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domingo, 16 de outubro de 2022

UM MUNDO QUE NÃO CONHECE A DEUS

Hoje em dia, vemos um mundo inquieto em todos os sentidos. A crise é geral.

Sofre o homem comum, a situação política dos países é instável, as grandes economias perdem o vigor.

As Escrituras deixam bem claro que, quando a lei de Deus é desobedecida, o mundo perde a sua harmonia, desgoverna-se, começa a caminhar sem rumo.

A anarquia de hoje é a consequência da rejeição a Deus.

Com esta rebelião contra Deus, a humanidade negou o valor da personalidade humana

As pessoas creem em um ser sobrenatural, mas agem como se fossem atéias!

Pensamos como ateus! Vivemos e planejamos como se não existisse um Deus.

Estamos vivendo num mundo que não reconhece Deus.

Quando todos fazem tudo o que pensam e o que querem, não há possibilidade de ordem e paz.

Haverá mais confusão e mais tumulto enquanto as pessoas seguirem os seus próprios esquemas perniciosos.

O homem é um rebelde e um rebelde naturalmente é confuso.

Vive em conflito com todos os outros rebeldes. Pois um rebelde, pela sua própria natureza, é egoísta. Ele busca o seu bem e não o dos outros.

Às vezes, através da racionalização, podem surgir objetivos profanos que parecem ter, por algum tempo, um efeito unificador sobre o homem, criando até interesse e unidade global, porém, tais objetivos são temporários.

Não existem profundidade ou significado neles e, dessa forma, esses elementos não podem unificar a sociedade por muito tempo.

A Bíblia indica que, ao rejeitar Deus e Seus princípios para o governo da vida, o mundo está se dirigindo para uma situação de tensão, confusão e tumulto cada vez maior.

É dela que surgirá um futuro governante ou sistema mundial malévolo – o Anticristo.

Extraído do livro A Segunda Vinda de Cristo de Billy Graham

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

  

quarta-feira, 4 de maio de 2016

HAJA LUZ!

“No princípio, criou Deus os céus e a terra. A terra, porém estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. Disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre  a luz e as trevas” (Gn. 1.1-4).

“A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo”, diz o Senhor, única testemunha ocular daquele momento (v.2). A condição da terra é descrita em Gênesis como sendo sem forma e vazia era como um pedaço de argila disforme ao qual o artista ainda não estendera as mãos. A situação do mundo era de esterilidade e caos.

A geologia procura traçar o quadro das condições que prevaleciam na terra nos primórdios da história. Descreve-o como uma inóspita bola de lavas borbulhantes e incandescentes, sacudida por gigantescas erupções vulcânicas e por ensurdecedoras explosões. Nenhuma luz chegava à sua superfície, porque se encontrava encoberta por vapores, envolta em densas nuvens de gases em altíssima temperatura, quase todos eles tóxicos e venenosos. Era um planetóide varrido por violentas tempestades elétricas, bombardeado por raios cósmicos mortais e por constantes chuvas de meteoro em virtude da ausência de uma atmosfera protetora. Ninguém daria nada para aquele lugar. Ali só havia trevas.

“E o Espírito de Deus pairava por sobre as águas”, diz o texto bíblico (v.2). O Espírito movia-se sobre aquela massa disforme e tumultuada, envolvendo-a com seu poder. O Espírito pairava sobre a terra como uma ave sobre o seu ninho, amorosamente, gerando vida. A matéria, sozinha, conseguia produzir apenas desolação e caos. Nas mãos do Senhor, no entanto poderia tornar-se um mundo de variedade, equilíbrio e harmonia surpreendentes.

Como o Senhor pode transformar a confusão e, harmonia, o deserto em jardim, as trevas em luz? Com o poder da sua palavra, a palavra criadora de Deus. Foi através dela que ele transformou aquela terra arrasada num Éden, num paraíso, num mundo de campinas, cachoeiras, pássaros, montanhas, florestas, rios, praias, animais, flores, peixes, sons, luzes, cores, vento, ar. Então, simplesmente falou: “Haja luz; e houve luz” (V. 3). Bastou uma palavra do Senhor e a luz raiou, ofuscou, invadiu, prevaleceu, espalhou-se, dominou e transformou.

