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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

O DEUS DAS OPORTUNIDADES

Oportunidade é qualquer situação em que suas qualidades e dons, conhecidos ou desconhecidos, podem ser reconhecidos, recebidos, e, no final, recompensados.

Fatos que você deve saber sobre oportunidades

Em toda a Palavra, inúmeros exemplos nos fazem lembrar de que Deus dá aos homens a oportunidade de se arrepender, de reconstruir e de até mesmo receber milagres.

Oportunidades podem não ser percebidas por causa da imaturidade ou da ignorância

A oportunidade pode surgir durante um período de crise em nossa vida.

Deus falou com Elias para que deixasse o riacho e fosse à casa da viúva de Sarepta... a fim de dar a ela uma oportunidade de exercitar a fé (I Rs 17)

A oportunidade está sempre próxima de nós esperando apenas seu reconhecimento.

“O Senhor... não recusa nenhum bem aos que vivem com integridade (Sl. 84.11)

Oportunidades de ouro que devemos aprender a reconhecer

O reconhecimento da oportunidade de conseguir um orientador excepcional.

Eliseu buscou e alcançou Elias. Rute abraçou Noemi, recusando-se a voltar para Moabe.

O reconhecimento da oportunidade de um milagre de cura.

O cego Bartimeu conseguiu. Ele clamou e recebeu sua cura.

O reconhecimento da oportunidade de ser recompensado para destruir o inimigo.

Davi conseguiu isso quando venceu Golias.

O reconhecimento da oportunidade de iniciar uma amizade excepcional pode trazer inúmeras alegrias.

Jônatas conseguiu isso; ele se tornou conhecido por sua fidelidade a Davi.

O reconhecimento da oportunidade de uma reviravolta financeira.

A viúva de Sarepta conseguiu.

O reconhecimento da oportunidade de se tornar alguém importante.

Davi conseguiu isso. Ele matou Golias.

O reconhecimento da oportunidade de apagar da memória cada estigma de vida.

O reconhecimento da oportunidade de ter acesso a um homem de Deus excepcional.

O reconhecimento de uma oportunidade de ouro pode transformar uma vida enfadonha em sucesso excepcional. 

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O Caminho da Salvação


TODOS OS HOMENS precisam de salvação. É da vontade de Deus que todos sejam salvos, que todos vivam eternamente junto a Ele, no céu. Enquanto estivermos na Terra, temos chance de alcançarmos essa salvação que Deus nos oferece, porque "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16). O que fazer para ser salvo?

O primeiro passo – RECONHECIMENTO

Deve o homem reconhecer que é pecador, pois "TODOS PECARAM E DESTITUÍDOS ESTÃO DA GLÓRIA DE DEUS" (Rm 3.23). Através da desobediência do primeiro casal Adão e Eva, o pecado entrou no mundo e com o pecado a morte. Herdamos de Adão a natureza pecaminosa, também conhecida como pecado original.

A semente do pecado foi implantada em nós, porque "semente gera semente da mesma espécie". O homem ficou propenso ao pecado. Somente Jesus, homem, não se contaminou com essa semente danosa porque Ele foi gerado pela semente de Deus. Exatamente por isso pôde pagar o preço de nossa redenção.

O segundo passo – ARREPENDIMENTO

O homem reconhece que é pecador e se arrepende de seus pecados. O batismo de João Batista aquele que veio para preparar o caminho do Salvador era batismo de arrependimento: "Eu sou a voz do que clama no deserto. Endireitai o caminho do Senhor" (Jo 1.23). "Arrependei vos, pois está próximo o reino dos céus" (Mt 3.2). Jesus iniciou Seu ministério usando a mesma exortação, ou seja, chamando todos ao arrependimento.

O arrependimento precisa ser sincero. E não basta se arrepender; é indispensável deixar o pecado; não mais praticar os atos pecaminosos que vinha praticando; assumir uma posição segura e convicta de que não cometerá os mesmos erros. "O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Pv 28.13).

O terceiro passo - CONFISSÃO

"Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação" (Rm 10.9 10). Somos salvos pela graça, mediante a fé (Ef 2.8-9). Isto significa dizer que você aceita o convite de Jesus, reconhecendo-O e aceitando-O como Senhor e Salvador. 


"Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Ap 3.20). Confessar ao Senhor Jesus também significa dar exemplo de vida cristã, ser “luz do mundo e sal da terra”. 

As conseqüências desses três passos

Ao aceitarmos o senhorio de Jesus, recebemos o Espírito Santo, no qual fomos selados (1 Co 6.19; Efésios 1.13); nossos pecados são perdoados (Atos 10.43; Rm 4.6-8); somos recebidos como filhos de Deus (Jo 1.12); se somos filhos, logo somos também herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo (Rm 8.17); passamos da morte espiritual para a vida espiritual (1 Jo 3.14); somos novas criaturas (2 Co 5.17); o diabo se afasta e não nos toca (Tg 4.7; 1 Jo 5.18); não estamos mais sujeitos às maldições (Jo 8.32,36); podemos usar o nome de Jesus para curar enfermos e expulsar demônios (Mc 16.17-18); a salvação nos leva a um relacionamento pessoal com nosso Pai e com Jesus como Senhor e Salvador (Mt 6.9; Jo 14.18-23); estamos livres da ira vindoura (Romanos 5.9; 1 Ts 1.10). 

