sabemos fazer as coisas do nosso jeito; daí, decidimos fazê-las à maneira de Deus.

Nos momentos, em que não sabemos o que fazer, em que não há saída nem perspectiva, temos a possibilidade de nos tornar como barro flexível e maleável nas mãos do oleiro – sem dogmas, projetos, preconceitos, pressupostos ou condições. Então o Senhor pode realizar uma obra profunda e radical em nossa vida. Nesse momento, o caos estéril se transforma em uma porta para fertilidade.

Deus tem uma palavra de cura para todo coração confuso, uma palavra põe fim aos caos que coloca tudo nos seus devidos lugares, que reorienta, redireciona, ilumina e liberta; Deus tem uma palavra para o coração de todos os homens.

Essa Palavra é Cristo “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Jo. 1.1-3). O termo aqui traduzido como verbo é logos, que em grego significa palavra (não um vocábulo, mas uma linguagem que transmite uma idéia, uma mensagem).

Jesus é o logos de Deus, ele é a Palavra encarnada de Deus, pois “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). Através dele, Deus fala de maneira mais pessoal, mais íntima, mais poderosa e mais clara que pode existir. Foi Jesus quem deu luz à terra, e é ele quem pode trazer luz à nossa vida.

A sua vida pode ser totalmente restaurada, reconfigurada, recriada pelo poder de Deus. ”E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Co. 5.17)

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.