A Bíblia Sagrada diz que, tão logo a luz tomou conta do planeta terra, “viu Deus que a luz era boa” (V. 4). O resultado da confusão inicial e a atenção do Espírito e a Palavra criadora conseguiu agradar até mesmo o controle de qualidade divino. “Fez separação entre a luz e as trevas” . Essa separação permanece até hoje. Para acabar com as trevas em sua vida é só deixar Jesus entrar.

Como Deus criou o mundo, quer fazer o mesmo conosco. Quer tornar-nos novas criaturas; acabar com a confusão. Criar nova vida, trazer luz. Por isso o Espírito geme, o Pai espera, e o Filho veio ao mundo.

A Palavra encarnada de Deus reorienta nossa vida, uma reavaliação de nossas crenças e valores e uma renovação do nosso entendimento.

A sua vida pode ser totalmente restaurada, reconfigurada, recriada pelo poder de Deus. “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Co. 5.17).

Transcrito Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 15 de novembro de 2015

NENHUM OUTRO EVANGELHO

Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. (Gálatas 1.6-7)

Depois de visitarem as quatro cidades da Galácia evangelizadas durante sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé voltaram a Antioquia e relataram à igreja como Deus “abrira a porta da fé aos gentios” (At 14.27). E permaneceram ali por um longo tempo com os discípulos.

Lucas relata que durante esse período, “alguns homens desceram da Judeia para Antioquia e passaram a ensinar aos irmãos: ‘Se vocês não forem circuncidados conforme o costume ensinado por Moisés, não poderão ser salvos’” (At 15.1).

Trata-se por certo do mesmo fato mencionado em Gálatas 2.12: “Quando chegaram alguns da parte de Tiago” (isto é, que alegavam ser da parte de Tiago, já que mais tarde ele afirmou que eles não tinham sua autorização [At 15.24]).

É possível imaginar a confusão provocada por esses visitantes. Eles eram judaizantes e menosprezavam o evangelho, insistindo que a fé em Jesus não era suficiente para os convertidos gentílicos; eles também deveriam guardar a lei, ou seja, permitir que Moisés completasse aquilo que Jesus havia começado.

Até mesmo o apóstolo Pedro se deixou levar pelo ensino deles, de modo que Paulo teve de confrontá-lo publicamente, uma vez que a verdade do evangelho estava em jogo (Gl 2.11-16). Essa atitude de Pedro, no entanto, foi temporária, pois na ocasião do concílio de Jerusalém, ele já havia recobrado o bom senso.

Entretanto, alguns desses judaizantes “encrenqueiros” foram às cidades da Galácia e começaram a ensinar essa mesma mensagem distorcida. E para espanto de Paulo, eles estavam sendo bem-sucedidos.

A situação chegou a tal ponto que Paulo considerou a atitude dos gálatas como uma deserção da parte deles e invocou um juízo solene sobre qualquer um (anjo ou ser humano, inclusive ele mesmo) que transformasse o evangelho das boas novas da graça (favor gratuito e imerecido de Deus) em uma religião de obras de justiça.

Ele foi ainda mais longe, afirmando que, se a nossa salvação depende da obediência à lei, então “Cristo morreu inutilmente” (Gl 2. 21). Ou seja, se dizemos que podemos obter a salvação por nossos próprios méritos, então estamos indicando que não há necessidade da cruz.

Paulo começa e termina com uma referência à graça (1.3; 6.18). O evangelho é a boa nova da graça de Deus, e não há outro evangelho.

Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. (Gálatas 1.6-9)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Nenhum outro evangelho

Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. [Gálatas 1.6-7]

Depois de visitarem as quatro cidades da Galácia evangelizadas durante sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé voltaram a Antioquia e relataram à igreja como Deus “abrira a porta da fé aos gentios” (At 14.27). E permaneceram ali por um longo tempo com os discípulos.

Lucas relata que durante esse período, “alguns homens desceram da Judeia para Antioquia e passaram a ensinar aos irmãos: ‘Se vocês não forem circuncidados conforme o costume ensinado por Moisés, não poderão ser salvos’” (At 15.1). Trata-se por certo do mesmo fato mencionado em Gálatas 2.12: “Quando chegaram alguns da parte de Tiago” (isto é, que alegavam ser da parte de Tiago, já que mais tarde ele afirmou que eles não tinham sua autorização [At 15.24]).

É possível imaginar a confusão provocada por esses visitantes. Eles eram judaizantes e menosprezavam o evangelho, insistindo que a fé em Jesus não era suficiente para os convertidos gentílicos; eles também deveriam guardar a lei, ou seja, permitir que Moisés completasse aquilo que Jesus havia começado.