Permanecer no Caminho

"Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós... Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto. Sem mim nada podeis fazer. Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, como o ramo, e secará. Tais ramos são apanhados, lançados no fogo e se queimam. Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiser¬des, e vos será feito. Se guardardes os meus mandamentos, permanece¬reis no meu amor, assim como eu tenho guardado os mandamentos do meu Pai, e permaneço no seu amor" (Jo 15.1 10).

Como vimos, o caminho é Jesus. Ele disse que é impossível ao homem ser salvo se não for através dele. "EU SOU O CAMINHO, A VERDADE, E A VIDA. NINGUÉM VEM AO PAI SENÃO POR MIM" (Jo 14.6). Portanto, "quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (Jo 3.18).

 Finalmente, guarde estas preciosas palavras de Jesus no seu coração: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14.15, 21).

Jesus, o único caminho: “E EM NENHUM OUTRO HÁ SALVAÇÃO, PORQUE DEBAIXO DO CÉU NENHUM OUTRO NOME HÁ, DADO ENTRE OS HOMENS, PELO QUAL IMPORTA QUE SEJAMOS SALVOS” (Atos 4.12).


Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Lidando com a Decepção

Perdoar não é uma tarefa das mais fáceis para o ser humano. No entanto é mais difícil ainda perdoar a alguém que amamos, que nos entregamos, uma pessoa em quem confiamos e nos traiu. Toda decepção machuca, mas o desapontamento causado por um amigo, um irmão, um amor, nos machuca muito.

O coração decepcionado pode atirar-nos num estado de decepção e rancor, passando a abrigar feridas profundas e lembranças amargas, tornando-se difícil para nós confiarmos de novo em alguém.

Gostaríamos de evitar os desapontamentos, mas não há como ser feliz sem confiar, e não há como confiar sem correr o risco da desilusão. Amar é abrir-se, é tornar-se acessível, é oferecer-se ao encontro, é ficar vulnerável, é arriscar-se.

As pessoas que foram mais felizes, as que deixaram marcas mais positivas na história da raça humana, foram as que mais amaram a muitos com muita intensidade. Foram, também, as que experimentaram o sofrimento e o desapontamento.

No momento em que Jesus Cristo mais precisou de seus amigos, eles o abandonaram. Depois de tudo o que fizera por eles, tudo o que lhes ensinara, tudo o que passaram juntos, eles o deixaram.

O Senhor não pode contar com a solidariedade dos discípulos nos momentos mais difíceis de toda a sua vida. Enquanto o Mestre orava e agonizava no Getsêmani, eles dormiam (Lc. 22.39-46).

Enquanto ele era preso e agredido pelos soldados, eles fugiam (Mc. 14.43-52).

Enquanto as autoridades o inquiriam, eles o negavam (Jo 18.13-27).

Que decepção!

Que triste retribuição ao carinho e à confiança do Senhor!

Que recompensa negativa para a sua disposição de morrer no lugar deles na cruz!

Não obstante, Jesus foi capaz de transformar aquela provação em vitória. Superou aquele desapontamento sem permitir que isso destruísse seu relacionamento com os amigos.

Jesus não desanimou porque ele não esperava o reconhecimento por parte dos homens. Esperava-o de Deus. E o Pai não decepciona nunca.

Devemos estar cientes de que o desapontamento é uma das possibilidades em nossos relacionamentos humanos, já que estamos lidando com pessoas, que, como nós, são falhas e limitadas.

Quantas vezes não decepcionamos o Senhor?

Quantas vezes não desapontamos nós mesmos?

Assim também podemos desapontar os outros, ou com eles decepcionarmo-nos. Mas se vivemos, trabalhamos, amamos e ajudamos, esperando apenas o reconhecimento de Deus, então a vida se enche de um novo significado. “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo.” (Cl. 3.23,24).

Jesus enfrentou a decepção com ânimo e confiança porque contemplava o Pai. Se os nossos olhos estiverem firmados em Deus e neles brotarem lágrimas provenientes do abandono, da ingratidão ou da desilusão. O Senhor as enxugará. Ele é o único do qual podemos esperar o reconhecimento e o galardão. O único que nunca decepciona. “O que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que renova a questão, separa os maiores amigos” (Pv. 17.9).

A amargura pode criar raízes profundas. Amizades podem ser perdidas. O orgulho cobra um preço alto pela sua manutenção: a nossa infelicidade. “Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.” (Hb. 12.15).

“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, põe sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier Ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lc. 17.3,4).

Deus, que é rico em perdoar, exorta-nos a que perdoemos também.

Podemos enfrentar a decepção com os que amamos, sempre tão dolorosa e temida. É só encará-la com ânimo e confiança, seguir em frente, apesar das dificuldades.

É só Ter disposição de perdoar, tomar a iniciativa, reconquistando ou ganhando o irmão.

Não podemos evitar a decepção com os que amamos. Mas podemos transformá-la numa experiência positiva para com Deus, para com o próximo e para conosco.

Podemos torná-la numa oportunidade de crescimento e enriquecimento pessoal que nos deixará ainda mais habilitados para as vitórias que nos tem reservado o Senhor.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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