Até mesmo o apóstolo Pedro se deixou levar pelo ensino deles, de modo que Paulo teve de confrontá-lo publicamente, uma vez que a verdade do evangelho estava em jogo (Gl 2.11-16). Essa atitude de Pedro, no entanto, foi temporária, pois na ocasião do concílio de Jerusalém, ele já havia recobrado o bom senso.

Entretanto, alguns desses judaizantes “encrenqueiros” foram às cidades da Galácia e começaram a ensinar essa mesma mensagem distorcida. E para espanto de Paulo, eles estavam sendo bem-sucedidos.

A situação chegou a tal ponto que Paulo considerou a atitude dos gálatas como uma deserção da parte deles e invocou um juízo solene sobre qualquer um (anjo ou ser humano, inclusive ele mesmo) que transformasse o evangelho das boas novas da graça (favor gratuito e imerecido de Deus) em uma religião de obras de justiça. Ele foi ainda mais longe, afirmando que, se a nossa salvação depende da obediência à lei, então “Cristo morreu inutilmente” (Gl 2. 21).

Ou seja, se dizemos que podemos obter a salvação por nossos próprios méritos, então estamos indicando que não há necessidade da cruz. Paulo começa e termina com uma referência à graça (1.3; 6.18).

O evangelho é a boa nova da graça de Deus, e não há outro evangelho.

Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.

Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. Gálatas 1.6-9


Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

O Evangelho Judaizante: A Nova Aliança está Ultrapassada?

A Confusão Evangélica Diante do Antigo Testamento.
A igreja evangélica brasileira é uma das mais dinâmicas e criativas do mundo. Por essa razão seu crescimento tem sido extraordinário. Todavia, uma igreja jovem e efervescente tem dificuldades de doutrinar e discipular seus novos membros. Essa é uma realidade na igreja brasileira. É notório que o uso do Antigo Testamento na prática e na liturgia eclesiástica brasileira tem crescido de maneira substancial. Principal no contexto do louvor e da adoração a ênfase veterotestamentária é mais do que expressiva. E como percebeu Lutero, a teologia de uma igreja está em seus hinos. Afinal, o que está acontecendo? Para onde estamos indo? 

Em primeiro lugar, é preciso ressaltar que o Antigo Testamento representa um fascínio para o povo brasileiro. É repleto de histórias concretas, circunscritas na vida real do povo, no cotidiano de gente comum. É muito mais fácil emocionar-se com uma narrativa como a de Jonas ou de Davi do que acompanhar o argumento de Paulo em vários textos de Romanos. Além disso, o povo brasileiro tem pouca história e raízes muito recentes.

O Antigo Testamento, com a rica história do povo de Israel, traz uma espécie de identificação com o povo de nosso país. Talvez isso explique porque tantos brasileiros evangélicos queiram ou procurem ser mais judeus.

Em terceiro lugar, devemos considerar a realidade de que a igreja evangélica brasileira quase não tem símbolos ou expressão artística. A maioria dos símbolos cristãos históricos (catedrais, cruzes, etc.) tem identificação católica na realidade nacional. Assim, os evangélicos buscam símbolos para expressar sua fé, e acabam geralmente escolhendo símbolos judaicos ou veterotestamentários (menorá, estrela de Davi, e etc.). Este encontro brasileiro-judaico tem muitas facetas positivas: Retomamos uma alegria comemorativa da fé, trazemos a verdade espiritual para a realidade concreta, dificilmente teremos uma igreja antissemita, enxergamos necessidades sociais e políticas pela força do Antigo Testamento. Todavia, também estamos andando em terreno perigoso e delicado. Algumas considerações são importantes para que a igreja brasileira não perca o rumo por problemas de ordem hermenêutica. Aqui vão algumas sugestões: 

1. Nem todo texto bíblico do Antigo Testamento pode ser visto como normativo A descrição da vida de um servo de Deus do Antigo Testamento não é padrão para nós sempre. Quando Abraão mente em Gênesis, a descrição do fato não o torna uma norma. A poligamia de Salomão, a mentira das parteiras no Egito e o adultério de Davi não podem servir de desculpas para os nossos pecados. 

2. Não podemos cantar todo e qualquer texto do Antigo Testamento É preciso observar quem está falando no texto bíblico. Sem observarmos quem fala, tiraremos conclusões enganosas. Isso é fundamental para se entender o livro de Eclesiastes. No caso de Jó 1.9-10, por exemplo, temos registradas as palavras de Satanás. Isto é fato até no caso do Novo Testamento (veja Jo 8.48). 

3. Devemos ensinar que muito da teologia do Antigo Testamento foi superada pelo Novo Testamento Jesus deixou claro que estava trazendo uma mensagem complementar e superior em relação à antiga aliança. Se não entendermos isto, voltaremos ao legalismo farisaico tão questionado por nosso Senhor. Textos como Números 15.32-36 revelam um exemplo daquilo que não tem mais valor na prática da nova aliança. Todos os elementos cerimoniais da lei não podem mais fazer parte da vida da igreja cristã, pois apontavam para a realidade superior, que se cumpre em Cristo (Cl 2.16-18). Sábados, festas judaicas, dias sagrados, sacrifícios e outros elementos cerimoniais não fazem parte da prática cristã neo-testamentária. 

4. Antes de pregar ou cantar um texto do Antigo Testamento é preciso entendê-lo Nem sempre é fácil entender um texto do Antigo Testamento.

Muitos textos precisam ser bem estudados, compreendidos em seu contexto e em sua limitação circunstancial e teológica. Veja por exemplo o potencial destruidor do mau uso de um texto como o Salmo 137.9 (Feliz aquele que pegar os seus filhos e os despedaçar contra a rocha!). Se o intérprete não entender que o texto fala da justiça retributiva divina dada aos babilônios imperialistas, as crianças da igreja correrão sério perigo!

5. Devemos ensinar que vingança e guerra não são valores cristãos Jesus ordenou que devemos amar até mesmo aqueles que nos odeiam. A justiça imprecatória não faz parte da teologia do Novo Testamento. Há vários salmos que dizem isso, mas tal realidade compreende-se no contexto do Antigo Testamento e não pode ser praticada na igreja cristã. Não podemos cantar “persegui os inimigos e os alcancei, persegui-os e os atravessei” (Sl 18.37.38), quando o Senhor Jesus ordena que devemos perdoar e amar os nossos inimigos (Mt 5.44-45). Hoje já existe até gente “amaldiçoando outros em nome de Jesus! Teremos o surgimento de uma “violência cristã”?

6. Enfatizemos a verdade de que a adoração do Novo Testamento é superior O Novo Testamento nos ensina que a adoração legítima independe de lugar, de monte, de cidade e de outros elementos materiais (Jo 4). Jesus insiste em afirmar que Deus procura quem “o adore em Espírito e em verdade”. A tradição evangélica sempre louvou a Deus por seus atos e atributos.

Atualmente estamos cada vez mais enfatizando “o monte santo”, “a cidade sagrada”, “a casa de Deus”, “a sala do trono”. Nós somos o “templo de Deus”. Os elementos materiais pouco importam na adoração genuína. É preciso retomar o caminho correto. 

7. Devemos ensinar que ser judeu não torna ninguém melhor do que os outros Alguns evangélicos entendem que “ser judeu” ou “judaizado” os torna de alguma forma “espiritualmente melhor”. O rei Manassés, Anás e Caifás eram judeus! Já há quem expulse demônios em hebraico! Em Cristo, judeus e gentios são iguais perante Deus. Na verdade “não há judeu nem grego” (Gl 3.28) na nova aliança.

A igreja cristã já pecou por seu antissemitismo do passado. Será que irá pecar agora por tornar-se judaizante? Devemos amar judeus e gentios de igual modo. Além disso, podemos e devemos ser cristãos brasileiros. Não precisamos nos tornar judeus para ter um melhor “pedigree” espiritual

Carlos Alves Ribeiro / site: Palavra da Verdade

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Solução para o caos


Mesmo em meio à confusão, desordem, vazio e trevas, Deus nos ama.

Ainda que ninguém, nem nós mesmos, demos nada pela vida, e que ninguém acredite que haja uma saída, Deus nos ama.

O criador se interessa pelo que somos. Além disso, ele conhece o nosso ilimitado potencial e quer nos ajudar a desenvolvê-lo. O Espírito de Deus presta atenção e se move em mim e em você. “O mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”. (Rm. 8.26).

O Espírito Santo atua, hoje, como atuava no início da criação e, Deus quer criar uma vida nova no coração arrasado, uma existência cheia de beleza, alegria, diversidade e luz.

O fato de nos sentirmos desorientados e confusos, com tudo em desordem, geralmente provoca sensações de grande angústia e ansiedade. Gostamos de ver as coisas em ordem, certinhas, previsíveis, tudo no seu lugar, quando isso não acontece ficamos desesperados. Mas, a desordem nas mãos de Deus, pode gerar grandes mudanças.

A desordem pode representar o fim da linha, a morte de um tipo de vida que não agrada a Deus, nem a nós. Estar confuso e aflito pode ser o indício de que já não se sabe fazer as coisas do nosso jeito; daí, decidir fazê-las à maneira de Deus.

Nos momentos, em que não sabemos o que fazer, em que não há saída nem perspectiva, temos a possibilidade de nos tornar como barro flexível e maleável nas mãos do oleiro – sem dogmas, projetos, preconceitos, pressupostos ou condições. Então o Senhor pode realizar uma obra profunda e radical em nossa vida. Nesse momento, o caos estéril se transforma em uma porta para fertilidade.

Deus tem uma palavra de cura para todo coração confuso, uma palavra põe fim aos caos que coloca tudo nos seus devidos lugares, que reorienta, redireciona, ilumina e liberta; Deus tem uma palavra para o coração de todas as pessoas.

Essa Palavra é Cristo “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Jo. 1.1-3). O termo aqui traduzido como verbo é logos, que em grego significa palavra (não um vocábulo, mas uma linguagem que transmite ideia, mensagem).

Jesus é o logos de Deus, ele é a Palavra encarnada de Deus, pois “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). Através dele, Deus fala de maneira mais pessoal, mais íntima, mais poderosa e mais clara que pode existir. Foi Jesus quem deu luz a terra, e é ele quem pode trazer luz à nossa vida.

Podemos ter a vida totalmente restaurada, reconfigurada, recriada pelo poder de Deus. ”E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Co. 5.17)

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)

Graça e Paz



quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Solução Para o Caos

Mesmo que você esteja mergulhado na confusão, na desordem, no vazio e nas trevas, Deus te ama.

Ainda que ninguém, nem mesmo você, dê nada pela sua vida, e que ninguém acredite que haja uma saída para você. Deus o ama.

O criador se interessa por você pelo que é. Além disso, ele conhece o seu ilimitado potencial e quer ajudar a desenvolvê-lo. O Espírito de Deus presta atenção e se move em você. “O mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”. (Rm. 8.26).

O Espírito Santo está aqui, hoje, como estava no início da criação e, Deus quer criar uma vida nova no coração arrasado, uma existência cheia de beleza, diversidade e luz.

O fato de nos sentirmos desorientados e confusos, com tudo em desordem, geralmente provoca uma sensação de grande angústia e ansiedade. Gostamos de ver as coisas em ordem, certinhas, previsíveis, tudo no seu lugar, quando isso não acontece ficamos desesperados. Mas, a desordem nas mãos de Deus, pode gerar grandes mudanças.

A desordem pode representar o fim da linha, a morte de um tipo de vida que não agrada a Deus, nem a nós. Estarmos confusos e aflitos pode ser o indício de que já não sabemos fazer as coisas do nosso jeito; daí, decidimos fazê-las à maneira de Deus.

Nos momentos, em que não sabemos o que fazer, em que não há saída nem perspectiva, temos a possibilidade de nos tornar como barro flexível e maleável nas mãos do oleiro – sem dogmas, projetos, preconceitos, pressupostos ou condições. Então o Senhor pode realizar uma obra profunda e radical em nossa vida. Nesse momento, o caos estéril se transforma em uma porta para fertilidade.

Deus tem uma palavra de cura para todo coração confuso, uma palavra põe fim aos caos que coloca tudo nos seus devidos lugares, que reorienta, redireciona, ilumina e liberta; Deus tem uma palavra para o coração de todos os homens.

Essa Palavra é Cristo “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Jo. 1.1-3). O termo aqui traduzido como verbo é logos, que em grego significa palavra (não um vocábulo, mas uma linguagem que transmite uma idéia, uma mensagem).

Jesus é o logos de Deus, ele é a Palavra encarnada de Deus, pois “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). Através dele, Deus fala de maneira mais pessoal, mais íntima, mais poderosa e mais clara que pode existir. Foi Jesus quem deu luz à terra, e é ele quem pode trazer luz à nossa vida.

A sua vida pode ser totalmente restaurada, reconfigurada, recriada pelo poder de Deus. ”E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Co. 5.17)

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.